Posts Tagged ‘Guerra’

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Frota da Marinha russa é enviada para o litoral da Síria

8 de setembro de 2013

Voz da Rússia, 07/09/2013

Guerra da Síria

Síria: o que poderá a Marinha russa fazer?

 Ilia Kramnik

A Marinha russa está reunindo no mar Mediterrâneo a maior força naval desde a queda da URSS. O que poderá fazer a força operacional russa em caso de agravamento da situação?

Cruzador lançador de Misseis de Guiados Moskva em Sebastopol - foto Andrew Karpov

O agravamento da crise síria e a perspectiva bastante real de início de uma guerra exigem da Rússia uma reação antecipada aos acontecimentos, e a presença de navios de guerra significa, neste caso, mais do que simplesmente “mostrar a bandeira”.

Quais serão os instrumentos que podem aumentar a eficácia da presença naval russa nas áreas-chave do oceano global? Neste momento, no Mediterrâneo está concentrada uma força composta por mais de 10 navios e de um número indeterminado de submarinos. É a primeira vez em duas décadas, desde o desmantelamento da 5ª Esquadra Operacional (Mediterrânica) da Marinha de Guerra da URSS, em dezembro de 1992, que no Mediterrâneo se encontra tal quantidade de navios arvorando o pavilhão russo.

Antes de mais, chama a atenção a presença de uma grande quantidade de navios de desembarque pesados (LSH). No mar Mediterrâneo se encontram agora 7 LSH sob bandeira russa, incluindo dois da Frota do Pacífico, dois da Frota do Báltico e três da Frota do Mar Negro. Alguns deles já estão no mar há bastante tempo. Assim, o navio Alexander Shabalin zarpou de Baltiysk ainda em dezembro de 2012.

Учения по высадке морского десанта в Калининградской области

Учения морской пехоты Тихоокеанского флота в Приморском крае

Existem várias razões para a presença de LSH. Uma das principais é a de estes países assegurarem um canal de auxílio por parte da Rússia ao governo legítimo da Síria na sua luta contra o terrorismo. Segundo informaram recentemente as agências noticiosas russas, citando fontes do Ministério da Defesa, esses navios foram usados para o transporte de armamento de forma a evitar a repetição do incidente ocorrido com o cargueiro Alaed, cuja viagem para a Síria transportando helicópteros foi impedida no verão de 2012.

Учения морского десанта в Калининградской области

A segunda missão dos LSH nessa região é a realização, em caso de necessidade, da evacuação de cidadãos russos da Síria, tanto os que lá se encontram em serviço, como os que têm residência permanente na Síria.

Cruzador lançador de Misseis Guiados Moskva, da Marinha Russa, na base naval de Sevastopol - foto Andrew Karpov

Vigilância e não só?

As missões da Marinha não se limitam, no entanto, a uma possível operação de evacuação, como o demonstra a presença no Mediterrâneo de navios de combate da Marinha de Guerra russa. Nos próximos dias, deverá chegar ao Mediterrâneo Oriental o cruzador porta-mísseis Moskva, que até agora esteve realizando no Atlântico e no Pacífico visitas a Cuba e à Nicarágua. Esse navio deverá se tornar no núcleo dessa força graças ao seu poderoso sistema de radares e à sua defesa antiaérea de longo alcance. O grupo de navios, reforçado com o Moskva, poderá também realizar uma série de missões em caso de início de uma guerra.

Cruzador lançador de mísseis da classe Moskva Marinha da Rússia - foto RIA Novosti

Em primeiro lugar, as capacidades do cruzador, reforçadas pelo equipamento dos navios de reconhecimento, permitem ter um panorama completo e fiável dos acontecimentos, cobrindo com uma imagem de radar todo o Mediterrâneo Oriental. A segunda missão será colocada à força naval pela direção do país e das suas Forças Armadas. Como resultado, as informações sobre os mísseis de cruzeiro norte-americanos detectados, em caso de os EUA começarem a bombardear a Síria, poderão ser transmitidas não só para Moscou, mas também para Damasco, facilitando a detecção e intercepção dos mísseis pela defesa antiaérea síria.

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy . Foto  Vladimir Prokopenko

Apesar de todas as capacidades dos navios russos, a força como um todo tem um potencial bastante limitado, isso diz respeito especialmente às componentes aérea e anfíbia. Os LSH russos, que estão sendo usados neste caso como transporte, não são uma alternativa aos navios de assalto multiusos (LHA), capazes de assegurar uma presença a longo prazo no teatro de operações de uma força de fuzileiros navais com o respectivo apoio aéreo.

