Posts Tagged ‘Meio Ambiente’

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Curso Geopolítica da Energia

11 de janeiro de 2013

Curso "Geopolítica da Energia" - ISAPE
O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia, ISAPE, promove nos dias 21 a 24 de janeiro o curso “Geopolítica da Energia”, que trata da geopolítica dos recursos energéticos que sustentam a economia global. Através de uma análise histórica, de uma apreciação do papel dos recursos na estratégia das grandes potências e de uma análise do atual perfil geográfico e tecnológico de recursos estratégicos, o curso provocará o aluno sobre a importância da problemática energética no nível internacional, abordando questões como a geopolítica do petróleo, as guerras por recursos energéticos, a transição energética e as fontes de energia mais limpas.
O curso será ministrado pelo professor dr. Lucas Kerr de Oliveira, e será realizado no Clube de Cultura de Porto Alegre, das 18:30 às 22:00, nos dias 21, 22, 23 e 24 de janeiro de 2013.
Esta atividade é direcionada a graduandos universitários, vestibulandos, pesquisadores e o público em geral. Faça sua inscrição aqui: www.isape.org.br/
ISAPE - 2013 - Cursos - Cartaz do Curso de Geopolítica da Energia
http://www.isape.org.br/index.php/pagina/home
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Tecnologia permite utilizar gás carbônico na produção de diesel combustível

28 de maio de 2011

NN – A mídia do Petróleo
27/05/2011

Tecnologia permite reúso do gás carbônico na produção de diesel

Rodrigo Leitão

Um grupo de químicos norte-americanos está desenvolvendo um sistema revolucionário de produção de energia limpa. Trata-se de uma tecnologia que permite utilizar o gás carbônico gerado em processos industriais para substituir o petróleo na produção de diesel, metanol e outros combustíveis. “É um projeto fantástico, em que realizamos, de forma controlada, uma reação química similar à fotossíntese”, conta a cientista Nancy Jackson, do Sandia Laboratories, dos EUA, empresa responsável pelo projeto. Nancy esteve no Brasil esta semana para a 34ª. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), que terminou na quinta-feira (dia 26), em Florianópolis. O evento, que celebrou o Ano Internacional da Química, reuniu mais de 4,5 mil químicos, pesquisadores e professores, e celebrou o Ano Internacional da Química.

Em entrevista ao NN, o presidente da Associação Brasileira de P&D em Petróleo e Gás e professor do Instituto de Química da UFRJ, Cláudio Mota, que esteve na apresentação da cientista americana, explica que o processo de conversão de CO2 em monóxido de carbono (utilizado em diversos processos químicos), é feito fundamentalmente através do calor do sol. “Os cientistas estão no deserto dos Estados Unidos, onde o clima é favorável, o grau de insolação é muito grande. Ela (a pesquisadora Nancy) tem um dispositivo que parece uma roda, onde ela deixa exposto um material cerâmico à radiação solar e aquece esse material a uma temperatura próxima ou até mais de 1.000 graus”, diz Mota.

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ONU discute risco de acidentes nucleares pós-Fukushima

23 de maio de 2011

Agência Brasil
23/05/2011

ONU discute riscos de radiação nuclear depois de acidentes no Japão

Renata Giraldi

 

Brasília – Os efeitos da radiação nuclear dominam as discussões da reunião do Comitê Científico da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa hoje (23) em Viena, na Áustria, e acaba sexta-feira (27). O Brasil é representado pelo físico Marcos Nogueira Martins, diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear do Ministério da Ciência e Tecnologia. As informações são da Rádio França Internacional (RFI).

Nuvem radioativa produzida pelo acidente nuclear em Fukushima no Japão afetou diversos países

As discussões ocorrem dois meses e meio depois dos vazamentos e explosões ocorridos na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão. Durante a 58ª seção do grupo de peritos serão discutidos, por exemplo, meios para determinar quais são os riscos concretos da exposição à radioatividade em baixa quantidade e a longo prazo.

