Posts Tagged ‘Gasoduto’

h1

Novo recorde nas exportações de gás natural da Bolívia para o Brasil e Argentina

29 de abril de 2013

Los Tiempos, 29/04/2013

Reportan récord de venta de gas a Argentina y Brasil

Ed. Impresa EXPORTACIONES | En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones

Por Redacción Central

 

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. - La Prensa Agencia

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. – La Prensa Agencia

 

 

Las ventas de gas natural a Brasil y Argentina sumaron 1.499 millones de dólares entre enero y marzo de este año, un 29,5 por ciento más que los 1.157,5 millones logrados en el mismo periodo de 2012, informó ayer Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

En el primer trimestre de 2013, el valor de las exportaciones de gas a Brasil fue de 963,8 millones de dólares y el de las ventas a Argentina llegó a 535,4 millones, según datos del Instituto Nacional de Estadística (INE) citados por YPFB en un comunicado.

Las ventas de otros combustibles bolivianos entre enero y marzo llegaron a 59 millones de dólares, por lo que el valor total de las exportaciones de la actividad económica de extracción de hidrocarburos fue de 1.558 millones, añadió la estatal petrolera.

Esa cifra supera en 29,6 por ciento el valor de las exportaciones de hidrocarburos del primer trimestre de 2012, cuando la cifra fue de 1.202 millones de bolivianos.

La estatal petrolera destacó que las ventas de hidrocarburos representan el 53 por ciento del total de las exportaciones bolivianas, seguida por las de la industria manufacturera (24,3 por ciento), minería (17 por ciento) y agricultura (4 por ciento).

A principios de este mes, YPFB reportó un aumento en un 21 por ciento en marzo de sus exportaciones de gas natural hacia Brasil y Argentina respecto del mismo mes de 2012.

En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones.

Según la compañía petrolera boliviana, esos datos corroboran que la producción de hidrocarburos continúa como la actividad económica de mayor valor en las exportaciones nacionales.

La producción de gas en Bolivia está a cargo básicamente de compañías privadas extranjeras, entre ellas la española Repsol, la brasileña Petrobras, la francesa Total y la británica British Gas, pero desde 2006 la comercialización la gestiona YPFB.

Para alcanzar esas metas, la estatal YPFB recordó que lleva adelante un ambicioso programa de desarrollo, con énfasis en la exploración y desarrollo de campos (upstream), con la finalidad de incrementar progresivamente la producción nacional de gas natural e hidrocarburos líquidos asociados para solventar todos los requerimientos del mercado interno y los contratos de exportación.

Morales inaugura obras financiadas por YPFB

El presidente Evo Morales inauguró ayer el coliseo multifuncional “Emiliano Villazón”, nueve aulas y baños para el núcleo escolar “Pamtilla”, financiados por YPFB, en el municipio de La Palca, y exhortó a mantener la lucha por la liberación social, cultural y económica en Bolivia.

“Sólo es continuar con esas grandes luchas por la independencia, por la liberación social, cultural, por la liberación económica.

Ahora en Bolivia, en poco tiempo estamos demostrando, hermanas y hermanos, y por eso van llegando obras, con seguridad van a seguir llegando obras”, aseguró en un acto que se realizó en esa población a más de 120 kilómetros de la ciudad de Cochabamba.

Según informó la agencia estatal ABI, Morales dijo que la entrega de obras continuará, tomando en cuenta que los recursos provienen de la recuperación de los recursos naturales, especialmente los hidrocarburos, fondos que incrementan los ingresos de las gobernaciones y las alcaldías, además del apoyo del Programa “Bolivia cambia, Evo Cumple”, proyectado para atender pequeños requerimientos de las poblaciones.