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy . Foto RIA Novosti, Igor Zarembo

Uma presença nesta altura no Mediterrâneo de um ou dois LHA da classe Mistral, integrados na força, poderia reforçar qualitativamente o agrupamento, mas o primeiro navio da série, o Vladivostok, ainda está sendo construído em Saint-Nazaire. Um apoio ainda mais eficaz poderia ser prestado à frota por um porta-aviões, mas o único navio dessa classe existente na Marinha de Guerra Russa só irá iniciar a sua viagem para o mar Mediterrâneo em dezembro de 2013.

http://portuguese.ruvr.ru/2013_09_07/Siria-o-que-poder-fazer-a-marinha-russa-0409/

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy

Navios da Marinha russa - foto Voz da Rússia

Leia mais sobre a crise na Síria e a disputa entre as grandes potências no Oriente Médio: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_09_06/Destacamento-de-navios-da-Marinha-russa-navega-em-direcao-costa-da-Siria-9844/

Acesso via ISAPE Blog : http://isape.wordpress.com/2013/09/07/frota-russa-se-posiciona-no-litoral-da-siria/

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Curso Geopolítica da Energia

11 de janeiro de 2013

Curso "Geopolítica da Energia" - ISAPE
O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia, ISAPE, promove nos dias 21 a 24 de janeiro o curso “Geopolítica da Energia”, que trata da geopolítica dos recursos energéticos que sustentam a economia global. Através de uma análise histórica, de uma apreciação do papel dos recursos na estratégia das grandes potências e de uma análise do atual perfil geográfico e tecnológico de recursos estratégicos, o curso provocará o aluno sobre a importância da problemática energética no nível internacional, abordando questões como a geopolítica do petróleo, as guerras por recursos energéticos, a transição energética e as fontes de energia mais limpas.
O curso será ministrado pelo professor dr. Lucas Kerr de Oliveira, e será realizado no Clube de Cultura de Porto Alegre, das 18:30 às 22:00, nos dias 21, 22, 23 e 24 de janeiro de 2013.
Esta atividade é direcionada a graduandos universitários, vestibulandos, pesquisadores e o público em geral. Faça sua inscrição aqui: www.isape.org.br/
ISAPE - 2013 - Cursos - Cartaz do Curso de Geopolítica da Energia
http://www.isape.org.br/index.php/pagina/home
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Líbia: Infraestrutura petrolífera controlada por rebeldes não foi danificada pelos bombardeios da OTAN

27 de junho de 2011

Oil & Gas Journal
 06/27/2011

Diplomat: Libya’s rebel-held oil facilities ‘largely undamaged’

 Eric Watkins

With Libya’s oil infrastructure thought to be largely undamaged in rebel-held areas of the country, a British diplomat said that exports of oil could resume within 3-4 weeks following the fall of the embattled leader leader Moammar Gadhafi.

“We don’t think the oil infrastructure has been particularly badly damaged physically,” said a British diplomat. “The current estimate is that in the east they can start pumping within three or four weeks.”

The statement followed other reports that have emerged in recent weeks, with some saying that output from Libya could reach 355,000 b/d from rebel-held areas and others saying it would be marginal and not up to full capacity until 2015.

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Líbia: Exportações de petróleo controladas pelos rebeldes crescem para 355 mil barris/dia

23 de junho de 2011

 Oil & Gas Journal
Jun 23, 2011

Goldman Sachs: Libya’s oil exports could rise by 355,000 b/d

Eric Watkins

LOS ANGELES, June 23 — Libya’s oil exports could rise by as much as 355,000 b/d from areas held by forces opposed to the rule of the country’s leader Moammar Gadhafi, according to an analyst report.

“The opposition forces could resume about 200,000 b/d of crude exports as some fields and their related export terminals are largely intact,” said the report by Goldman Sachs Group Inc. “A further 155,000 b/d could potentially be exported at a later stage from a second loading port under their control.”

The report said Libya’s oil exports could climb as high as 585,000 b/d if Gadhafi is removed from power and production resumes from western fields held by his government.