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Dilma e Chávez discutem refinaria Refinaria Abreu e Lima e parceria entre Petrobrás e PDVSA

10 de maio de 2011

Folha de Pernambuco
10/05/2011

Dilma e Chávez discutem refinaria

Depois de uma visita à cidade Baruta, no estado de Miranda, na Venezuela, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, confirmou que começa hoje uma série de viagens aos países vizinhos. Chávez se reúne nesta terça-feira com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília e, em seguida, vai para o Equador e Cuba. Na visita a Brasília, Chávez e Dilma pretendem reafirmar que as relações entre Brasil e Venezuela, intensificadas no Governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverão ser mantidas da mesma forma. Também estará em pauta a questão da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A Petrobras aguarda da estatal venezuelana PDVSA o repasse de cerca de R$ 400 milhões para a conclusão das obras. De acordo com o governo brasileiro, apenas a Petrobras investiu na refinaria.

Hoje, Dilma e Chávez deverão analisar de maneira detalhada quais acordos, dos já firmados por venezuelanos e brasileiros, estão pendentes. O objetivo é ampliar as parcerias nos setores comercial e de energia, principalmente porque a Venezuela passa por um momento de racionamento. Apenas no ano passado, o intercâmbio comercial entre Brasil e Venezuela envolveu US$ 4,6 bilhões.

Após os resultados das eleições, confirmando a vitória de Dilma, Chávez postou uma mensagem na rede social Twitter destacando a competência da presidente e sua confiança no novo governo. Segundo ele, Dilma era “sua candidata’’. As informações são da estatal da Venezuela, a Agência Venezuelana de Notícias (AVN). Segundo a agência, as visitas do presidente serão transmitidas ao vivo em cadeia nacional de rádio e televisão.

http://www.tnpetroleo.com.br/clipping/6641/dilma-e-chavez-discutem-refinaria-
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Ar-condicionado termossolar não consome eletricidade

28 de abril de 2011

Agência Fapesp
28/04/2011

Ar-condicionado solar não consome eletricidade

Mônica Pileggi

 Arquitetura bioclimática: Ar-condicionado solar

O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior. (Imagem: Ag.Fapesp)

Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros.

Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.

Chaminé solar

A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.

“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, explica Roriz.

Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.

Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.

“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.

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Chernobyl: 25 anos do maior desastre nuclear da história

26 de abril de 2011

RIA Novolsti
25/04/2011

Russia’s Medvedev to make anniversary trip to Chernobyl

Chernobyl: 25 years since the nuclear disaster

 

Russian President Dmitry Medvedev will visit Chernobyl on Tuesday to mark the 25th anniversary of the worst nuclear disaster in history.

“I will go to Chernobyl tomorrow,” the Russian president said on Monday during an award ceremony in the Kremlin for participants in the clean up operation of the 1986 disaster.

The area around the Chernobyl plant, about 150 kilometers (93 miles) from the Ukrainian capital of Kiev, remains highly contaminated from an explosion at the plant’s reactor number four a quarter of a century ago.

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Vídeo: “A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel

20 de abril de 2011

“A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel  ( 1 de 9 )

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“A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel  ( 2 de 9 )

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Vídeo documentário: “O Desastre de Chernobyl: Hora Zero” no Discovery Channel

20 de abril de 2011

No próximo dia 26 de abril de 2011 completam-se 25 anos do acidente na Usina de Chernobyl, ocorrido em 1986 na então União Soviética, na cidade de Pripyat (atual Ucrânia). O vídeo documentário a seguir, retrata os momentos finais que antecederam o acidente, que levou ao incêndio e derretimento parcial do reator 4, que lançou grande quantidade de material radioativo na atmosfera, no que ficou marcado como o maior acidente nuclear de toda a História.

Parte 1

Parte 2

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Países do BRICS condenam ataques na Líbia e defendem diálogo

15 de abril de 2011

Agência Brasil
14/04/2011

Líderes do Brics condenam ataques na Líbia e defendem a busca pelo diálogo

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e os presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dmitry Medvedev, e da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, criticaram hoje (14) os ataques à Líbia. Os presidentes e o primeiro-ministro defenderam a busca pelo diálogo na tentativa de dirimir impasses e controvérsias. A crítica foi reforçada na Declaração de Sanya, comunicado divulgado hoje, em nome dos representantes dos Brics.