 

Ventas de gas a Brasil y Argentina suman $us 1.499 millones

Rusia invita a Evo a una cumbre mundial de gas

 

Fonte: http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/economia/20130429/reportan-record-de-venta-de-gas-a-argentina-y_211136_453445.html

 

h1

Atentado realizado pelos insurgentes curdos do PKK paralisa parcialmente o gasoduto Irã-Turquia

24 de agosto de 2010

Energy Tribune
31/08/2010

Iran to resume gas export to Turkey

Tehran Times Economic Desk

TEHRAN — Iran’s natural gas flow to Turkey would be resumed within the next seven days after it was halted because of an explosion on August 25, an official with the National Iranian Gas Company said here on Monday.

The Mehr News Agency quoted Valiollah Dini as saying that, “Based on an announcement by the (Turkish pipeline operator) Botas, gas exports to Turkey would be resumed within the next seven days.”

Read the rest of this entry ?

h1

Gazprom inicia construção do gasoduto submarino “Nord Stream” entre Rússia e Alemanha no Mar Báltico

9 de abril de 2010

DW-World Deutsche Welle

09/04/2010

Estatal russa Gazprom inicia construção de gasoduto estratégico no Báltico

Jutta Wasserrab     e    Marcio Damasceno

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5449742,00.html

Primeiros  tubos começam a ser submersos

A construção do gasoduto Nord Stream, projeto milionário que atravessará o Mar Báltico, foi iniciada oficialmente nesta sexta-feira (9/4). A cerimônia de inauguração das obras, realizada na baía russa de Portovaya, próxima à fronteira finlandesa, contou com a presença do presidente russo, Dimitri Medvedev, e do ex-premiê alemão Gerhard Schröder.

A partir de 2011, o duto deverá transportar anualmente até 55 bilhões de metros cúbicos de gás à Europa Ocidental, o que corresponderia a cerca de 11% da demanda esperada para a região no ano de 2030.

O projeto, orçado em 7,4 bilhões de euros, foi concebido como complemento estratégico aos velhos dutos, que atravessam Ucrânia e Polônia. Os conflitos entre a gigante russa Gazprom e a Ucrânia, que provocaram interrupções no abastecimento europeu nos últimos anos, parecem ter tornado a iniciativa ainda mais urgente.

Russos deixaram concorrência para trás

Nord Stream, South Stream, Nabucco. Todos eles devem levar gás natural do Oriente para a Europa Central. Quanto ao Nabucco, há apenas uma declaração política de intenções; já no caso de South Stream, o processo está um pouco mais adiantado. O gasoduto Nord Stream, por sua vez, começa a ser construído agora sob o Báltico. E com ele a estatal russa Gazprom deixou a concorrência bem para trás.

Nas próximas décadas, a Rússia vai fornecer à Alemanha e à Europa Central ainda mais gás. “O consumo crescerá. Por isso, é sensato ter acesso aos principais fornecedores. E a Rússia é uma”, afirmou Schröder.

Quando no poder, o político social-democrata se empenhou pessoalmente no projeto. Hoje Schröder é o presidente do conselho de administração e o principal lobista da Nord Stream, grupo proprietário do gasoduto do Mar Báltico. “A Rússia também era uma importante fornecedora de energia nos tempos da Guerra Fria, e nunca tivemos problemas com a segurança do abastecimento. Tenho certeza de que isso não vai mudar no futuro.”

Medvedev e  Schröder inauguraram as obras Medvedev e Schröder inauguraram as obras


Gazprom se adiantou aos fatos

Por trás da Nord Stream, entretanto, está a Gazprom, empresa estatal russa e maior produtora de gás natural no mundo. O consórcio liderado pela Gazprom criou fatos, antes mesmo de se decidir se o gasoduto poderia ser mesmo construído.

Já desde 2007, a empresa vem encomendando tubos de aço reforçados com concreto, apropriados para uso subaquático. A aprovação final e o dinheiro chegaram, no entanto, apenas há algumas semanas.