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PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

21 de maio de 2011

Vídeo sobre o andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

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Vídeos do PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

21 de maio de 2011

PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

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Líbia volta a oferecer trégua aos países da OTAN

16 de maio de 2011

o Estado de S.Paulo
15 de maio de 2011

Governo da Líbia volta a oferecer trégua

AE – Agência Estado

O primeiro-ministro da Líbia, Baghdadi Mahmudi, apresentou neste domingo uma nova oferta de trégua em troca de um imediato cessar-fogo por parte das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A oferta de trégua vem à tona no momento em que o conflito na Líbia entra em seu quarto mês e foi feita ao enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) a Trípoli, Abdul-Ilah al-Khatib.

Ao mesmo tempo, porém, o comandante das forças armadas britânicas, general David Richards, defendeu que a Otan intensifique sua campanha militar para assegurar que o líder líbio Muamar Kadafi continue no poder. Também neste domingo, o papa Bento XVI conclamou a realização de negociações para pôr fim à violência no país do norte da África.

Citado pela agência estatal de notícias Jana, Mahmudi disse, depois de uma reunião com Khatib, que a Líbia está pronta para “um imediato cessar-fogo que coincida com o fim dos bombardeios da Otan e com a aceitação de observadores internacionais”.

Mahmudi acusou a Otan de cometer abusos e violações do mandado do Conselho de Segurança (CS) da ONU, inclusive “assassinatos políticos, cerco naval, bombardeio de áreas civis e destruição da infraestrutura”. As informações são da Dow Jones.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,governo-da-libia-volta-a-oferecer-tregua,719571,0.htm

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Líbia: intervenção humanitária por petróleo?

10 de maio de 2011

O projeto líbio de uma nova moeda internacional para a África, sustentada por petróleo e ouro, o “gold dinar”, pode ter sido determinante para a decisão da OTAN atacar o país.

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A escalada da guerra petroimperialista na Líbia

28 de abril de 2011

World Workers
Apr 27, 2011

Imperialists escalate Libya war

By Abayomi Azikiwe

Editor, Pan-African News Wire

Actions by the U.S. government and NATO during late April indicate clearly that the ultimate objective of the war against Libya is regime change, leading to a full-scale military occupation of the North African state.

As the humanitarian crisis worsens in the areas around the contested port city of Misrata, the imperialist states and their allies are taking actions that will only escalate tensions and result in more civilians suffering and dying.

After announcing the deployment of CIA drones in the war against Libya, the Pentagon confirmed the first attack utilizing this dreaded, unpiloted weapon on April 23 near the capital of Tripoli.

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A rapina do século: O assalto aos Fundos Soberanos da Líbia

25 de abril de 2011

JusBrasil
22/Abril/2011

A rapina do século: O assalto aos fundos soberanos líbios

Manlio Dinucci*

O objectivo da guerra na Líbia não é apenas o petróleo, cujas reservas (estimadas em 60 mil milhões de barris) são as mais importantes da África e cujos custos de extracção estão entre os mais baixos do mundo. Nem, tão pouco, o gás natural, cujas reservas são estimadas em cerca de 1500 mil milhões de m3. Na mira dos “voluntários” da operação “Protector unificado” também estão os fundos soberanos, os capitais que o Estado líbio investiu no estrangeiro.

Os fundos soberanos geridos pela Libyan Investment Authority (LIA) são estimados em cerca de 70 mil milhões de dólares, que sobem a mais de 150 se se incluírem os investimentos estrangeiros do Banco Central e de outros organismos. E poderiam ser ainda mais importantes. Ainda que sejam inferiores aos da Arábia Saudita ou do Kuwait, os fundos soberanos líbios caracterizam-se pelo seu crescimento rápido. Quando a LIA foi constituída em 2006, ela dispunha de 40 mil milhões de dólares. Em apenas cinco anos ela efectuou investimentos em mais de uma centena de sociedades norte-africanas, asiáticas, europeias, norte-americanas e sul-americanas: holdings, bancos, imobiliário, indústria, companhias de petróleo e outras.

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Vídeos: A guerra pelo petróleo líbio

16 de abril de 2011

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Países do BRICS condenam ataques na Líbia e defendem diálogo

15 de abril de 2011

Agência Brasil
14/04/2011

Líderes do Brics condenam ataques na Líbia e defendem a busca pelo diálogo

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e os presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dmitry Medvedev, e da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, criticaram hoje (14) os ataques à Líbia. Os presidentes e o primeiro-ministro defenderam a busca pelo diálogo na tentativa de dirimir impasses e controvérsias. A crítica foi reforçada na Declaração de Sanya, comunicado divulgado hoje, em nome dos representantes dos Brics.

