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Novo recorde nas exportações de gás natural da Bolívia para o Brasil e Argentina

29 de abril de 2013

Los Tiempos, 29/04/2013

Reportan récord de venta de gas a Argentina y Brasil

Ed. Impresa EXPORTACIONES | En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones

Por Redacción Central

 

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. - La Prensa Agencia

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. – La Prensa Agencia

 

 

Las ventas de gas natural a Brasil y Argentina sumaron 1.499 millones de dólares entre enero y marzo de este año, un 29,5 por ciento más que los 1.157,5 millones logrados en el mismo periodo de 2012, informó ayer Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

En el primer trimestre de 2013, el valor de las exportaciones de gas a Brasil fue de 963,8 millones de dólares y el de las ventas a Argentina llegó a 535,4 millones, según datos del Instituto Nacional de Estadística (INE) citados por YPFB en un comunicado.

Las ventas de otros combustibles bolivianos entre enero y marzo llegaron a 59 millones de dólares, por lo que el valor total de las exportaciones de la actividad económica de extracción de hidrocarburos fue de 1.558 millones, añadió la estatal petrolera.

Esa cifra supera en 29,6 por ciento el valor de las exportaciones de hidrocarburos del primer trimestre de 2012, cuando la cifra fue de 1.202 millones de bolivianos.

La estatal petrolera destacó que las ventas de hidrocarburos representan el 53 por ciento del total de las exportaciones bolivianas, seguida por las de la industria manufacturera (24,3 por ciento), minería (17 por ciento) y agricultura (4 por ciento).

A principios de este mes, YPFB reportó un aumento en un 21 por ciento en marzo de sus exportaciones de gas natural hacia Brasil y Argentina respecto del mismo mes de 2012.

En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones.

Según la compañía petrolera boliviana, esos datos corroboran que la producción de hidrocarburos continúa como la actividad económica de mayor valor en las exportaciones nacionales.

La producción de gas en Bolivia está a cargo básicamente de compañías privadas extranjeras, entre ellas la española Repsol, la brasileña Petrobras, la francesa Total y la británica British Gas, pero desde 2006 la comercialización la gestiona YPFB.

Para alcanzar esas metas, la estatal YPFB recordó que lleva adelante un ambicioso programa de desarrollo, con énfasis en la exploración y desarrollo de campos (upstream), con la finalidad de incrementar progresivamente la producción nacional de gas natural e hidrocarburos líquidos asociados para solventar todos los requerimientos del mercado interno y los contratos de exportación.

Morales inaugura obras financiadas por YPFB

El presidente Evo Morales inauguró ayer el coliseo multifuncional “Emiliano Villazón”, nueve aulas y baños para el núcleo escolar “Pamtilla”, financiados por YPFB, en el municipio de La Palca, y exhortó a mantener la lucha por la liberación social, cultural y económica en Bolivia.

“Sólo es continuar con esas grandes luchas por la independencia, por la liberación social, cultural, por la liberación económica.

Ahora en Bolivia, en poco tiempo estamos demostrando, hermanas y hermanos, y por eso van llegando obras, con seguridad van a seguir llegando obras”, aseguró en un acto que se realizó en esa población a más de 120 kilómetros de la ciudad de Cochabamba.

Según informó la agencia estatal ABI, Morales dijo que la entrega de obras continuará, tomando en cuenta que los recursos provienen de la recuperación de los recursos naturales, especialmente los hidrocarburos, fondos que incrementan los ingresos de las gobernaciones y las alcaldías, además del apoyo del Programa “Bolivia cambia, Evo Cumple”, proyectado para atender pequeños requerimientos de las poblaciones.

 

Ventas de gas a Brasil y Argentina suman $us 1.499 millones

Rusia invita a Evo a una cumbre mundial de gas

 

Fonte: http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/economia/20130429/reportan-record-de-venta-de-gas-a-argentina-y_211136_453445.html

 

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Cerca de metade dos brasileiros teme uma invasão por causa da Amazônia ou do Pré-Sal

15 de dezembro de 2011

R7 – 15/12/2011

Metade dos brasileiros teme que o país sofra invasão por causa da Amazônia

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (25) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que metade dos brasileiros acredita que o Brasil pode sofrer uma agressão militar estrangeira por causa da Amazônia.