A Nord Stream bate, assim, um concorrente que ainda nem chegou a implementar seu projeto: o gasoduto Nabucco, iniciativa do grupo austríaco de energia OMV. E por trás do Nabucco também está um veterano da política alemã: o verde Joschka Fischer, ex-ministro do Exterior.

“O que não queremos é um monopólio. Acho sensato que nós, europeus, garantamos a segurança energética através de um vasto leque de ofertas”, argumenta Fischer.

Nabucco quer romper monopólio russo

E isso significa, em linguagem simples, que Fischer e seu consórcio pretendem quebrar o domínio dos russos. O gasoduto Nabucco, que tem participação da gigante alemã de energia RWE, deve transportar gás da região do Mar Cáspio (e, portanto, não da Rússia) para a Europa Ocidental por uma rota ao sul do Mar Negro. O Nabucco é tido como o projeto predileto da Comissão Europeia.

Favorizado pela UE, o Nabucco deve levar gás da região do Mar Cáspio até a Europa

As palavras do comissário de Energia da UE, o alemão Günther Oettinger, não deixam margem de dúvida. “O Nabucco não é apenas um potencial duto novo, é um projeto europeu. E passa por uma outra região rica em gás, o Mar Cáspio, reduzindo pela metade a dependência da Europa. Por um lado, a dependência tecnológica diminui em decorrência da criação de uma rota adicional; por outro, o gás viria de uma região diferente, por meio de outras parcerias, o que também reduz significativamente a dependência.”

Alternativas podem tornar supérfluos novos gasodutos

No entanto, há um inconveniente. O gasoduto Nabucco é politicamente desejado, mas até hoje nenhum dos investidores sabe de onde deverá vir o gás. Eles viajam regularmente ao Azerbaijão, ao Turcomenistão e ao Iraque – até agora sem contrato nenhum.

Além disso, o Nabucco pode se ameaçado pelo plano da Gazprom de construir o South Stream, um novo duto que deverá atravessar o Mar Negro diretamente ao norte do projeto austríaco e europeu.

Se a Agência Internacional de Energia estiver certa em sua previsão de que, em 2030, a Europa Ocidental terá uma demanda adicional de 200 bilhões de metros cúbicos de gás, não haverá problema, pois o mercado será suficiente para todos.

No entanto, também há prognósticos de que o consumo de gás da Europa vai se manter estável em decorrência da diversificação das fontes de energia. Neste caso, a Gazprom e a Rússia certamente dominariam o mercado de gás europeu.

Revisão: Simone Lopes

http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5449742,00.html

-

Leia também as análises sobre o tema:

Presidente da Rússia deu início à realização do projeto gasífero Nord Stream

http://darussia.blogspot.com/2010/04/presidente-da-russia-deu-inicio.html

-

Nord Stream gas pipeline underwater construction starts

http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8607214.stm

h1

Nord Stream: “The First Three Kilometres Are Laid”

9 de abril de 2010

Nord Stream

Zug, 09 April 2010.

Nord Stream: “The First Three Kilometres Are Laid”

http://www.nord-stream.com/uploads/media/Nord_Stream_Statement_Start_of_Pipe_Laying_eng_20100409.pdf

-
  • Construction started in Swedish waters; first gas deliveries planned in 2011
  • One of three specialised pipelay barges is now laying the first section of the pipeline towards the Gulf of Finland
  • 1,224-kilometre long natural gas pipeline to connect European gas grid to Russia’s large gas reserves

Construction of the Nord Stream natural gas pipeline has started in the Swedish Exclusive Economic Zone of the Baltic Sea. The pipelay barge Castoro Sei (C6) began offshore pipe laying near the Island of Gotland and with a distance of 675 kilometres from the pipeline’s starting point near Vyborg, Russia, marking an important milestone for the Nord Stream project.