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Acidente Nuclear em Fukushima amplia debate sobre novas usinas nucleares no Brasil

23 de março de 2011

Sul 21

22/03/2011

Fukushima é a causa de um novo dilema brasileiro: aumentar ou não a oferta de energia nuclear

Felipe Prestes

O Brasil vive um dilema na questão energética, segundo o diretor-geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (Isape), Lucas Kerr. O país não pode manter um crescimento econômico como o do ano passado (7,5%), sem expandir consideravelmente a oferta de energia. Para isso, são necessários investimentos de cerca de R$ 1,3 trilhão em infraestrutura de energia, nos próximos dez anos, sendo que o país deverá estar atento aos impactos sociais e ambientais desta expansão. No entanto, neste momento em que o Japão sofre com os vazamentos ocorridos na usina nuclear de Fukushima, surge um novo questionamento: vale a pena expandir a oferta de energia nuclear?
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Povo chileno rejeita usinas nucleares planejadas pelo governo Sebastián Piñera para o país

19 de março de 2011

ANSA Latina
19/03/2011

86% dos chilenos rejeitam Usinas Nucleares no país

SANTIAGO DO CHILE, 19 MAR (ANSA) – Uma pesquisa entre a população do Chile revelou que 86% dos entrevistados rejeitam a construção de usinas nucleares e 60% não aceitaria estas instalações sob nenhuma condição.

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Vídeo documentário “O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

13 de março de 2011

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 1/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 2/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 3/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 4/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 5/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – chamada – produtora Mixer

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“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

23 de fevereiro de 2011

Diário do Pré-Sal
20/02/2010

Discovery Channel debate exploração do petróleo do Pré-Sal em novo documentário

O documentário “O Desafio do Pré-Sal” é a mais recente co-produção do Discovery Channel com a produtora brasileira Mixer, cujo tema é a exploração do petróleo do Pré-Sal. Dirigido por Marcello Bozzin, tem uma hora de duração e entrevista diversos especialistas, desde engenheiros, cientistas, ambientalistas e analistas de relações internacionais e geopolítica do petróleo, que discutem diferentes perspectivas referentes aos principais aspectos da exploração do Pré-Sal, desde sua geografia e formação geológica, passando pelos desafios tecnológicos, financeiros e ambientais, até os aspectos políticos, econômicos e geopolíticos envolvidos na exploração deste grande campo petrolífero que pode conter cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, situando sua descoberta entre as maiores das últimas décadas em todo o mundo.

Os demais documentários resultantes desta parceria incluiram temas como as enchentes e as pesquisas com células-tronco, que passaram no Discovery Channel em fevereiro deste ano, todos coproduzidos pela Mixer sob supervisão do Discovery Networks Latin America/US Hispanic.

O vídeo com a chamada para o documentário está disponível na página do programa Ooops! do UOL:

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=9221712

O video documentário “O Desafio do Pré-Sal” estréia no Discovery Channel nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, às 22h.

A grade da programação da Discovery Channel prevê que o vídeo será exibido ainda no dia 26 de fevereiro à 1h, às 5h e às 16h, e no dia 05 de março às 14h.

Com informações do Discovery Channel Brasil.
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Crescimento do PIB brasileiro em 8% deve aumentar demanda energética

11 de novembro de 2010

Fator Brasil

10/11/2010

Brasil cresce 8% em 2010

Estimativa foi feita na abertura do XIII Congresso Brasileiro de Energia

Paula Guatimosim

A produção industrial teve um crescimento acelerado no Brasil na última década, aumentando ainda mais a demanda por energia

Rio de Janeiro – O crescimento do PIB em 8% este ano e superior a este percentual no ano foi a informação alvissareira da solenidade de abertura do XIII Congresso Brasileiro de Energia, na manhã de terça-feira no Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Organizado pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), a mesa de abertura contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmerman, do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e do professor Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ.