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Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

13 de abril de 2011

12 Abril 2011
AIE

Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

Raquel Godinho

rgodinho@negocios.pt

A Agência Internacional de Energia (AIE) manteve praticamente inalteradas as suas previsões para a procura mundial de petróleo em 2011.

De acordo com o relatório mensal, citado pela agência Bloomberg, o consumo mundial de petróleo deverá aumentar, este ano, em 1,4 milhões de barris por dia, ou 1,6%, para uma média de 89,4 milhões de barris por dia.

Contudo, a mesma entidade acrescenta que os dados preliminares “já revelam sinais de abrandamento da procura de petróleo” e que as reservas globais começam a parecer “escassas” depois de os conflitos na Líbia terem afectado a capacidade de produção da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Os 11 membros desta organização, responsável por cerca de 40% da produção mundial de petróleo, produziram 26,51 milhões de barris por dia no mês passado, o que significa o valor mais baixo desde Maio de 2010.

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Crise na Costa do Marfim reduz capacidade de refino de petróleo no país

31 de março de 2011

Petroleum Africa
Thursday, March 31, 2011

Cote d’Ivoire Refinery Running out of Feedstock

Continued fighting and the resultant sanctions in Cote d’Ivoire have put a strain on the country’s refining capacity. The West African country’s only refinery may have to close completely as sanctions imposed on the country following the dispute over its November elections have dried up its crude supply.

“By mid-April if we have no crude the whole refinery will be shut down,” Joel Dervain, managing director of the Societe Ivoirienne de Raffinage plant was quoted in a Bloomberg article. “We have no financial means to purchase the crude because all the assets were frozen. We have been under sanctions. We have filed legal proceedings. We are waiting for the results.”

The refinery, located in Abidjan, has a capacity of 80,000 bpd. The plant is currently operating at a rate of 25,000 to 30,000 bpd and is fast running out crude.

http://www.petroleumafrica.com/en/newsarticle.php?NewsID=11291
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Rebeldes líbios vão vender petróleo no Qatar

31 de março de 2011

Petroleum Africa
Thursday, March 31, 2011

Libyan Rebels Offer Crude for Export

Libya is open for business according to the rebel coalition in Benghazi. The group claims to have worked out a deal with Qatar for the 100,000 bpd that it says is being produce from a field under rebel control. Although the Benghazi council claimed that Qatar would market oil from the eastern part of the country, analysts were skeptical, noting that Qatar had not confirmed those claims. However, the Qatar News Agency said that the country had recognized the rebel council as the “sole legitimate representative of the Libyan people.”

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Tropas das Forças Especiais inglesas íniciaram ataques na Líbia

22 de março de 2011

Sunday Mirror
20/03/2011

Crack SAS troops hunt Gaddafi weapons inside Libya

by Mike Hamilton,

 'Sunday Paper Pics 20 03 2011' gallery

Hundreds of British SAS soldiers have been operating with rebel groups inside Libya for three weeks, the Sunday Mirror can reveal today.

Two special forces units, nicknamed “Smash” teams for their destructive ability, are hunting Colonel Gaddafi’s long-range surface-to-air missile ­systems, which could launch attacks on jets or commercial airliners.

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Tropas da Arábia Saudita ocumpam o Bahrein para esmagar manifestações populares

16 de março de 2011

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Arábia Saudita invade o Bahrein para esmagar as manifestações populares no país vizinho

15 de março de 2011

Folha de S. Paulo
14/03/2011

Arábia Saudita envia tropas, e Hillary pede moderação no Bahrein

DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, pediu nesta segunda-feira que as monarquias do golfo Pérsico tenham moderação em relação ao Bahrein e expressou sua preocupação em relação à perigosa situação no pequeno reino após uma reunião com o chanceler dos Emirados Árabes Unidos (EAU), o xeque Abdalah ben Zayed. As declarações foram feitas no mesmo dia em que a Arábia Saudita enviou tropas para coibir a revolta no país.

“A secretária de Estado deu a conhecer sua profunda preocupação a respeito da perigosa situação no Bahrein”, afirmou a jornalistas um funcionário do governo americano que pediu para não ser identificado.

Clinton pediu a “todas as forças de segurança no Bahrein” a mostrar moderação.