“The first three kilometres of the Nord Stream Pipeline are laid,” said Henning Kothe, Project Director, Nord Stream AG. “Now we are finally making our project a reality. During the permitting phase, we showed that we are planning a technically and environmentally safe project; now we will live up to our plans and create the infrastructure that will secure Europe’s gas supply for decades to come.” Since 2006, the Swiss-based consortium has thoroughly planned one of Europe’s largest infrastructure projects. When completed, the Nord Stream Pipeline will transport 55 billion cubic metres of natural gas a year to Europe.

Environmental Factors Play Important Role

Before Nord Stream could start constructing the first of its two pipelines, each of them with an inner diameter of 1.153 metres, the consortium underwent a permitting process involving all nine countries bordering the Baltic Sea. Detailed transboundary and national environmental impact assessments were carried out based on detailed studies of the Baltic Sea region. Nord Stream invested more than 100 million Euros in surveys and route planning. This led to the development of pipe-laying procedures and sequencing, as well as an environmental monitoring programme to meet safety and environmental requirements while enabling the construction vessels to work efficiently.

Three Specialised Pipelay Vessels

Throughout the project, a number of vessels will be used for different activities such as pipe supply, surveying, or anchor handling. Pipe laying itself will be carried out by three lay barges: Saipem’s Castoro Sei for most of the offshore construction, Saipem’s Castoro Dieci, near the German shore (from June 2010) and Allseas’ Solitaire in the Gulf of Finland (starting in September 2010). Each of these vessels is a floating factory: Continuously, concrete coated steel pipes, each about 12-metres long and weighing about 25 tonnes will be supplied from five stockyards located around the Baltic Sea. On board, pipes are bevelled and welded together to form the pipeline. Before they are lowered into their designated position on the seabed, each weld will be subjected to ultrasonic testing, millimetre by millimetre.

http://www.nord-stream.com/uploads/media/Nord_Stream_Statement_Start_of_Pipe_Laying_eng_20100409.pdf


http://www.nord-stream.com/fileadmin/Dokumente/3__PNG_JPG/4__Maps/The_Planned_Pipeline_Route_EN_rgb.jpg
h1

Petrobrás se expande em várias áreas e já movimenta 10% do PIB

30 de janeiro de 2010

O Estadao de S.Paulo

30 de janeiro de 2010

Petrobrás se expande em várias áreas e já movimenta 10% do PIB

Valor de mercado da empresa cresceu 10 vezes, de US$ 18 bi em janeiro de 2002 para US$ 200 bi em dezembro de 2009

Raquel Landim

SUPERMALHA – Obra de gasoduto da Petrobrás: estatal tem hoje 5.416 km, ante 2.762 km em 2002

 
Às vésperas do Natal, a Petrobrás comprou sua primeira usina de etanol. Um mês antes, adquiriu metade de uma fábrica de biodiesel. No início do ano, aumentou sua participação na Braskem, empresa que acaba de adquirir a Quattor e formar uma das maiores petroquímicas do mundo. Esses são os lances mais recentes da estratégia de crescimento da Petrobrás, traçada pelo governo Lula, que inclui também compras de redes de postos de combustíveis, usinas termoelétricas e construção de pelo menos uma fábrica de fertilizantes.

Read the rest of this entry ?

h1

La desestabilización de Bolivia y la “Opción Kosovo”

23 de setembro de 2008

Global Research

September 23, 2008

La desestabilización de Bolivia y la “Opción Kosovo”

Michel Chossudovsky

http://www.globalresearch.ca/

La secesión de las provincias orientales de Bolivia forma parte de una operación encubierta patrocinada por Estados Unidos, coordinada por el departamento de Estado estadounidense en coordinación con sus agencias de inteligencia.

Según un informe de prensa, “USAID tiene una “Oficina de Iniciativas de Transición” que opera en Bolivia y canaliza millones de dólares para adiestrar y apoyar a los gobiernos regionales y movimientos de oposición de derecha” [1], los escuadrones de la muerte responsables de la muerte de los seguidores de Evo Morales en El Porvenir están apoyados de forma encubierta por Estados Unidos, que también proporciona apoyo a través de varios grupos de oposición por medio del Legado Nacional para la Democracia [National Endowment for Democracy].