 

As vendas de computadores, dentre outros eletrodoméscitocs, cresceu significativamente no Brasil

Para a surpresa dos participantes, Gabrielli avisou durante seu pronunciamento que não falaria em Pré-Sal, tema que acabou abordando durante a coletiva de imprensa posterior. “O fato de existir o Pré-Sal não nos exime da responsabilidade de sermos produtores de bio-combustíveis”, lembrou, e citou a Petrobras como a terceira maior empresa de etanol do país. Para Gabrielli, a crise da Bolívia serviu como um aprendizado ao país, que desde então investiu US$ 23 bilhões na produção e distribuição de gás. Com isso, a infra-estrutura do setor saltou de uma rede de 5.600 km em 2003 para 9.600 km em 2010, enquanto a distribuição cresceu de 36 milhões de m³ para 62 milhões de m³ no mesmo período, “com picos de 84 milhões de m³ no segundo semestre”, completou.

A abertura dos trabalhos começou com informações de Ronald Thadeu Ravedutti – presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) – sobre o desenvolvimento da logística do carro elétrico no projeto desenvolvido por Itaipu Binacional, em São José dos Pinhais (PR). Ele comentou a abertura de novas vagas em função do desenvolvimento econômico e lembrou a dificuldade de captar recursos para investimentos no Brasil. “Espero que o Congresso ajude as empresas a encontrar esse caminho”, sugeriu. Jorge Miguel Samek, Diretor Geral da Itaipu Binacional, falou em seguida e destacou o papel da Coppe na retomada de investimentos no modelo de energia limpa que, segundo ele, estava estagnado. “O projeto estava há anos engavetado”, disse.

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Energia termossolar será instalada em 300 a 400 mil casas do programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo Federal

4 de novembro de 2010

Agência Brasil

04/11/2010
Pelo menos 300 mil moradias da segunda edição do Minha Casa, Minha Vida terão energia solar

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Entre 300 mil e 400 mil casas da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida serão equipadas com painéis solares para aquecer a água do chuveiro. Todos os novos empreendimentos do programa voltados a famílias com renda de, no máximo, três salários mínimos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm de vir equipados, obrigatoriamente, com sistema de captação de energia solar. A informação é da secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães. 

“O objetivo do aquecimento solar é, além da preservação da energia, também contribuir para a sustentabilidade econômica, barateando o custo da energia, aliado a um processo de educação dessas famílias, que devem fazer um uso racional da água e da energia”, ressaltou a secretária.

Na primeira fase do programa de financiamento para construção de casas populares, que se encerra neste ano, o uso de painéis solares não foi obrigatório e apenas um número reduzido de empreendimentos aderiu à energia solar. 

A segunda fase do Minha Casa, Minha Vida entrará em vigor a partir do ano que vem. Serão 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão será para famílias com renda de, no máximo, três salários mínimos.

Com o mesmo objetivo de garantir uma eficiência de recursos, o Ministério das Cidades também pretende estimular o reaproveitamento de água nessas habitações. No entanto, a secretária explica que, a princípio, o sistema de reuso da água não será obrigatório.

Os projetos de eficiência energética e sustentabilidade do governo brasileiro para casas populares foram apresentados na manhã de hoje (4) a representantes do governo norte-americano e a especialistas em planejamento urbano e habitação, em um seminário no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro.

O seminário reúne hoje e amanhã especialistas da América Latina para discutir sustentabilidade de moradias em áreas carentes. Durante o evento, o governo norte-americano também vai lançar, em parceria com uma organização não governamental, o Prêmio Habitação Sustentável e Inclusiva, que dará até US$ 10 mil (cerca de R$ 17 mil) para pessoas que criem projetos de habitação sustentável.

Edição: Talita Cavalcante


http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/1095222
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O planejamento energético em uma era de transitoriedade

2 de novembro de 2010

Infopetro
01/11/2010

O planejamento energético em uma era de transitoriedade

Renato Queiroz

 

O mundo contemporâneo vive sob um contexto de profundas e contínuas mudanças. Praticamente todas as atividades humanas estão submetidas à transitoriedade, entendendo esse termo como um “lugar” pelo qual se passa, mas não se permanece. As tecnologias inovadoras certamente têm grande influência nessa necessidade permanente de mutação.

As organizações que não se renovam continuamente, seja introduzindo novas tecnologias em seus produtos, seja implantando novos processos de gestão, tendem a perder mercado ou a criarem estruturas decisórias “pesadas”  que não respondem aos novos estímulos que vêm do mundo exterior. A criatividade é uma característica desejável nesse ambiente  inovador, pois a repetição das mesmas situações e/ou rotinas levam os profissionais a ficarem contaminados, estagnados em atitudes passivas.

