Posts Tagged ‘Forças Armadas’

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A disputa por petróleo entre o Sudão e o Sudão do Sul

21 de fevereiro de 2012

Strafor – 21/02/2012

Sudan-South Sudan Oil Dispute

The South Sudanese government on Jan. 22 ordered the halt of all oil production in the country reportedly due to the ongoing disagreement between South Sudan and Sudan over revenues from oil originating in the south but exported via Sudan. In response to the shutdown, Sudanese forces seized control over two oil blocks in South Sudan’s northeastern state of Upper Nile on Feb. 13, according to the government in Juba.

 

Clique para aumentar. Imagem por: STRATFOR

 

South Sudan has six producing oil blocks that total about 350,000 barrels per day, divided into two groups based on their geographic locations. Blocks 1, 2, 4 and 5A, located near the western border oil terminal city of Abyei — which still has not yet determined whether it will be part of Sudan or South Sudan — produce Nile blend oil. Blocks 3 and 7, the two now allegedly seized by Sudan, produce the more valuable Dar blend.

All of this oil is exported to the north via two pipelines that meet in Khartoum. The south has neither the military strength nor political capital to challenge Sudan’s seizure of its wells, but Khartoum is unlikely to attempt to capture the oil blocks south of Abyei. Aside from having a currently more valuable oil blend, the location of blocks 3 and 7 in Upper Nile state — which borders Sudan on three sides — is geographically easy to access for Sudanese forces. These forces would face increased opposition, including from U.N. peacekeepers, if they attempted to seize the other blocks.

Fonte: http://www.stratfor.com/image/sudan-south-sudan-oil-dispute




acesso via blog do Isape: http://isape.wordpress.com/2012/02/21/a-disputa-do-petroleo-no-sudaosudao-do-sul/ 

 

 

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Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

4 de janeiro de 2012

Monitor Mercantil –  04/01/2012

Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

Eduardo Italo Pesce

Em dezembro de 2011, a Marinha do Brasil adquiriu, por “compra de oportunidade”, a um custo de R$ 380 milhões, três navios-patrulha oceânicos (NPaOc) da classe Port of Spain, originalmente construídos para a Guarda Costeira de Trinidad-Tobago, que cancelou a encomenda quando os navios já se encontravam em provas de mar.

Os três navios provavelmente receberão os nomes de Apa, Araguari e Apodi em nossa Marinha. Deslocam cerca de 1.800 toneladas, podendo desenvolver velocidades de até 25 nós. Seu comprimento é de 90 metros, com boca de 13,5 metros e autonomia para 35 dias. A tripulação será constituída por 60 oficiais e praças.

É possível que esta compra tenha sido uma medida emergencial, para compensar a demora do governo em iniciar o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper). Este programa visa à construção de cinco NPaOc, cinco fragatas polivalentes e um navio de apoio logístico (NApLog), além da obtenção de capacitação tecnológica para projetar modernas belonaves no país.

A implementação do Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (Paemb) vem sendo dificultada pelos baixos orçamentos e pela baixa prioridade atribuída à Defesa no país. A Marinha teria estabelecido como meta prioritária a obtenção de um mínimo de 61 navios de superfície e cinco submarinos. Tais unidades devem constar do Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (Paed), em fase inicial de elaboração.

O Paed consolidará as prioridades das três forças singulares, segundo metas de curto (2012-15), médio (2016-23) e longo prazos (2024-31). Sempre que possível, os meios e equipamentos serão produzidos no Brasil, com transferência obrigatória da tecnologia estrangeira para empresas nacionais. Em princípio, as “compras de oportunidade” deveriam ser evitadas.

Os planos de longo prazo da Marinha incluem a duplicação do principal componente operativo do Poder Naval brasileiro, por meio da criação de uma segunda esquadra e um segundo núcleo anfíbio, sediados no litoral Norte/Nordeste do país. Ainda que tal perspectiva não se concretize, é urgente a necessidade de renovação e ampliação dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, bem como de aumento do efetivo de pessoal da Marinha do Brasil. Read the rest of this entry ?

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PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

21 de maio de 2011

Vídeo sobre o andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

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Vídeos do PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

21 de maio de 2011

PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

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Marinha do Brasil pretende ter dois Navios de Múltiplos Propósitos com capacidade anfíbia

17 de maio de 2011

O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2011

Marinha quer supernavio de ataque anfíbio

Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques

Roberto Godoy 

A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente. Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.

Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido. Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.

Royal Australian Navy - Canberra Class Ship

Navio Multi-Propósito da Classe "Canberra" da Marinha Australiana, que está sendo construído por um consórcio de estaleiros espanhóis e empresas australianas, cuja primeira unidade deve ser finalizada ainda em 2011

Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral. O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.

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Brasil critica proposta americana de “unificar” Atlântico Norte e Atlântico Sul

6 de novembro de 2010

BBC Brasil
04/11/2010

Jobim critica proposta americana de unificar Atlântico Norte e Sul

 

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticou duramente os Estados Unidos durante a Conferência de Segurança Internacional do Forte de Copacabana, no Rio.

Na palestra de abertura do evento, na quarta-feira, o ministro afirmou que os EUA só falam em “soberanias compartilhadas” quando não se trata de compartilhar a própria.

Jobim condenou a proposta de acadêmicos americanos para a criação de uma Bacia do Atlântico, que unificaria o oceano ao eliminar a linha divisória que separa Atlântico Sul e Norte.

“Os Estados Unidos não ratificaram a Convenção do Mar da ONU”, disse, referindo-se à Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, que estabelece os princípios da exploração dos recursos naturais do mar – como o petróleo do pré-sal.

“Como poderemos conversar sobre o Atlântico Sul com um país que não reconhece os títulos referidos pela ONU, não reconhece, portanto, o status jurídico de países como o Brasil?”

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Estados Unidos e OTAN pretendem “redelimitar” o Atlântico em projeto que pode ameaçar o Brasil

3 de novembro de 2010

Agência Brasil
03/11/2010

Brasil só discutirá criação da “Bacia do Atlântico” depois que EUA referendarem Convenção do Mar

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência

Rio de Janeiro – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (3) que o governo brasileiro só aceitará negociar com os Estados Unidos a criação da Bacia do Atlântico, que prevê a união dos países do Atlântico Sul e do Atlântico Norte e apagar a linha divisória entre os dois Atlânticos, depois que os norte-americanos referendarem a Convenção do Mar da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Com relação a iniciarmos esta discussão sobre o conceito novo que vem sendo denominado de Bacia do Atlântico e apagar a linha divisória entre o Atlântico Sul e o Atlântico Norte a minha opinião é a de que o Brasil só pode sentar à mesa com os EUA para tratar do tema depois que eles referendarem a Convenção do Mar da ONU, antes disso não”.

O ministro disse que o próprio governo norte-americano já concorda com este referendo, mas o Senado dos Estados Unidos, até o momento, vem rejeitando o referendo.

Jobim lembrou que o Executivo mandou, inclusive, a mensagem para o Senado que não aceitou referendar a Convenção do Mar que traça o arcabouço jurídico para os limites de cada país em relação à sua costa marinha.

“O arcabouço jurídico para o mar está definido nessa convenção, e o Brasil é signatário dessa convenção. Os direitos do Brasil aos fundos marinhos até 350 milhas do litoral [onde inclusive está situado o pré-sal] decorre da Convenção do Mar. Ou seja, só é possível conversar com um país sobre temas como o da Bacia do Atlântico se ele respeitar esta regra”.

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