El expulsado embajador estadounidenses Philip S. Goldberg trabajaba a las órdenes del vice-secretario de Estado John Negroponte, que supervisa directamente las diferentes “actividades” de las embajadas estadounidenses en todo el mundo. A este respecto, actuando entre bambalinas Negroponte desempeña un papel mucho más importante que la secretaria de Estado Condoleeza Rice. También es conocido por ser uno de los principales artífices de los cambios de régimen y del apoyo encubierto a los escuadrones de la muerte paramilitares tanto en América Central como en Iraq.

Las instrucciones de Philip S. Goldberg como embajador en Bolivia fueron provocar la fractura de Bolivia como país. Antes de su nombramiento como embajador a principios de 2007 sirvió como jefe de la misión estadounidense en Pristina, Kosovo (2004-2006) y estaba en contacto permanente con los dirigentes del paramilitar Ejército de Liberación de Kosovo (KLA por sus siglas en inglés)   en el que e habían integrado políticos civiles tras la ocupación de Kosovo por la OTAN en 1999.

Apoyado por la CIA, el Ejército de Liberación de Kosovo (KLA), cuyos dirigentes encabezan ahora el gobierno kosovar, era conocido por su estrecha relación con el crimen organizado y el tráfico de narcóticos. En Kosovo Goldberg estuvo implicado en la creación del marco para la subsiguiente secesión de Kosovo de Serbia, lo que llevó a la instalación de un gobierno kosovar “independiente” .

Durante los años noventa Goldberg había desempeñado un papel   muy activo en la desintegración de Yugoslavia. De 1994 a 1996 fue responsable de la oficina de Bosnia del departamento de Estado. Trabajó estrechamente con el enviado especial de Washington Richard Holbrooke y desempeñó un papel clave como el jefe del equipo negociador estadounidense en Dayton, que llevó en la firma de los Acuerdos de Dayton en 1995. Estos acuerdo llevaron a la división de Bosnia-Herzegovina. De manera más general desencadenaron la destrucción y desestabilización de Yugoslavia como país. En 1996 Goldberg trabajó directamente como asistente especial del vice-secretario de Estado Strobe Talbott (1994-2000) que, junto con la secretaria de Estado Madeleine Albright, desempeñó un papel clave en el estallido de la guerra de Yugoslavia en 1999.

El papel central de John Negroponte

El vice-secretario de Estado John Negroponte desempeña un papel central en la dirección de   operaciones encubiertas. Fue embajador estadounidense en Honduras de 1981 a 1985. Como embajador en   Tegucigalpa desempeñó un papel clave en apoyar y supervisar a los mercenarios de la contra nicaragüense que estaban basados en Honduras. Los ataques a Nicaragua por parte de la contra a través de la frontera costaron la vida a unos 50.000 civiles. Durante ese mismo periodo Negroponte desempeñó un papel decisivo en el establecimiento de los escuadrones de la muerte militares hondureños que “operando con el apoyo de Washington asesinaron a cientos de opositores al régimen respaldado por Estados Unidos” (Véase, “Bush Nominee linked to Latin American Terrorism”, Bill Vann, http://www.globalresearch.ca/articles/VAN111A.html ):

“Bajo el mando del general Gustavo Álvarez Martínez, el gobierno militar de Honduras fue un estrecho aliado de la administración Reagan y también hizo “desaparecer” a decenas de oponentes políticos a la manera clásica de los escuadrones de la muerte”.

(Véase “Face-off: Bush’s Foreign Policy Warriors”, Peter Roff y James Chapin, http://www.globalresearch.ca/articles/ROF111A.html )

Esto no impidió su nombramiento como Representante Permanente de Estados Unidos ante Naciones Unidas bajo la administración Clinton.