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A batalha entre Irã e Arábia Saudita pela influência no Bahrein

9 de março de 2011

STRATFOR
March 8, 2011

Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabia

By  George Friedman


The world’s attention is focused on Libya, which is now in a state of civil war with the winner far from clear. While crucial for the Libyan people and of some significance to the world’s oil markets, in our view, Libya is not the most important event in the Arab world at the moment. The demonstrations in Bahrain are, in my view, far more significant in their implications for the region and potentially for the world. To understand this, we must place it in a strategic context.

As STRATFOR has been saying for quite a while, a decisive moment is approaching, with the United States currently slated to withdraw the last of its forces from Iraq by the end of the year. Indeed, we are already at a point where the composition of the 50,000 troops remaining in Iraq has shifted from combat troops to training and support personnel. As it stands now, even these will all be gone by Dec. 31, 2011, provided the United States does not negotiate an extended stay. Iraq still does not have a stable government. It also does not have a military and security apparatus able to enforce the will of the government (which is hardly of one mind on anything) on the country, much less defend the country from outside forces.

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Potências européias retiram cidadãos da Líbia e companhias petrolíferas euroamericanas pressionam pela deposição de Kadafi

28 de fevereiro de 2011

World Workers
 Feb 27, 2011

European imperialists deploy military forces in Libya evacuations

U.S. imposes sanctions as oil companies salivate over prospect of ‘regime change’

By Deirdre Griswold

Feb. 27 — As fighting continues between government forces and an opposition that is increasingly carrying out military attacks and has taken control of much of Libya’s oil-producing regions, tens of thousands of foreign nationals are leaving the country.

The vast majority are workers who have left on civilian vessels — ferry boats, commercial ships and chartered planes. Other thousands have left by road.

However, the NATO countries — particularly Britain, Germany, Spain and Italy — have sent warships and warplanes to Libya, ostensibly to rescue a few hundred of their nationals. The most complete tally of the evacuations is being provided by Reuters.

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Brasil mantém proibição aos navios ingleses vindos das Malvinas para atracarem em portos brasileiros

12 de janeiro de 2011

Agência Brasil – 12/01/2011

Jobim diz que decisão brasileira em relação a navio de guerra britânico vindo das Malvinas é padrão

Débora Zampier

Brasília – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (12) que é padrão a decisão brasileira de impedir que um navio de guerra britânico vindo das Malvinas atracasse no Brasil. “É padrão porque todas as demandas que são feitas de aviões ou navios britânicos em operações de guerra nas Malvinas, o Brasil não aceita. Nós reconhecemos a soberania da Argentina sobre as Malvinas e não da Inglaterra”, disse Jobim após sair de evento que lembrou os soldados brasileiros mortos no terremoto do Haiti.

O Itamaraty confirmou que o governo brasileiro impediu que um navio atracasse no Rio de Janeiro, conforme divulgado pelo jornal argentino Clarín. Entretanto, o Itamaraty afirmou que a permissão para que navios britânicos atraquem em costa brasileira será tomada caso a caso.

Jobim também afirmou que ainda está em análise o envio de ajuda para o Rio de Janeiro em função das enchentes que castigam a região serrana do estado. “Estamos analisando e fazendo um levantamento das necessidades. Esse assunto está sendo conduzido pelo chefe do Estado Maior com os comandos das Forças [Armadas]”.

Edição: Lana Cristina

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/3163233

Leia mais sobre este assunto na Agência Brasil
13/01/2011 – Argentina classifica relação com o Brasil de aliança estratégica
12/01/2011 – Navios ingleses não receberam autorização para parar em porto brasileiro, confirma Itamaraty
11/10/2010 – Argentina repudia na ONU exercícios militares da Grã-Bretanha nas Malvinas
10/10/2010 – Exercícios militares nas Ilhas Malvinas criam novo conflito entre Argentina e Grã-Bretanha

Bacias Sedimentares no Atlântico Sul – fonte: Getech – Geodynamics and Petroleum Geology of the South Atlantic Margins

 

Acesso via o blog do Isape: http://isape.wordpress.com/2011/01/12/brasil-mantem-proibicao-aos-navios-ingleses-rumo-as-malvinas-para-atracar-em-portos-brasileiros/
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Segurança energética é central na nova estratégia da OTAN

22 de novembro de 2010

Carta Capital
22 de novembro de 2010 às 8:23h

Segurança energética é preocupação central em nova estratégia da Otan

Simone Cunha e Vitor Sorano

Em plano que coloca parcerias como centrais, Portugal tenta chamar a atenção para o Atlântico Sul Fornecimento e distribuição de energia são preocupação central do plano da Otan para os próximos 10 anos, apresentado há pouco em Lisboa. A segurança cooperativa é um dos três pontos do plano, que prevê parcerias com países de fora do bloco e aborda a necessidade de agir além das fronteiras. Portugal, que simbolicamente abriga o evento, tenta apontar os holofotes o Atlântico Sul, movimento rechaçado pelo ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim.