De acordo com os resultados, 50,2% dos entrevistados disseram acreditar totalmente ou muito na possibilidade de uma invasão por causa da Amazônia. Esse conflito ocorreria nos próximos 20 anos.

Outros 17,1% declararam acreditar razoavelmente nesta hipótese, e 30,4% afirmaram que acreditam pouco ou não acreditam.

Na região Norte, onde estão os Estados da Amazônia Legal, 66,1% das pessoas ouvidas disseram que acreditam totalmente ou muito na ocorrência de uma agressão militar.

O levantamento também tratou da percepção dos brasileiros sobre o trabalho de ONGs estrangeiras (organizações não governamentais) que atuam na região amazônica. Segundo o Ipea, 61,1% dos entrevistados avaliaram como muito positiva ou positiva a ação dessas entidades.

O Ipea apurou ainda que 45,5% dos entrevistados admitiram que temem uma agressão militar estrangeira por causa do petróleo da camada do pré-sal.

Questionados sobre os países que representam uma potencial ameaça para o Brasil, 37,1% mencionaram os Estados Unidos. Em seguida vêm Argentina (15,6%) e Bolívia (12,2%). A China foi citada por apenas 9,7% e a Venezuela, por 5,9%.

Um fato curioso é que, quando o Ipea perguntou quais nações poderiam desempenhar o papel de aliados ou parceiros do Brasil, a primeira posição ficou também com os Estados Unidos, com 32,4%. A Argentina apareceu em segundo, lembrada por 31,4%. A China foi a terceira, com 16,7%, seguida de Bolívia (15,1%), Paraguai (15%) e dos países da Europa (14,6%).

Outras ameaças

Para realizar a pesquisa, o instituto listou uma série de potenciais ameaças à segurança da população e do país. Do total de entrevistados, 54,2% apontaram o crime organizado como a ameaça que mais causa medo. Em seguida, apareceram os desastres ambientais ou climáticos, mencionados por 38,6% dos entrevistados.

O ranking também traz as hipóteses de guerra com uma potência estrangeira (34,7%), guerra com um país vizinho (33%), epidemias (30,5%) e terrorismo (29,5%).

O Ipea fez a pesquisa, intitulada Percepção Social sobre a Defesa Nacional, entre os dias 8 e 29 de agosto e ouviu 3.796 pessoas de todos os Estados do país.

Fonte: http://noticias.r7.com/brasil/noticias/metade-dos-brasileiros-teme-que-o-pais-entre-em-guerra-por-causa-da-amazonia-20111215.html

 

 

 

acesso via blog do ISAPE : http://isape.wordpress.com/2011/12/15/metade-dos-brasileiros-teme-uma-invasao-por-causa-da-amazonia-e-45-pelo-pre-sal/

 

 

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BNDES defende diversidade de fontes regionais para financiar integração energética na América do Sul

11 de novembro de 2011

Agência Brasil, 10/11/2011

BNDES defende diversidade de fontes regionais para financiar integração energética na América do Sul

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A integração energética da América do Sul requer uma diversidade de fontes de financiamentos, que, de preferência, sejam locais, defendeu hoje (10) o diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luiz Melín. Para ele, é importante que essas fontes de fomento estejam restritas às existentes na América do Sul, para evitar possíveis interferências externas nos projetos a serem desenvolvidos.

“Se não estivermos munidos de visão de objetivo, sobre a malha de compartilhamento de recursos energéticos, estaremos condenados a iniciativas pontuais, como fazemos há décadas”, disse Melín durante o Seminário Internacional Integração Energética da América do Sul, na Câmara dos Deputados.