La opción El Salvador

En 2004 Negroponte fue nombrado embajador en Iraq, donde estableció un “marco de seguridad” para la ocupación estadounidense que siguió el modelo de los escuadrones de la muerte centroamericanos. Varios escritores denominaron a este proyecto la “Opción de El Salvador”.

Mientras estuvo en Bagdad Negroponte nombró asesor en cuestiones de seguridad al ex-jefe de las operaciones especiales en El Salvador. En los años ochenta ambos hombres fueron estrechos colaboradores en América Central. Mientras que Negroponte estaba muy ocupado poniendo en marcha los escuadrones de la muerte en Honduras, el colonel Steele estaba al cargo del Grupo de Asesoría Militar Estadounidense en El Salvador (1984-86) “donde era responsable de desarrollar fuerzas operativas especiales a nivel de brigada en pleno conflicto”:

“Estas fuerzas, compuestas por los soldados más brutales de los que se disponía, eran una copia del tipo de operaciones de unidades pequeñas con las que estaba familiarizado    Steele tras haber servido en Vietnam. Más que centrarse en ganar terreno, sus papel era atacar a los dirigentes “insurgentes”, a quienes los apoyaban, a las fuentes de suministro y los campamentos base” (Max Fuller, “Fro Iraq, “The Salvador Option” becomes reality”, Global Research, junio de 2005, [2])

En Iraq Steele “fue asignado para trabajar con una nueva unidad de elite iraquí de contra-insurgencia conocida como los Comandos Especiales de Policía”. En este contexto, el objetivo de Negroponte era fomentar las divisiones étnicas y las luchas desencadenando ataques terroristas encubiertos contra la población civil iraquí.

En 2005 Negroponte fue nombrado Presidente de la Junta Directiva de la Inteligencia Nacional y posteriormente en 2007 ocupó el segundo puesto en el departamento de Estado.

La opción Kosovo: el Caso de Haití

Este no es la primera vez que se aplica a América del Sur el “modelo de Kosovo” de apoyar a paramilitares terroristas.

En febrero de 2003 Washington anunció el nombramiento de James Foley como embajador en   Haití. Los embajadores Goldberg y Foley forman parte de la misma “cuadra diplomática”. Foley fue portavoz del departamento de Estado de la administración Clinton durante la guerra de Kosovo. Estuvo implicado en el primer periodo del envío de apoyo al Ejército de Liberación de Kosovo   (KLA).

Está ampliamente documentado que el Ejército de Liberación de Kosovo (KLA) fue financiado con el dinero de la droga y apoyado por la CIA (Véase Michel Chossudovsky, “Kosovo “Freedom Fighters” Financed By Organised Crime, Covert Action Quarterly”, 1999 [3] )

En el momento de la guerra de Kosovo el entonces embajador en Haiti, James Foley, había estado al frente de las sesiones informativas del departamento de Estado y trabajaba estrechamente con su homólogo de la OTAN en Bruselas, Jamie Shea. Apenas dos meses después los ataques de la guerra dirigida por la OTAN el 24 de marzo de 1999 James Foley había hecho un llamamiento a “transformar” el KLA en una organización política respetable:

“Queremos desarrollar una buena relación con ellos [el KLA] ya que se han transformado en una organización política … Creemos que podemos proporcionarles muchos consejos y ayuda si se convierten precisamente en el tipo de actor político en el que nos gustaría verlos convertidos… Si nosotros podemos ayudarlos y ellos quieren que los ayudemos en este esfuerzo por transformarse, no creo que nadie pueda argumentar nada en contra …” (citado en The New York Times , 2 de febrero de 1999)

En otras palabras, el plan de Washington era un “cambio de régimen”: derrocar la administración de   Lavalas e instalar un régimen títere dócil a Estados Unidos integrado por la “Plataforma Democrática” y el autoproclamado Frente para la liberación y Reconstrucción Nacional (FLRN), cuyos dirigentes son ex-terroristas del FRAPH y Tonton Macoute (para más detalles véase Michel Chossudovsky, “ The Destabilization of Haiti”, Global Research, febrero de 2004 [4])

