Posts Tagged ‘Energia Renovável’

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Pequenas hidrelétricas ameaçam a construção de hidrovias

13 de outubro de 2010

O Estado de S.Paulo
13 de outubro de 2010

Novas usinas condenam hidrovias

Modelo de hidrelétricas sem reservatório exige a construção do dobro de eclusas comparado ao modelo antigo, com alagamento

Renato Andrade, Leonardo Goy

BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

A solução encontrada por técnicos em engenharia do setor elétrico para construir hidrelétricas na Amazônia, sem a necessidade de grandes alagamentos e pânico entre ambientalistas vai dificultar a implantação de hidrovias na região.
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China pretende investir US$ 738 bilhões em energia renovável na próxima década

8 de agosto de 2010

Bloomberg News
Aug 8, 2010

China Plans 5 Trillion Yuan New Energy Investment, Securities Journal Says

Winnie Zhu

China will invest 5 trillion yuan ($738 billion) into renewable energy projects over the next decade under a development plan of the industry, China Securities Journal said, citing the State Information Center.

The 10-year plan will be released soon, the Journal said, without giving a time frame.

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Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

22 de maio de 2010

Jornal do Brasil

22/05/2010

Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

Humberto Viana Guimarães

RIO – Antes que algum curioso (normalmente mal-informado) saia por aí dando opiniões sobre a conveniência e viabilidade da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e outras hidrelétricas previstas para região amazônica, seria de bom tom que essas pessoas estudassem mais e se inteirassem melhor dos fatos. Assim procedendo, dar-se-iam conta do ponto mais importante e que é mandatório para o crescimento de qualquer país: disponibilidade de energia farta.

Para que o Brasil tenha um crescimento anual e contínuo de 5% do PIB nos próximos anos, é imperativo que sejam disponibilizados 4 mil MegaWatts (MW) a cada ano. Isso representa a entrada no parque gerador de uma usina do porte de Belo Monte a cada ano (essa hidrelétrica terá garantia física de 4.571 MW médios (MWmed).

O resto é conversa fiada de aproveitadores que mamam nas tetas de algumas ONGs e usam os índios e ribeirinhos como “bucha de canhão” para criar tumulto. Como bem expressou o professor da PUC-GO Jean-Marie Lambert (jornal O Popular, Goiânia, 09/05/10): “Difícil explicar (James) Cameron, mas a Amazônia não é enfeite… nem jardim botânico de alemão, zoológico de holandês ou museu antropológico de suíço. É sim, bem econômico à espera de desenvolvimento. Sustentável… é ponto pacífico”.

Se os mal-informados tivessem hábito da leitura, saberiam que, pelos números da Aneel, em 15/05/2006 tínhamos potência fiscalizada de 94.202,510 MW e exatos quatro anos depois temos 108.333,978 MW, ou seja, neste período tivemos somente 3,75% de crescimento na oferta de energia (nota: pela definição da Aneel, “a potência fiscalizada é igual à considerada a partir da operação comercial da primeira unidade geradora”). Apesar dos discursos ufanistas do governo petista que tanto critica o governo FHC pelo ocorrido em 2001, não resta dúvida de que só não tivemos problemas de racionamento de energia no governo Lula devido ao baixo crescimento do PIB brasileiro (média de 3,57% desde 2003).

Assim, e tendo em vista que os empreendimentos hidrelétricos na região amazônica, devido à sua complexidade e logística, têm período de maturação – entre os estudos de viabilidade até a operação da primeira turbina – muito mais longo, é necessário que busquemos alternativas complementares, enquanto se concretizem os empreendimentos amazônicos.

Opções não faltam, tais como: a) o setor sucroalcooleiro, tendo garantia firme de compra, tem condições de disponibilizar 10 mil MW, que podem dobrar em médio prazo; b) a energia eólica, antes incipiente, está crescendo e pode contribuir em curto prazo com outros 10 mil MW; c) as pequenas centrais hidrelétricas – PCHs – que atualmente têm 3.125,987 MW e outros 882,291 MW em construção, podem dar enorme contribuição e agregar, no mínimo outros 3 mil MW; d) usar o gás natural (GN), que é queimado pela Petrobras, para a geração térmica. Segundo dados da ANP referentes aos três primeiros meses de 2010, houve queima diária média de 7,4 milhões de m³ de GN, volume que, somado à metade do que é reinjetado (12,3 milhões de m³), ou seja, cerca de 13 milhões de m³, daria para gerar em torno de 2 mil MW; e e) outra providência pouco discutida, mas de enorme importância e valor e que teria efeito quase imediato, seria a repotenciação de várias hidrelétricas com mais de 20 anos de operação (há casos de até 50 anos!). Essa providência, simples e de baixo custo, poderia acrescentar 3 mil MW. Importante ressaltar que essas opções não substituem os grandes empreendimentos hidrelétricos produtores de grandes blocos de energia.

Se implementarmos as soluções citadas acima, teríamos para ofertar em curto/médio prazos mais 28.000 MW, que representam 25,85% dos atuais empreendimentos fiscalizados, que somados aos empreendimentos em construção – 18.101,500 MW (fonte: Aneel) – nos dariam segurança energética até que se construíssem as hidrelétricas da região amazônica, aí incluída a UHE Belo Monte.

No entanto, para que esse potencial amazônico seja bem aproveitado e que de fato traga benefícios reais para o país, é necessário: 1º) Que haja uma melhor precificação do MegaWatt, pois o valor do lance de R$ 77,97/MW de Belo Monte é prejuízo na certa; 2º) que os orçamentos das obras sejam feitos em bases mais realistas, levando em conta que construir uma hidrelétrica na região amazônica é totalmente diferente do que construir uma similar na região Sudeste, por exemplo; e 3º) que as obras sejam executadas por consórcios de empresas construtoras que tenham conhecimento da região e dos projetos, suporte técnico e financeiro, e principalmente expertise em projetos de tal magnitude, e não por aqueles montados a toque de caixa para atender prazos eleitoreiros.

* Engenheiro civil e consultor

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/22/e220516542.asp
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acessado a partir do Blog Geografia & Geopolica :

Mapas, Fotos e Imagens relacionadas a este post

Complexo Hidreletrico de Belo Monte
Região em que será construída a Usina de Belo Monte
Ilustração: Arte do projeto de Belo Monte

Sabotando o desenvolvimento do Brasil :
James Cameron, canadense radicado nos EUA, diretor do filme Avatar, em manifestação contra a construção da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Estados Unidos e Canadá, juntos, consomem 20% de toda a energia hidrelétrica produzida do mundo, mas defendem que o Brasil não pode construir novas usinas.
Foto: Valter Campanato – Agência Brasil
Projeto da Hidrovia do Rio Xingu - o papel da construção de uma Eclusa na Usina de Belo Monte
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Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia

24 de abril de 2010

Agência Brasil
24/04/2010

Para especialista, Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O crescimento da economia brasileira vai levar a um aumento no consumo de energia e o país vai precisar a cada ano de cerca de 4 a 5 mil megawatts de capacidade nova instalada. Isso equivale à quantidade de energia estimada para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que deverá entrar em operação em 2015. A avaliação é do coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ), Nivalde de Castro

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