Posts Tagged ‘Lukoil’

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Lukoil anuncia plano de investimentos internacionais de 9 bilhões com destaque para África

6 de janeiro de 2011

Petroleum Africa
Wednesday, January 5, 2011

Lukoil Dangles Billions for African Frontier Exploration

Russian independent Lukoilis planning to funnel cash into Africa as part of its $9 billion overseas investment program. The firm has been in top-level discussions with three West African countries, including Ghana a Moscow Times report said.

Lukoil Overseas president, Andrei Kuzyayev and Ghana’s energy minister, Joe Oteng Adjei, met for discussions regarding the expansion of the company in Ghana, including the development of new projects. The company is already partnered with Vanco Energy in Ghana.

Following his discussions in Ghana,Kuzyayev held talks in Sierra Leone, while the company’s senior vice president Dmitry Timoshenko visited Liberia’s capital of Monrovia.

http://www.petroleumafrica.com/en/newsarticle.php?NewsID=10852
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Empresa Russa anuncia investimentos na África Ocidental

16 de setembro de 2010

Petroleum Africa

Wednesday, September 15, 2010

Lukoil Has Cash to Spend for West Africa

Russian firm Lukoil is set to invest about $780 million on its assets in two West African countries. According to a report from Ghana Business News the company plans to invest the funds in its oil exploration activities in Cote d’Ivoire and Ghana.

The news outlet cited the Business Insider as its source of information, however no one within the company has confirmed that figure.

According to the report Lukoil expects to find more oil in Africa than in Russia and started off 2010 on the right track. In February the company made a “significant discovery’ of gas and light oil while drilling at the Dzata-1 well on the Cape Three Points Block offshore Ghana with its partner Vanco Energy.

The company also drilled a second and third exploration well off Cote d’Ivoire.

http://www.petroleumafrica.com/en/newsarticle.php?NewsID=10301
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Venezuela e Rússia fecham acordo bilionário no setor petroleiro

2 de abril de 2010

BBC Brasil

02/04/2010

Venezuela e Rússia fecham acordo bilionário no setor petroleiro

O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, formalizaram um acordo petrolífero bilionário, nesta sexta-feira, para a criação de uma empresa binacional de produção e extração de petróleo na faixa petrolífera do rio Orinoco, no norte do país.

Estima-se que as reservas desta faixa petrolífera, ainda em processo de certificação, tenha capacidade de 513 bilhões de barris de petróleo, o que a tornaria a maior reserva de petróleo do mundo.

A parceria integra um conjunto de 31 acordos assinados pelos dois países durante a primeira visita do premiê russo à Venezuela.

A estatal venezuelana PDVSA e o consórcio russo conformado pelas empresas Rosneft, Lukoil, TNK-BP, Gazprom e Surgutneftgaz devem constituir uma empresa mista para operar no campo Junín 6 da faixa petrolífera. Venezuela e Rússia estudam ainda ampliar a parceria petrolífera a outros três campos da faixa do Orinoco.

O governo russo adiantou o pagamento de US$ 600 milhões ao governo venezuelano, como parte da entrada de US$ 1 bilhão que deve ser entregue para a constituição da empresa binacional.

No acordo de associação, PDVSA terá 60% das ações e o consórcio russo ficará com os outros 40%. O projeto final prevê a produção de 450 mil barris diários de petróleo pesado. A inversão prevista para o empreendimento é de US$20 bilhões no prazo de 40 anos.

Defesa

Durante a visita de Putin foram entregues os quatro últimos helicópteros militares Mi-17 que completam o lote de 38 aeronaves compradas em 2006 pelo governo venezuelano.

Ao ser questionado sobre a possível reação dos Estados Unidos em relação à aliança militar com a Rússia, o presidente da Venezuela Hugo Chávez argumentou que as recentes compras são para a defesa do país e que seu arsenal é “modesto”.

“Estamos nos equipando para a defesa. Vai ver o arsenal que tem a rainha da Inglaterra”, afirmou, ao acrescentar. “E agora estão ameaçando a Argentina (…) à rainha digo que devolva essas ilhas à Argentina, as Malvinas são argentinas”, disse Chávez, em referência à nova crise diplomática entre Argentina e Inglaterra.

Desde 2004, a Venezuela tem investido mais de US$ 4 bilhões na compra de armamentos russos. A aliança, considerada estratégica pelo governo de Caracas, permitiu a compra de 24 aviões de combate Sukhoi-30, 53 helicópteros de transporte e ataque e 100 mil fuzis de assalto 7,62 AK 103.

A Rússia passou a ser o maior fornecedor de armamentos para a Venezuela quando os Estados Unidos impuseram um bloqueio proibindo a venda de armas à Venezuela, impedindo, inclusive, a venda de 24 Supertucanos da Embraer para as Forças Armadas do país.

Os Estados Unidos também deixaram de enviar peças de manutenção para as frotas de aviões F-16, de tecnologia norte-americana .

“Lula uma vez me disse: Hugo, não perca mais tempo, não poderemos cumprir (com a venda dos aviões Supertucanos)”, disse Chávez.

“O império ianque não quer que tenhamos nem sequer um avião (…) não nos importa o que pense Washington, não estamos fazendo aliança contra Washington”, afirmou.

O primeiro-ministro russo argumentou que a soma dos gastos militares de todas as nações do mundo são menores aos investimentos norte-americanos nesta área.

Em seguida, Putin disse que para os russos “é bom que os Estados Unidos não queiram vender”, disse o primeiro-ministro, arrancando risos de Chávez.

“Continuaremos apoiando e desenvolvendo as capacidades de defesa da Venezuela”, afirmou Putin em coletiva de imprensa.

Putin disse que o governo venezuelano possui um crédito de US$2 bilhões junto ao governo russo, mas que ainda não utilizou esses recursos para a compra de armas.

Em relação à continuidade do tratado bilateral, firmado em 2008 para promover o desenvolvimento de energia nuclear para fins pacíficos, Chávez disse que ambos países “estão dispostos” a elaborar o primeiro projeto de construção de uma central de energia nuclear.

“Obviamente, com fins pacíficos”, afirmou o mandatário, sem precisar quando o acordo poderia ser concretizado. “Temos que pensar na era pos-petróleo”, disse Chávez, na véspera da visita de Putin.

O governo venezuelano enfrenta uma dura crise interna devido à escassez energética provocada pela longa estiagem.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/04/100402_chavez_putin_acordo_cj_np.shtml