“Para isso serão necessárias fontes diversificadas para financiamento e cofinanciamento. Precisamos também reforçar mecanismos de garantias, valorizando CCRs [convênios de créditos recíprocos]. Não podemos prescindir de um mecanismo regional de garantias, gerido com o mais alto grau de competência e de sustentabilidade”, completou o diretor do BNDES.

Segundo ele, é sempre mais fácil que projetos de grande valor e de longa duração encontrem financiamentos adequados quando não estão submetidos integralmente a apenas uma fonte.

“Ao fazer isso, você está colocando em uma instituição financeira todo o risco e a exposição do projeto. Já ao compartilhar entre várias instituições financeiras e fontes de financiamento, multilaterais, públicas e privadas, você facilita muito a rapidez com que o projeto poderá ser financiado, porque cada uma das fontes estará arcando apenas com um pedaço do projeto e, portanto, estará apenas com uma parte da exposição”, argumentou.

Melín avalia que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) poderá ter papel fundamental, “a partir do momento em que ela convocar para suas deliberações, do ponto de vista de financiamento dos projetos, um número representativo de instituições”, disse, citando, entre essas instituições, o BNDES, a Cooperação Andina de Fomento e bancos de desenvolvimento como o Bandes (da Venezuela) e o Bice (da Argentina), entre outros.

“Não há razão hoje, com o grau de entendimento que os governos democráticos [sul-americanos] têm entre si, [para] impedimentos para que os governos articulem isso de forma multilateral. A Unasul é o ambiente ideal para essas discussões. Precisamos também de transparência e estabilidade dos marcos regulatórios, de mecanismos de resolução de controvérsias nossos e por nós instituídos, que sirvam aos nossos interesses e que possam ser práticos para solucionar eventuais controvérsias que surgirem”, enfatizou.

O diretor avalia que os países sul-americanos têm de evitar que “fatores de risco com base em Nova York ou na Europa, de análises extremamente conservadoras”, exerçam influência nesse processo. “Estando distantes como estão, esses institutos de risco não terão o mesmo grau de informação sobre as condições de agentes governamentais e econômicos”, disse. “Em 2006, o Brasil nem era avaliado pelos institutos de risco. Hoje, fazem volta no quarteirão para investir nos ativos brasileiros”, completou.

Edição: Juliana Andrade

 Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-10/bndes-defende-diversidade-de-fontes-regionais-para-financiar-integracao-energetica-na-america-do-sul

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Brasil mantém proibição aos navios ingleses vindos das Malvinas para atracarem em portos brasileiros

12 de janeiro de 2011

Agência Brasil – 12/01/2011

Jobim diz que decisão brasileira em relação a navio de guerra britânico vindo das Malvinas é padrão

Débora Zampier

Brasília – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (12) que é padrão a decisão brasileira de impedir que um navio de guerra britânico vindo das Malvinas atracasse no Brasil. “É padrão porque todas as demandas que são feitas de aviões ou navios britânicos em operações de guerra nas Malvinas, o Brasil não aceita. Nós reconhecemos a soberania da Argentina sobre as Malvinas e não da Inglaterra”, disse Jobim após sair de evento que lembrou os soldados brasileiros mortos no terremoto do Haiti.

O Itamaraty confirmou que o governo brasileiro impediu que um navio atracasse no Rio de Janeiro, conforme divulgado pelo jornal argentino Clarín. Entretanto, o Itamaraty afirmou que a permissão para que navios britânicos atraquem em costa brasileira será tomada caso a caso.

Jobim também afirmou que ainda está em análise o envio de ajuda para o Rio de Janeiro em função das enchentes que castigam a região serrana do estado. “Estamos analisando e fazendo um levantamento das necessidades. Esse assunto está sendo conduzido pelo chefe do Estado Maior com os comandos das Forças [Armadas]”.