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Empresa de Pesquisa Energética defende ampliação da infra-estrutura para garantir energia para a Copa

22 de outubro de 2010

Agência Brasil
20/10/2010

EPE aponta necessidade de investimentos no Sul para garantir energia para a Copa

Alana Gandra e Sabrina Craide

Repórteres da Agência Brasil

Rio de Janeiro e Brasília – Os estados do Rio Grande do Sul e Paraná terão que implementar novas linhas de transmissão e subestações de energia para atender à demanda dos jogos da Copa do Mundo de 2014. De acordo com estudos da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), o conjunto de empreendimentos, orçado em R$ 980 milhões, será licitado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) no ano que vem e a operação deve ser iniciada em 2013.

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Uso de termoelétricas para garantir a segurança energética deve custar R$ 500 milhões este ano

14 de outubro de 2010

Jornal da Energia
São Paulo, 14 de Outubro de 2010 – 18:00

Consumidores pagarão R$500 milhões pela segurança energética em 2010

 

No ano passado, custo do encargo foi de R$130 milhões

 

Da redação, com informações da Agência Brasil

 

O custo de acionamento das usinas termelétricas que têm como objetivo manter a segurança do suprimento de energia elétrica no País somará R$500 milhões em 2010, segundo informou nesta quinta-feira (14/010) o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema,(ONS), Hermes Chipp. No ano passado, esse montante, que é recolhido por meio do Encargo de Serviço de Sistema (ESS), totalizou R$130 milhões.

 

A elevação do encargo deve-se às condições dos reservatórios das hidrelétricas, que neste ano estão mais baixos que no ano anterior, principalmente devido ao efeito meteorológico conhecido como “La Niña”, que atrasou o regime de chuvas no Norte e Nordeste do Brasil.

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Certificação de reservas de petróleo ultra-pesado amplia as reservas venezuelanas para 250 bilhões de barris

17 de setembro de 2010

TN Petróleo
17/09/2010

Venezuela tem a segunda maior reserva petrolífera do mundo

Fonte: EFE

A reserva de petróleo da Venezuela tem, atualmente, 251 bilhões de barris, o que a torna o segundo maior reservatório do mundo, atrás apenas da Arábia Saudita, destacou nesta quinta-feira um comunicado oficial.

O ministro de Energia e Petróleo venezuelano, Rafael Ramírez, disse que, em 1999, o país contava com “reservas de 87 bilhões de barris” e agora estão “certificadas” nos “livros” da estatal Petróleos da Venezuela SA (PDVSA) “251 bilhões de barris”.

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Cientistas brasileiros desenvolvem sistema de geração de energia a partir da humidade do ar

25 de agosto de 2010

Inovação Tecnológica
25/08/2010

Cientista brasileiro descobre como coletar energia do ar

Redação do Site Inovação Tecnológica

Eletricidade do ar

Alimentar casas e fábricas com eletricidade coletada diretamente do ar pode ser possível: cientistas brasileiros resolveram um enigma científico que durava séculos sobre como a umidade na atmosfera torna-se eletricamente carregada, abrindo caminho para seu aproveitamento.

Imagine dispositivos capazes de capturar a eletricidade do ar e usá-la para abastecer residências ou recarregar veículos elétricos, por exemplo.

Da mesma forma que painéis solares transformam a luz do Sol em energia, esses painéis futurísticos poderão coletar a eletricidade do ar – a mesma eletricidade que forma os relâmpagos – e direcioná-la de forma controlada para alimentar qualquer equipamento elétrico, nas casas e nas indústrias.

Se isso parece revolucionário demais, mais entusiasmante ainda é saber que a descoberta que poderá tornar esses sonhos uma realidade foi feita por um cientista brasileiro.

