Archive for the ‘Energia Nuclear’ Category

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Curso Geopolítica da Energia

11 de janeiro de 2013

Curso "Geopolítica da Energia" - ISAPE
O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia, ISAPE, promove nos dias 21 a 24 de janeiro o curso “Geopolítica da Energia”, que trata da geopolítica dos recursos energéticos que sustentam a economia global. Através de uma análise histórica, de uma apreciação do papel dos recursos na estratégia das grandes potências e de uma análise do atual perfil geográfico e tecnológico de recursos estratégicos, o curso provocará o aluno sobre a importância da problemática energética no nível internacional, abordando questões como a geopolítica do petróleo, as guerras por recursos energéticos, a transição energética e as fontes de energia mais limpas.
O curso será ministrado pelo professor dr. Lucas Kerr de Oliveira, e será realizado no Clube de Cultura de Porto Alegre, das 18:30 às 22:00, nos dias 21, 22, 23 e 24 de janeiro de 2013.
Esta atividade é direcionada a graduandos universitários, vestibulandos, pesquisadores e o público em geral. Faça sua inscrição aqui: www.isape.org.br/
ISAPE - 2013 - Cursos - Cartaz do Curso de Geopolítica da Energia
http://www.isape.org.br/index.php/pagina/home
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ONU discute risco de acidentes nucleares pós-Fukushima

23 de maio de 2011

Agência Brasil
23/05/2011

ONU discute riscos de radiação nuclear depois de acidentes no Japão

Renata Giraldi

 

Brasília – Os efeitos da radiação nuclear dominam as discussões da reunião do Comitê Científico da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa hoje (23) em Viena, na Áustria, e acaba sexta-feira (27). O Brasil é representado pelo físico Marcos Nogueira Martins, diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear do Ministério da Ciência e Tecnologia. As informações são da Rádio França Internacional (RFI).

Nuvem radioativa produzida pelo acidente nuclear em Fukushima no Japão afetou diversos países

As discussões ocorrem dois meses e meio depois dos vazamentos e explosões ocorridos na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão. Durante a 58ª seção do grupo de peritos serão discutidos, por exemplo, meios para determinar quais são os riscos concretos da exposição à radioatividade em baixa quantidade e a longo prazo.

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PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

21 de maio de 2011

Vídeo sobre o andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

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Vídeos do PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

21 de maio de 2011

PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

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Chernobyl: 25 anos do maior desastre nuclear da história

26 de abril de 2011

RIA Novolsti
25/04/2011

Russia’s Medvedev to make anniversary trip to Chernobyl

Chernobyl: 25 years since the nuclear disaster

 

Russian President Dmitry Medvedev will visit Chernobyl on Tuesday to mark the 25th anniversary of the worst nuclear disaster in history.

“I will go to Chernobyl tomorrow,” the Russian president said on Monday during an award ceremony in the Kremlin for participants in the clean up operation of the 1986 disaster.

The area around the Chernobyl plant, about 150 kilometers (93 miles) from the Ukrainian capital of Kiev, remains highly contaminated from an explosion at the plant’s reactor number four a quarter of a century ago.

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Vídeo: “A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel

20 de abril de 2011

“A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel  ( 1 de 9 )

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“A Batalha de Chernobyl” no Discovery Channel  ( 2 de 9 )

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Vídeo documentário: “O Desastre de Chernobyl: Hora Zero” no Discovery Channel

20 de abril de 2011

No próximo dia 26 de abril de 2011 completam-se 25 anos do acidente na Usina de Chernobyl, ocorrido em 1986 na então União Soviética, na cidade de Pripyat (atual Ucrânia). O vídeo documentário a seguir, retrata os momentos finais que antecederam o acidente, que levou ao incêndio e derretimento parcial do reator 4, que lançou grande quantidade de material radioativo na atmosfera, no que ficou marcado como o maior acidente nuclear de toda a História.

Parte 1

Parte 2

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A gravidade do acidente nuclear em Fukushima comparada ao de Chernobyl

15 de abril de 2011

Scientific American
Apr 12, 2011

Is Fukushima really as bad as Chernobyl?

