Posts Tagged ‘Energia Renovável’

h1

Integração Energética: Brasil atualiza valores da eletricidade paraguaia de Itaipu

7 de abril de 2011

Agência Câmara de Notícias
06/04/2011

Câmara aprova aumento do valor pago ao Paraguai por energia de Itaipu

 Eduardo Piovesan

Acordo triplica o valor dos repasses feitos pelo Brasil ao país vizinho pela energia produzida na usina que não é consumida pelos paraguaios.

O Plenário aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Decreto Legislativo 2600/10, que contém o acordo entre o Brasil e o Paraguai para triplicar o repasse financeiro feito ao país vizinho pelo consumo do excedente de energia produzida na usina hidrelétrica de Itaipu. A matéria deve ser analisada ainda pelo Senado.

O aumento nesse repasse foi definido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo presidente paraguaio Fernando Lugo em 2009. O Congresso do Paraguai já aprovou a mudança, mas ela somente pode entrar em vigor quando o legislativo brasileiro também referendá-la.

Segundo o relator da matéria pela comissão especial, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), uma das contrapartidas é a regularização dos agricultores brasileiros que vivem no Paraguai e também dos migrantes ilegais naquele país. “Pela primeira vez se reuniram as autoridades da migração paraguaia, o serviço consular e a Polícia Federal para resolver esse problema”, afirmou.

Read the rest of this entry ?

h1

Acidente Nuclear em Fukushima amplia debate sobre novas usinas nucleares no Brasil

23 de março de 2011

Sul 21

22/03/2011

Fukushima é a causa de um novo dilema brasileiro: aumentar ou não a oferta de energia nuclear

Felipe Prestes

O Brasil vive um dilema na questão energética, segundo o diretor-geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (Isape), Lucas Kerr. O país não pode manter um crescimento econômico como o do ano passado (7,5%), sem expandir consideravelmente a oferta de energia. Para isso, são necessários investimentos de cerca de R$ 1,3 trilhão em infraestrutura de energia, nos próximos dez anos, sendo que o país deverá estar atento aos impactos sociais e ambientais desta expansão. No entanto, neste momento em que o Japão sofre com os vazamentos ocorridos na usina nuclear de Fukushima, surge um novo questionamento: vale a pena expandir a oferta de energia nuclear?
Read the rest of this entry ?

h1

Potencial instalado de Energia Eólica da China ultrapassa EUA e União Européia

2 de fevereiro de 2011

UOL Notícias
02/02/2011 – 12h02

Energia eólica mundial aumentou 22,5% em 2010, estimulada pela China

Bruxelas, 2 fev (EFE).- A energia eólica mundial cresceu 22,5% no ano passado, aumento que equivale a 35,8 GW (gigawatts), estimulada pelo desenvolvimento na China, onde foram instaladas aproximadamente a metade das novas turbinas, informou nesta quarta-feira o Conselho Internacional de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês).

Este aumento eleva o número total global a 194,4 GW, em comparação aos 158,7 GW registrados no ano anterior.

O GWEC, que reúne as empresas do setor em escala mundial, calcula que as turbinas instaladas em 2010 representam um investimento de 47,3 bilhões de euros.

A União Europeia e os Estados Unidos, até agora os principais promovedores desta tecnologia, se viram ultrapassados pela China, que em 2010 instalou energia eólica equivalente a 16,5 GW, quase a metade do total mundial.

A China possui 42,3 GW de energia eólica e superou os EUA em termos de capacidade total instalada“, indicou em comunicado a secretária-geral da associação chinesa de energia renovável, Li Junfeng, que assegurou que o país, que já se tornou o maior produtor mundial de instalações, está no caminho de alcançar os 200 GW em 2020.

Read the rest of this entry ?

h1

Vídeos sobre a construção da Hidrelétrica de Belo Monte

15 de janeiro de 2011

h1

Brasil precisa investir quase R$ 1 trilhão para atender a demanda energética da próxima década

30 de novembro de 2010

Agência Brasil
29/11/2010

País precisa investir R$ 952 bilhões para suprir demanda de energia nos próximos dez anos

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O investimento necessário para suprir a demanda energética do país nos próximos dez anos será de R$ 952 bilhões. O maior investimento será em exploração, produção e oferta de petróleo e gás natural e devem ser de R$ 672 bilhões no período. Para garantir o intercâmbio de energia elétrica entre as regiões do país, os investimentos em transmissão de energia deverão ser de R$ 39 bilhões.

Os dados constam do Plano Decenal de Expansão de Energia 2019, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, que mostra o cenário da expansão da oferta de energia no país e as necessidades de investimentos para os próximos dez anos.

A oferta interna de energia elétrica no país passará de 539,9 terawatts-hora (TWh) em 2010 para aproximadamente 830 TWh em 2019, um aumento de 53,7%. O plano prevê que o consumo final energético aumente de 228 milhões de toneladas equivalentes de petróleo em 2010 para 365,7 milhões em 2019, o que corresponde a uma taxa anual média de crescimento de 5,4%. A tonelada equivalente de petróleo é uma unidade para a qual se convertem as unidades de medida das diferentes fontes de energia.