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24 de agosto de 1954: O suicídio do Presidente Getúlio Vargas e a luta pelo petróleo no Brasil

24 de agosto de 2010

Consciencia.net
24/08/2010

24 de agosto de 1954: o suicídio de Getúlio Vargas

Wladmir Coelho

Mestre em Direito e Historiador

A ideologia liberal possibilitou durante a República Velha a manutenção do modelo colonial agro-exportador institucionalizado através da Constituição de 1891 resultando, a crença fundamentalista liberal, em nosso trágico atraso industrial, tecnológico e demográfico. Este quadro não passou despercebido por diferentes membros da elite política dos primeiros anos do século XX possibilitando o surgimento de uma sólida corrente nacionalista fundamentada – principalmente – no modelo defendido por Friedrich List ainda no século XIX cujos princípios foram aplicados nos Estados Unidos e Alemanha dos tempos da unificação.

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Geopolítica da Ásia Central: das disputas tradicionais aos projetos de Integração Regional

13 de agosto de 2010

International Herald Tribune
13/08/2010

Os novos caminhos da seda na Ásia

Parag Khanna

Ulaanbaatar (Mongólia)

Deborah Weinberg

O destino dos enormes depósitos de lítio descobertos recentemente no Afeganistão não deve ser diferente daquele dos outros recursos naturais dos países da Ásia Central que não têm saída para o mar: explorados pelo Ocidente e eventualmente controlados pelo Oriente.

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OGX anuncia descoberta de reservas de gás na bacia do Parnaíba, no Maranhão

12 de agosto de 2010

OGX

12/08/2010

OGX anuncia presença de hidrocarbonetos no poço OGX-16 na bacia do Parnaíba

Realizado teste de formação com altas pressões e presença de gás

Publicado no site da OGX

Rio de Janeiro, 12 de agosto de 2010 – A OGX Petróleo e Gás Participações S.A. (“OGX S.A.”) (Bovespa: OGXP3; OTC: OGXPY.PK), empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, comunica ao mercado que, através de sua subsidiária OGX Maranhão, identificou a presença de gás na seção devoniana do poço 1-OGX-16-MA, no bloco PN-T-68, na bacia terrestre do Parnaíba. A OGX Maranhão, sociedade formada entre OGX S.A. (66,6%) e MPX Energia S.A. (33,3%), é a operadora e detém 70% de participação neste bloco, enquanto a Petra Energia S.A. detém os 30% restantes.

“Esta descoberta abre uma nova fronteira exploratória em uma bacia terrestre, fato que não ocorria há aproximadamente duas décadas no Brasil. Convém também ressaltar que a campanha exploratória, iniciada em outubro de 2009, está sendo conduzida por companhias brasileiras, obtendo importantes resultados em tempo recorde” comentou Sr. Paulo Mendonça, Diretor Geral da OGX.

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OGX confirma descoberta de grandes reservas de gás na bacia terrestre do Parnaíba, no Maranhão

12 de agosto de 2010

O Estado de S. Paulo

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

OGX encontra gás na bacia terrestre do Parnaíba

Companhia afirma que já mapeou 20 novos prospectos e que região pode ter ‘altíssimo potencial’

Agência Estado

SÃO PAULO – A OGX Petróleo e Gás anuncia que identificou, por meio de sua subsidiária OGX Maranhão, a presença de gás na seção devoniana do poço 1-OGX-16-MA, no bloco PN-T-68, na bacia terrestre do Parnaíba. A OGX Maranhão, sociedade formada entre OGX (66,6%) e MPX Energia (33,3%), é a operadora e detém 70% de participação neste bloco, enquanto a Petra Energia detém os 30% restantes.

“Esta descoberta abre uma nova fronteira exploratória em uma bacia terrestre, fato que não ocorria há aproximadamente duas décadas no Brasil”, afirmou em comunicado o diretor geral da OGX, Paulo Mendonça.

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China pretende investir US$ 738 bilhões em energia renovável na próxima década

8 de agosto de 2010

Bloomberg News
Aug 8, 2010

China Plans 5 Trillion Yuan New Energy Investment, Securities Journal Says

Winnie Zhu

China will invest 5 trillion yuan ($738 billion) into renewable energy projects over the next decade under a development plan of the industry, China Securities Journal said, citing the State Information Center.

The 10-year plan will be released soon, the Journal said, without giving a time frame.