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Declaração da OTAN defende prioridade para “Segurança Energética” do bloco

20 de novembro de 2010

Diário Digital / Lusa
sábado, 20 de Novembro de 2010

NATO: Segurança energética destacada no projecto final

Soldados americanos patrulham zona de um oleoduto no Iraque atacado pela resistência iraquiana

Os 28 membros da NATO vão fortalecer as capacidades da Aliança para responder às crescentes ameaças cibernéticas e para garantir as condições ideais para a segurança energética, tema «de importância».

Isso mesmo é destacado no projeto de declaração final da cimeira da NATO, obtido pela Lusa, e que destaca a necessidade de conseguir segurança «no fornecimento energético estável e fiável».

Diversificar rotas, fornecedores e fontes energéticas e assegurar a interconexão das redes elétricas são objetivos que assumem «importância crítica» e que levam a Aliança a manter as consultas sobre «os riscos mais imediatos no campo da segurança energética».

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=10&id_news=479802

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Estados Unidos e OTAN pretendem “redelimitar” o Atlântico em projeto que pode ameaçar o Brasil

3 de novembro de 2010

Agência Brasil
03/11/2010

Brasil só discutirá criação da “Bacia do Atlântico” depois que EUA referendarem Convenção do Mar

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência

Rio de Janeiro – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (3) que o governo brasileiro só aceitará negociar com os Estados Unidos a criação da Bacia do Atlântico, que prevê a união dos países do Atlântico Sul e do Atlântico Norte e apagar a linha divisória entre os dois Atlânticos, depois que os norte-americanos referendarem a Convenção do Mar da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Com relação a iniciarmos esta discussão sobre o conceito novo que vem sendo denominado de Bacia do Atlântico e apagar a linha divisória entre o Atlântico Sul e o Atlântico Norte a minha opinião é a de que o Brasil só pode sentar à mesa com os EUA para tratar do tema depois que eles referendarem a Convenção do Mar da ONU, antes disso não”.

O ministro disse que o próprio governo norte-americano já concorda com este referendo, mas o Senado dos Estados Unidos, até o momento, vem rejeitando o referendo.

Jobim lembrou que o Executivo mandou, inclusive, a mensagem para o Senado que não aceitou referendar a Convenção do Mar que traça o arcabouço jurídico para os limites de cada país em relação à sua costa marinha.

“O arcabouço jurídico para o mar está definido nessa convenção, e o Brasil é signatário dessa convenção. Os direitos do Brasil aos fundos marinhos até 350 milhas do litoral [onde inclusive está situado o pré-sal] decorre da Convenção do Mar. Ou seja, só é possível conversar com um país sobre temas como o da Bacia do Atlântico se ele respeitar esta regra”.

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“Tempos de Mudança na África Ocidental”

2 de novembro de 2010

Petroleum Africa
Monday, November 1, 2010

Time for Change in West Africa

West Africa is undergoing several political changes as several countries are holding elections. Cote d’Ivoire makes the top of the list with its first presidential election since its civil war in 2002. However, while many are hopeful that the elections will have a positive effect on the war-torn country, others remain leery as to the uncertainties that could soon follow.

The current president Laurent Gbagbo is facing 13 challengers with the main candidates being Alassane Ouattara, popular in the pro-rebel north, and Henri Konan Bedie, former president toppled in 1999 in the country’s first coup. If someone fails to win the majority vote, the top two finishers will face off in a second election round set to be held on November 28.

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Tensão no Sudão: disputas por petróleo, separatismo e plebiscito de janeiro de 2011 podem reascender a guerra civil?