By David Biello 

satellite image of Fukushima Daiichi explosionOne month to the day after the devastating twin blows of a magnitude 9.0 earthquake and subsequent 15-meter tall tsunami, Japanese officials have reclassified the accident at the Fukushima Daiichi nuclear power plant at the highest possible level. The partial meltdown of three reactors and at least two spent fuel pools, along with multiple hydrogen explosions at the site now rate a 7 on the International Nuclear Event Scale—a level previously affixed only to the meltdown and explosion at Chernobyl.

Fukushima is now officially a “major accident” per the scale—roughly 100 times worse than the worst civilian nuclear accident in the U.S.: the partial meltdown at Three Mile Island—constituting “a major release of radioactive material with widespread health and environmental effects.”
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Acidente Nuclear em Fukushima amplia debate sobre novas usinas nucleares no Brasil

23 de março de 2011

Sul 21

22/03/2011

Fukushima é a causa de um novo dilema brasileiro: aumentar ou não a oferta de energia nuclear

Felipe Prestes

O Brasil vive um dilema na questão energética, segundo o diretor-geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (Isape), Lucas Kerr. O país não pode manter um crescimento econômico como o do ano passado (7,5%), sem expandir consideravelmente a oferta de energia. Para isso, são necessários investimentos de cerca de R$ 1,3 trilhão em infraestrutura de energia, nos próximos dez anos, sendo que o país deverá estar atento aos impactos sociais e ambientais desta expansão. No entanto, neste momento em que o Japão sofre com os vazamentos ocorridos na usina nuclear de Fukushima, surge um novo questionamento: vale a pena expandir a oferta de energia nuclear?
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Acidente na Central Nuclear de Fukushima

22 de março de 2011

21 de mar de 2011

O ACIDENTE DE FUKUSHIMA-DAIICHI

 Acidente na Central Nuclear de Fukushima

AS LIÇÕES APRENDIDAS ATÉ O MOMENTO

Leonam dos Santos Guimarães *

O medo é a forma mais eficaz de controle social: sociedades amedrontadas reagem como manadas, se deixando levar pelo primeiro grito de alerta. Em nome da redução de uma ameaça superestimada lideranças podem agir livremente em busca de outros objetivos, alheios à redução da própria ameaça

 Às 14h46 da sexta-feira (11/3) passada, hora local, o Nordeste do Japão foi atingido por um terremoto de 9 graus na escala Richter cujo epicentro foi bem próximo ao litoral e a poucos quilômetros abaixo da crosta terrestre, o maior que se tem registro histórico a atingir uma área densamente populosa e com alto desenvolvimento industrial. Mesmo para um país de alto risco sísmico e cuja cultura e tecnologia se adaptaram para tornar este risco aceitável, tal evento, numa escala de probabilidade de 1 em cada 1.000 anos, superou toda capacidade de resposta desenvolvida ao longo de séculos pelo Japão (Leia aqui a comparação entre o sistema de segurança das usinas brasileiras Angra 1 e Angra 2 e das usinas japonesas de Fukushima).

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Povo chileno rejeita usinas nucleares planejadas pelo governo Sebastián Piñera para o país

19 de março de 2011

ANSA Latina
19/03/2011

86% dos chilenos rejeitam Usinas Nucleares no país

SANTIAGO DO CHILE, 19 MAR (ANSA) – Uma pesquisa entre a população do Chile revelou que 86% dos entrevistados rejeitam a construção de usinas nucleares e 60% não aceitaria estas instalações sob nenhuma condição.

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Mesmo após o grande terremoto de 2010 o governo do Chile planeja construir Usinas Nucleares no país

25 de fevereiro de 2011

América Economia
24/02/2011 – 16:13

Chile e França firmam pacto de cooperação em energia nuclear

O principal objetivo do acordo está na capacitação de cientistas e profissionais da área nuclear

Paris –  O ministro de Minas e Energia Laurence Golborne se reuniu nesta quinta-feira com o ministro da Economia francês encarregado dos setores de Indústria, Energia e Redes, Eric Besson, no marco da visita do país europeu em busca de novas formas de produção de energia.