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Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

4 de agosto de 2010

Blog do Planalto
Terça-feira, 3 de agosto de 2010 às 17:59

Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

Os governos do Brasil e da Argentina anunciaram nesta terça-feira (3/8), após reunião bilateral realizada em San Juan, acordo para desenvolvimento de energia nuclear para fins pacíficos. O anúncio foi feito em entrevista coletiva pelos presidentes Lula e Cristina Kirchner no auditório do Centro Cívico da província, após realização da 39a. reunião de Cúpula do Mercosul. Os dois países firmaram ainda compromisso para a realização de obras que permitirão o incremento na geração de energia elétrica.

O Brasil reconheceu ainda a soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, arquipélago que hoje está sob controle da Inglaterra.

O presidente Lula voltou a comemorar o resultado da reunião do Mercosul na Argentina, lembrando que os acordos firmados são uma resposta firme às pessoas que, no passado, mostravam-se céticas quanto ao poder do bloco econômico. Lula disse que a única demanda que não foi fechada na gestão de Cristina Kirchner à frente da presidência pró-têmpore do Mercosul foi o acordo comercial com a União Européia.

¨Espero que nestes cinco meses que temos pela frente consiga fechar o acordo com o companheiro Sarkozy [Nicolas Sarkozy, presidente da França e da UE]¨, disse o presidente brasileiro.

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Países ricos vão pagar para Equador não extrair seu petróleo

4 de agosto de 2010

Os países mais ricos do mundo parecem não ter mais escrúpulos em sua luta contra qualquer forma de crescimento ou desenvolvimento dos países mais pobres que são ricos em recursos naturais. Por décadas as grandes potências vêm boicotando deliberadamente o crescimento dos países pobres, como muito bem descreveu Ha-Joon Chang – autor dos livros “Chutando a Escada” e “Maus Samaritanos“. Um dos principais métodos adotados pelas grandes potências industrializadas tem sido impedir que os países pobres que possuem recursos naturais abundantes, utilizem estes recursos para o seu próprio desenvolvimento.  Pressionar para que estes países não explorem seus próprios recursos naturais normalmente resulta em excedentes, que podem ser exportados para os países  mais industrializados a preços reduzidos., ou seja, os paises pobres continuam pobres e os ricos ficam mais ricos.

Percebendo que pressões diplomáticas e financeiras diretas (FMI, Banco Mundial) ou pressões indiretas, através da mídia ou de ricas Ongs supostamente ambientalistas, não estavam mais sendo suficientes, agora alguns dos países mais desenvolvidos e poderosos do mundo decidiram ir além: estão simplesmente pagando para que países pobres não utilizem seus próprios recursos energéticos. É isto mesmo nosso caro leitor. Infelizmente, não estamos falando de mecanismos discretos como os créditos de carbono, que impedem que os  países pobres utilizem recursos energeticos fosseis, mas pelo menos, podem receber investimentos que contribuem com o desenvolvimento, como energia mais limpa (embora geralmente mais cara). Agora os países desenvolvidos decidiram oferecer dinheiro direto para não extrair petróleo mesmo! O Equador se comprometeu a não explorar algumas de suas reservas petrolíferas recentemente descobertas por um período de 10 anos e países ricos como Alemanha, Holanda, Noruega e Itália vão contribuir para um fundo de 3,6 bilhões de dólares. Segundo estes países, tudo  isso é em nome do meio ambiente…  Como perguntar não ofende, se realmente estes estão tão preocupados com o meio ambiente, porque eles não param de consumir petróleo? E pergutaria mais, será que ainda não existem tecnologias avançadas, muito mais limpas de extração de petróleo, que reduzem enormemente a possibilidade de acidentes ou impactos ambientais? Porque  então, estes países não transferem essas tecnologias para o Equador? Porque exigir que as reservas petrolíferas só sejam exploradas daqui a 10 anos? Que países será que vão se aproveitar destes recursos naturais em 10 anos?