Read the rest of this entry ?

h1

Energia termossolar será instalada em 300 a 400 mil casas do programa “Minha Casa, Minha Vida” do governo Federal

4 de novembro de 2010

Agência Brasil

04/11/2010
Pelo menos 300 mil moradias da segunda edição do Minha Casa, Minha Vida terão energia solar

Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Entre 300 mil e 400 mil casas da segunda fase do programa Minha Casa, Minha Vida serão equipadas com painéis solares para aquecer a água do chuveiro. Todos os novos empreendimentos do programa voltados a famílias com renda de, no máximo, três salários mínimos nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste têm de vir equipados, obrigatoriamente, com sistema de captação de energia solar. A informação é da secretária nacional de Habitação, Inês Magalhães. 

“O objetivo do aquecimento solar é, além da preservação da energia, também contribuir para a sustentabilidade econômica, barateando o custo da energia, aliado a um processo de educação dessas famílias, que devem fazer um uso racional da água e da energia”, ressaltou a secretária.

Na primeira fase do programa de financiamento para construção de casas populares, que se encerra neste ano, o uso de painéis solares não foi obrigatório e apenas um número reduzido de empreendimentos aderiu à energia solar. 

A segunda fase do Minha Casa, Minha Vida entrará em vigor a partir do ano que vem. Serão 2 milhões de residências, das quais 1,2 milhão será para famílias com renda de, no máximo, três salários mínimos.

Com o mesmo objetivo de garantir uma eficiência de recursos, o Ministério das Cidades também pretende estimular o reaproveitamento de água nessas habitações. No entanto, a secretária explica que, a princípio, o sistema de reuso da água não será obrigatório.

Os projetos de eficiência energética e sustentabilidade do governo brasileiro para casas populares foram apresentados na manhã de hoje (4) a representantes do governo norte-americano e a especialistas em planejamento urbano e habitação, em um seminário no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro.

O seminário reúne hoje e amanhã especialistas da América Latina para discutir sustentabilidade de moradias em áreas carentes. Durante o evento, o governo norte-americano também vai lançar, em parceria com uma organização não governamental, o Prêmio Habitação Sustentável e Inclusiva, que dará até US$ 10 mil (cerca de R$ 17 mil) para pessoas que criem projetos de habitação sustentável.

Edição: Talita Cavalcante


http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/1095222
h1

Pequenas hidrelétricas ameaçam a construção de hidrovias

13 de outubro de 2010

O Estado de S.Paulo
13 de outubro de 2010

Novas usinas condenam hidrovias

Modelo de hidrelétricas sem reservatório exige a construção do dobro de eclusas comparado ao modelo antigo, com alagamento

Renato Andrade, Leonardo Goy

BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

A solução encontrada por técnicos em engenharia do setor elétrico para construir hidrelétricas na Amazônia, sem a necessidade de grandes alagamentos e pânico entre ambientalistas vai dificultar a implantação de hidrovias na região.
Read the rest of this entry ?

h1

China pretende investir US$ 738 bilhões em energia renovável na próxima década

8 de agosto de 2010

Bloomberg News
Aug 8, 2010

China Plans 5 Trillion Yuan New Energy Investment, Securities Journal Says

Winnie Zhu

China will invest 5 trillion yuan ($738 billion) into renewable energy projects over the next decade under a development plan of the industry, China Securities Journal said, citing the State Information Center.

The 10-year plan will be released soon, the Journal said, without giving a time frame.

Read the rest of this entry ?

h1

Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

22 de maio de 2010

Jornal do Brasil

22/05/2010

Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

Humberto Viana Guimarães

RIO – Antes que algum curioso (normalmente mal-informado) saia por aí dando opiniões sobre a conveniência e viabilidade da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e outras hidrelétricas previstas para região amazônica, seria de bom tom que essas pessoas estudassem mais e se inteirassem melhor dos fatos. Assim procedendo, dar-se-iam conta do ponto mais importante e que é mandatório para o crescimento de qualquer país: disponibilidade de energia farta.

Para que o Brasil tenha um crescimento anual e contínuo de 5% do PIB nos próximos anos, é imperativo que sejam disponibilizados 4 mil MegaWatts (MW) a cada ano. Isso representa a entrada no parque gerador de uma usina do porte de Belo Monte a cada ano (essa hidrelétrica terá garantia física de 4.571 MW médios (MWmed).

O resto é conversa fiada de aproveitadores que mamam nas tetas de algumas ONGs e usam os índios e ribeirinhos como “bucha de canhão” para criar tumulto. Como bem expressou o professor da PUC-GO Jean-Marie Lambert (jornal O Popular, Goiânia, 09/05/10): “Difícil explicar (James) Cameron, mas a Amazônia não é enfeite… nem jardim botânico de alemão, zoológico de holandês ou museu antropológico de suíço. É sim, bem econômico à espera de desenvolvimento. Sustentável… é ponto pacífico”.