Edição: Lana Cristina

fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/home/-/journal_content/56/19523/3163233

Leia mais sobre este assunto na Agência Brasil
13/01/2011 – Argentina classifica relação com o Brasil de aliança estratégica
12/01/2011 – Navios ingleses não receberam autorização para parar em porto brasileiro, confirma Itamaraty
11/10/2010 – Argentina repudia na ONU exercícios militares da Grã-Bretanha nas Malvinas
10/10/2010 – Exercícios militares nas Ilhas Malvinas criam novo conflito entre Argentina e Grã-Bretanha

Bacias Sedimentares no Atlântico Sul – fonte: Getech – Geodynamics and Petroleum Geology of the South Atlantic Margins

 

Acesso via o blog do Isape: http://isape.wordpress.com/2011/01/12/brasil-mantem-proibicao-aos-navios-ingleses-rumo-as-malvinas-para-atracar-em-portos-brasileiros/
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Bolívia comemora descoberta de gás na Argentina e descarta redução das exportações para o país

23 de novembro de 2010

EFE
23/11/2010

Bolívia comemora gás argentino e descarta crise no abastecimento para o país

La Paz, 25 nov (EFE).- O ministro de Energia boliviano, Luis Fernando Vincenti, declarou nesta quinta-feira que está feliz com a descoberta de uma grande reserva de gás natural não convencional na Argentina, e descartou riscos de crise na vendas do combustível boliviano para o mercado argentino.

“Estamos felizes que a Argentina retome o caminho da prospecção, que avançou sua segurança energética, mas hoje não existe nenhuma possibilidade de substituir o gás boliviano”, declarou Vincenti, citado pela agência estadual “ABI”.

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Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

4 de agosto de 2010

Blog do Planalto
Terça-feira, 3 de agosto de 2010 às 17:59

Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

Os governos do Brasil e da Argentina anunciaram nesta terça-feira (3/8), após reunião bilateral realizada em San Juan, acordo para desenvolvimento de energia nuclear para fins pacíficos. O anúncio foi feito em entrevista coletiva pelos presidentes Lula e Cristina Kirchner no auditório do Centro Cívico da província, após realização da 39a. reunião de Cúpula do Mercosul. Os dois países firmaram ainda compromisso para a realização de obras que permitirão o incremento na geração de energia elétrica.

O Brasil reconheceu ainda a soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, arquipélago que hoje está sob controle da Inglaterra.

O presidente Lula voltou a comemorar o resultado da reunião do Mercosul na Argentina, lembrando que os acordos firmados são uma resposta firme às pessoas que, no passado, mostravam-se céticas quanto ao poder do bloco econômico. Lula disse que a única demanda que não foi fechada na gestão de Cristina Kirchner à frente da presidência pró-têmpore do Mercosul foi o acordo comercial com a União Européia.

¨Espero que nestes cinco meses que temos pela frente consiga fechar o acordo com o companheiro Sarkozy [Nicolas Sarkozy, presidente da França e da UE]¨, disse o presidente brasileiro.

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Cúpula do Mercosul reitera apoio à Argentina na questão das Malvinas

3 de agosto de 2010

O Estado de S.Paulo

03 de agosto de 2010

Mercosul reitera apoio à Argentina em disputa pelas ilhas Malvinas

Reivindicação foi intensificada após companhias britânicas começarem a prospectar petróleo nas ilhas

Efe

SAN JUAN, ARGENTINA- Os membros do Mercosul e os países associados confirmaram nesta terça-feira, 3, seu apoio à Argentina em sua “legítima reivindicação” pela soberania das Ilhas Malvinas e seu interesse por uma rápida solução para o conflito com o Reino Unido.

Em comunicado conjunto divulgado ao término da 39ª cúpula do bloco lembraram “o interesse regional para que a prolongada disputa alcance o mais rápido possível uma solução, em conformidade com as resoluções pertinentes das Nações Unidas” e as declarações dos foros regionais e multilaterais.

Nesse sentido, rejeitaram “a adoção de medidas unilaterais, que não são compatíveis com o decidido pelas Nações Unidas”, de acordo com o documento assinado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, membros plenos do Mercosul, mais os associados Venezuela, Chile, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.

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