Devido a uma enorme coincidência, esta “iniciativa” ocorre logo depois do Equador iniciar um processo de nacionalização de suas reservas de petróleo, para aumentar o controle público sobre a extração de um recurso natural considerado também um bem público de interesse nacional para o povo equatoriano. O Presidente do Equador, Rafael Correa anunciou a criação de uma nova Lei de Hidrocarbonetos que nacionaliza a produção de petróleo, revisa os contratos feitos no período neoliberal e declarou que as companhias que não aceitarem as novas políticas de petróleo do Equador terão que se submeter a uma nacionalização completa de seus campos petrolíferos. Isto é absolutamente fundamental para a defesa da Soberania do Equador que se vê constantemente vilipendiado e humilhado pelas corporações petrolíferas multinacionais sediadas nas grandes potências.  Estas corporações petrolíferas estrangeiras receberam contratos privilegiados, a preços absurdamente reduzidos, no período dos regimes neoliberais que governaram de forma corrupta o país nos anos 1990.  Estas mesmas empresas pagam impostos reduzidos devido aos “contratos” assinados pelos governos anteriores, praticamente roubando o petróleo do Equador, utilizando tecnologias antigas e altamente poluidoras, sem o menor respeito ao meio ambiente e ao povo equatoriano. Agora que um governo mais nacionalista está no poder e o Presidente decidiu reagir ao tratamenteo recebido pelas corporações petrolíferas estrangeiras, seu governo passou a ser criticado na imprensa internacional e surgiram radicais “defensores” (?) do meio ambiente, contrários à nova Lei dos Hidrocarbonetos, a mesma que nacionaliza as reservas petrolíferas do país.

A Nova Lei de Hidrocarbonetos do Equador entrou em vigência em 26/07/2010 e foi neste processo que foram aceleradas as negociações em torno do acordo supostamente “conservacionista” proposto pelos paises ricos. Alguém realmente acredita que estes países ricos estão absolutamente desinteressados  na questão das possíveis revisões de contrados de suas corporações petrolíferas que podem ocorrer devido à nacionalização por parte do Equador? Está mais do que claro que estes países não querem que as reservas de petróleo do Equador sejam exploradas pelo povo  equatoriano e acreditam que em 10 anos haverá outro governo neoliberal e corrupto disposto a entregar as reservas  do país às corporações petrolíferas internacionaios.

A pior parte desse processo é que a região  que será supostamente “protegida” por esse acordo fica na fronteira tensa do Equador com o Peru, ao lado de um território em litígio, que está em disputa a mais de século entre os dois países e pelo qual Peru e Equador já travaram 2 guerras, uma em 1941 e outra, mais recentemente, em 1995. Será que algum dos países ricos está defendendo a soberania do Equador nesta questão?

Leiam a notícia a seguir:

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Lula vai acompanhar início de obras de Integração Energética Regional no Paraguai

30 de julho de 2010

TN Petróleo

30/07/2010

Presidente Lula vai acompanhar início de obra na hidrelétrica de Itaipu

Fonte: AFP

O presidente do Brasil  Luiz Inácio Lula da Silva realizará uma visita a Assunção, no Paraguai, hoje (30), para assistir ao começo da obra de uma linha de transmissão da hidrelétrica de Itaipu Binacional, até o Paraguai. Seu colega paraguaio , o Presidente Fernando Lugo também estará presente.

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Empresa brasileira desenvolve broca de diamante para pré-sal utilizando tecnologia aeroespacial

28 de julho de 2010

DCI

28/07/10

CVDVale cria broca de diamante para pré-sal

Maurício Godoi Theo Carnier


SÃO PAULO – A CVDVale é uma empresa que foge do lugar-comum: produz diamante sintético em uma ” linha de produção” que é um grande laboratório científico, com o “chão de fábrica” repleto de doutores em Física e cujo fundador, Vladimir Airoldi, trabalhou na Nasa, nos Estados Unidos, há vinte anos, para entender o processo de criação de uma pequena empresa com capacidade inovadora.

Essa empresa, que fica em São José dos Campos (SP), está para dar um grande passo em direção ao crescimento. No mês que vem, começam os testes da Petrobras na camada pré-sal com duas brocas “protótipo” da CVDVale para perfuração de petróleo, utilizando diamante sintético na ponta. “Fizemos enxertos de diamante, produzido a partir de gases, nas brocas, numa iniciativa pioneira no mundo”, garante Airoldi.

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