Se os mal-informados tivessem hábito da leitura, saberiam que, pelos números da Aneel, em 15/05/2006 tínhamos potência fiscalizada de 94.202,510 MW e exatos quatro anos depois temos 108.333,978 MW, ou seja, neste período tivemos somente 3,75% de crescimento na oferta de energia (nota: pela definição da Aneel, “a potência fiscalizada é igual à considerada a partir da operação comercial da primeira unidade geradora”). Apesar dos discursos ufanistas do governo petista que tanto critica o governo FHC pelo ocorrido em 2001, não resta dúvida de que só não tivemos problemas de racionamento de energia no governo Lula devido ao baixo crescimento do PIB brasileiro (média de 3,57% desde 2003).

Assim, e tendo em vista que os empreendimentos hidrelétricos na região amazônica, devido à sua complexidade e logística, têm período de maturação – entre os estudos de viabilidade até a operação da primeira turbina – muito mais longo, é necessário que busquemos alternativas complementares, enquanto se concretizem os empreendimentos amazônicos.

Opções não faltam, tais como: a) o setor sucroalcooleiro, tendo garantia firme de compra, tem condições de disponibilizar 10 mil MW, que podem dobrar em médio prazo; b) a energia eólica, antes incipiente, está crescendo e pode contribuir em curto prazo com outros 10 mil MW; c) as pequenas centrais hidrelétricas – PCHs – que atualmente têm 3.125,987 MW e outros 882,291 MW em construção, podem dar enorme contribuição e agregar, no mínimo outros 3 mil MW; d) usar o gás natural (GN), que é queimado pela Petrobras, para a geração térmica. Segundo dados da ANP referentes aos três primeiros meses de 2010, houve queima diária média de 7,4 milhões de m³ de GN, volume que, somado à metade do que é reinjetado (12,3 milhões de m³), ou seja, cerca de 13 milhões de m³, daria para gerar em torno de 2 mil MW; e e) outra providência pouco discutida, mas de enorme importância e valor e que teria efeito quase imediato, seria a repotenciação de várias hidrelétricas com mais de 20 anos de operação (há casos de até 50 anos!). Essa providência, simples e de baixo custo, poderia acrescentar 3 mil MW. Importante ressaltar que essas opções não substituem os grandes empreendimentos hidrelétricos produtores de grandes blocos de energia.

Se implementarmos as soluções citadas acima, teríamos para ofertar em curto/médio prazos mais 28.000 MW, que representam 25,85% dos atuais empreendimentos fiscalizados, que somados aos empreendimentos em construção – 18.101,500 MW (fonte: Aneel) – nos dariam segurança energética até que se construíssem as hidrelétricas da região amazônica, aí incluída a UHE Belo Monte.

No entanto, para que esse potencial amazônico seja bem aproveitado e que de fato traga benefícios reais para o país, é necessário: 1º) Que haja uma melhor precificação do MegaWatt, pois o valor do lance de R$ 77,97/MW de Belo Monte é prejuízo na certa; 2º) que os orçamentos das obras sejam feitos em bases mais realistas, levando em conta que construir uma hidrelétrica na região amazônica é totalmente diferente do que construir uma similar na região Sudeste, por exemplo; e 3º) que as obras sejam executadas por consórcios de empresas construtoras que tenham conhecimento da região e dos projetos, suporte técnico e financeiro, e principalmente expertise em projetos de tal magnitude, e não por aqueles montados a toque de caixa para atender prazos eleitoreiros.

* Engenheiro civil e consultor

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/22/e220516542.asp
_______________________________________________
acessado a partir do Blog Geografia & Geopolica :

Mapas, Fotos e Imagens relacionadas a este post

Complexo Hidreletrico de Belo Monte
Região em que será construída a Usina de Belo Monte
Ilustração: Arte do projeto de Belo Monte

Sabotando o desenvolvimento do Brasil :
James Cameron, canadense radicado nos EUA, diretor do filme Avatar, em manifestação contra a construção da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Estados Unidos e Canadá, juntos, consomem 20% de toda a energia hidrelétrica produzida do mundo, mas defendem que o Brasil não pode construir novas usinas.
Foto: Valter Campanato – Agência Brasil
Projeto da Hidrovia do Rio Xingu - o papel da construção de uma Eclusa na Usina de Belo Monte
h1

Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia

24 de abril de 2010

Agência Brasil
24/04/2010

Para especialista, Brasil precisa de uma Belo Monte por ano de energia

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O crescimento da economia brasileira vai levar a um aumento no consumo de energia e o país vai precisar a cada ano de cerca de 4 a 5 mil megawatts de capacidade nova instalada. Isso equivale à quantidade de energia estimada para a Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que deverá entrar em operação em 2015. A avaliação é do coordenador do Grupo de Estudos do Setor de Energia Elétrica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Gesel-UFRJ), Nivalde de Castro

Read the rest of this entry ?