Tras el golpe de Estado de 2004 que llevó al derrocamiento del gobierno de Aristide la Agencia Estadounidense de Desarrollo Internacional (USAID) llevó a Haití a asesores del KLA para que ayudaran en la reconstrucción del país (véase Anthony Fenton, “Kosovo Liberation Army helps establish “Protectorate” in Haiti, Global Research, noviembre de 2004, [5])

Más específicamente, los asesores del KLA fueron para ayudar a reestructurar las fuerzas de policía de Haiti incluyendo en sus filas a ex-miembros del FRAPH y de los Tonton Macoute .

[Como apoyo a] la “Oficina de Iniciativas de Transición” (OTI, por sus siglas en inglés) … USAID está pagando a tres asesores para que asesoren sobre la integración de los brutales ex-militares en las actuales fuerzas de policía de Haití. Y, ¿quiénes son esos tres asesores? Estos tres asesores son miembros del Ejército de Liberación de Kosovo”   (Flashpoints interview, 19 de noviembre de 2004, www.flashpoints.net ).

La opción de El Salvador/ Kosovo forma parte de la estrategia estadounidense de fracturar y desestabilizar países. La OTI en Bolivia patrocinada por USAID desempeña la misma función que una OTI similar en Haití.

El propósito declarado de las operaciones encubiertas estadounidenses es proporcionar tanto apoyo encubierto como adiestramiento a “Ejércitos de Liberación” con el objetivo último de desestabilizar gobiernos soberanos. En Kosovo el adiestramiento del Ejército de Liberación de Kosovo (KLA) se confió en los noventa a una empresa privada de mercenarios, Military Professional Resources Inc (MPRI), contratada por el Pentágono.

Merece la pena señalar que los últimos acontecimientos sucedidos en Pakistán señalan directamente a formas directas de intervención militar estadounidense, en violación de la soberanía paquistaní.

Ya en 2005 un informe de la Junta Directiva de la Inteligencia Nacional estadounidense y de la CIA preveía para Pakistán “una suerte similar a la yugoslava en una década con el país dividido por una guerra civil, inmerso en un baño de sangre y con rivalidades inter-provinciales, como hemos visto recientemente en Baloquistán”   (Energy Compass, 2 de marzo 2005).

Según un informe de 2006 del Comité de Defensa del Senado de Pakistán, los servicios de inteligencia británicos estuvieron implicados en el apoyo al movimiento separatista de Baloquistán    (Press Trust of India, 9 de agosto de 2006). El Ejército de Liberación de Baloquistán se parece extraordinariamente al KLA de Kosovo, financiado por el tráfico de droga y patrocinado por la    CIA.

“Washington favorece la creación de un “Gran Baloquistán” [similar a una Gran Albania] que integraría las zonas baloquis de Pakistán y las de Irán, y posiblemente la franja sur de Afganistán, lo que, por consiguiente, llevaría a un proceso de fractura política tanto de Irán como de Pakistán (Michel Chossudovsky, “The Destabilization of Pakistán”, 30 de diciembre de 2007 [6])”.

Notas:

[1] “USAID has an "Office of Transition Initiatives"  operating in Bolivia, funneling millions of dollars of training and  support to right-wing opposition regional governments and movements” , http://www.slate.com/discuss/forums/thread/1798672.aspx
[2] http://www.globalresearch.ca/articles/FUL506A.html
[3] http://www.heise.de/tp/r4/artikel/2/2743/1.html
[4] http://globalresearch.ca/articles/CHO402D.html
[5] http://www.globalresearch.ca/articles/FEN411A.html
[6] http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=7705


Enlace con el original: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=10284

Traducido del inglés por Beatriz Morales Bastos, Rebelión.

http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=10315