2 de setembro de 2010

Crisis Group

2 Sep 2010

Sudan: Defining the North-South Border

Africa Briefing N°75

The January 2011 referendum on self-determination could result in Sudan’s partition, and the country’s North-South border may ultimately become the world’s newest international boundary. The 2005 Comprehensive Peace Agreement (CPA) that ended two decades of civil war called for the border between the North and the semi-autonomous South to be demarcated within six months. Five years later, the task remains incomplete. The sooner the parties break the border deadlock the better, though the process need not necessarily be completed prior to the referendum as Khartoum has argued previously. Furthermore, a solution to the border is about not only drawing a line, but also defining the nature and management of that border and the future relations of communities on both sides. A “soft” boundary is ideal, one backed by a framework for cross-border arrangements and, if necessary, safeguarded by a joint monitoring mechanism. Progress toward both demarcating and defining the border will prevent it from becoming a source of renewed conflict in the post-CPA era.

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Irã inaugura primeiro trecho do gasoduto Irã-Paquistão

23 de agosto de 2010

VoaNews

23 August 2010

Iran Inaugurates New Gas Pipeline to Pakistan

Edward Yeranian | Cairo

Iran inaugurated part of what it said is a new gas pipeline between its main South Pars gas field and neighboring Pakistan. Tehran said new economic sanctions will not stop the deal with Pakistan.

With great fanfare, Iran’s top vice president, Mohammad Reza Rahimi, presided over the inauguration of what the Iranian press is calling the “peace pipeline,” from the main South Pars gas field to the Pakistani border. It could not be independently confirmed how much of the pipeline is actually functioning.

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Cúpula entre Rússia, Afeganistão, Paquistão e Tadjiquistão discute segurança regional em Sochi

18 de agosto de 2010

O Dia Online

18/08/2010

Rússia, Afeganistão, Paquistão e Tadjiquistão se unem na luta antiterrorista

Moscou (Rússia) – Os presidentes da Rússia, Afeganistão, Paquistão e Tadjiquistão concordaram nesta quarta-feira em criar um mecanismo de consultas regulares para a luta contra o terrorismo e o narcotráfico, assim como para a cooperação econômica regional.

Os chefes de Estado russo, Dmitri Medvedev; afegão, Hamid Karzai; paquistanês, Asif Alí Kazari, e tadjique, Emomali Rahmon, fizeram a declaração conjunta na cúpula realizada no balneário de Sochi, nas margens do Mar Negro, explicou o ministro de Assuntos Exteriores russo, Serguei Lavrov.

“O ponto que caracterizou este fórum foi o compromisso com a cooperação e o desejo de conseguir que o formato de quarteto se transforme em um fator com cada vez mais peso nos esforços para fortalecer a estabilidade (regional)”, disse o chefe de diplomacia russa, citado pelas agências locais.

O documento adotado pelos presidentes qualifica o terrorismo e o narcotráfico como “uma ameaça para a paz e a estabilidade” e referenda o compromisso dos quatro países de aumentar seus esforços para combater estes flagelos.

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Geopolítica da Ásia Central: das disputas tradicionais aos projetos de Integração Regional

13 de agosto de 2010

International Herald Tribune
13/08/2010

Os novos caminhos da seda na Ásia

Parag Khanna

Ulaanbaatar (Mongólia)

Deborah Weinberg

O destino dos enormes depósitos de lítio descobertos recentemente no Afeganistão não deve ser diferente daquele dos outros recursos naturais dos países da Ásia Central que não têm saída para o mar: explorados pelo Ocidente e eventualmente controlados pelo Oriente.

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Cúpula do Mercosul reitera apoio à Argentina na questão das Malvinas

3 de agosto de 2010

O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2010

Mercosul reitera apoio à Argentina em disputa pelas ilhas Malvinas

Reivindicação foi intensificada após companhias britânicas começarem a prospectar petróleo nas ilhas

Efe

SAN JUAN, ARGENTINA- Os membros do Mercosul e os países associados confirmaram nesta terça-feira, 3, seu apoio à Argentina em sua “legítima reivindicação” pela soberania das Ilhas Malvinas e seu interesse por uma rápida solução para o conflito com o Reino Unido.

Em comunicado conjunto divulgado ao término da 39ª cúpula do bloco lembraram “o interesse regional para que a prolongada disputa alcance o mais rápido possível uma solução, em conformidade com as resoluções pertinentes das Nações Unidas” e as declarações dos foros regionais e multilaterais.

Nesse sentido, rejeitaram “a adoção de medidas unilaterais, que não são compatíveis com o decidido pelas Nações Unidas”, de acordo com o documento assinado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, membros plenos do Mercosul, mais os associados Venezuela, Chile, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.

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