Grande Terremoto no Chile em 2010 provoca grande destruição em todo o país - prédio de 15 andares destruído após terremoto - foto: AP. O Chile está localizado na zona de convergência entre as placas tectônicas da América do Sul e de Nazca, uma região sujeita a intenso vulcanismo, terremotos e tsunamis, que não é adequada para a instalação de usinas nucleares.

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China anuncia o desenvolvimento de reator nuclear movido por tório ao invés de urânio

1 de fevereiro de 2011

 

Wired – 01/02/2011

China Takes Lead in Race for Clean Nuclear Power

China has officially announced it will launch a program to develop a thorium-fueled molten-salt nuclear reactor, taking a crucial step towards shifting to nuclear power as a primary energy source.

The project was unveiled at the annual Chinese Academy of Sciences conference in Shanghai last week, and reported in the Wen Hui Bao newspaper (Google English translation here).

If the reactor works as planned, China may fulfill a long-delayed dream of clean nuclear energy. The United States could conceivably become dependent on China for next-generation nuclear technology. At the least, the United States could fall dramatically behind in developing green energy.

“President Obama talked about a Sputnik-type call to action in his SOTU address,” wrote Charles Hart, a a retired semiconductor researcher and frequent commenter on the Energy From Thorium discussion forum. “I think this qualifies.”

CANDU Nuclear Power Plant at Zhejiang, China - wikipedia

Usinas nucleares de Zhejiang, China, onde um dos reatores do tipo CANDU já funciona movido com tório ao invés de urânio (foto: wikipedia)

While nearly all current nuclear reactors run on uranium, the radioactive element thorium is recognized as a safer, cleaner and more abundant alternative fuel. Thorium is particularly well-suited for use in molten-salt reactors, or MSRs. Nuclear reactions take place inside a fluid core rather than solid fuel rods, and there’s no risk of meltdown.

In addition to their safety, MSRs can consume various nuclear-fuel types, including existing stocks of nuclear waste. Their byproducts are unsuitable for making weapons of any type. They can also operate as breeders, producing more fuel than they consume.

In the 1960s and 70s, the United States carried out extensive research on thorium and MSRs at Oak Ridge National Laboratory. That work was abandoned — partly, believe many, because uranium reactors generated bomb-grade plutonium as a byproduct. Today, with nuclear weapons less in demand and cheap oil’s twilight approaching, several countries — including India, France and Norway — are pursuing thorium-based nuclear-fuel cycles. (The grassroots movement to promote an American thorium power supply was covered in this December 2009 Wired magazine feature.)

China’s new program is the largest national thorium-MSR initiative to date. The People’s Republic had already announced plans to build dozens of new nuclear reactors over the next 20 years, increasing its nuclear power supply 20-fold and weaning itself off coal, of which it’s now one of the world’s largest consumers. Designing a thorium-based molten-salt reactor could place China at the forefront of the race to build environmentally safe, cost-effective and politically palatable reactors.

“We need a better stove that can burn more fuel,” Xu Hongjie, a lead researcher at the Shanghai Institute of Applied Physics, told Wen Hui Bao.

China’s program is headed by Jiang Mianheng, son of the former Chinese president Jiang Zemin. A vice president of the Chinese Academy of Sciences, the younger Jiang holds a Ph.D. in electrical engineering from Drexel University. A Chinese delegation headed by Jiang revealed the thorium plans to Oak Ridge scientists during a visit to the national lab last fall.

The official announcement comes as the Obama administration has committed itself to funding R&D for next-generation nuclear technology. The president specifically mentioned Oak Ridge National Laboratory in his State of the Union address Jan. 25, but no government-funded program currently exists to develop thorium as an alternative nuclear fuel.

A Chinese thorium-based nuclear power supply is seen by many nuclear advocates and analysts as a threat to U.S. economic competitiveness. During a presentation at Oak Ridge on Jan. 31, Jim Kennedy, CEO of St. Louis–based Wings Enterprises (which is trying to win approval to start a mine for rare earths and thorium at Pea Ridge, Missouri) portrayed the Chinese thorium development as potentially crippling.

“If we miss the boat on this, how can we possibly compete in the world economy?” Kennedy asked. “What else do we have left to export?”

According to thorium advocates, the United States could find itself 20 years from now importing technology originally developed nearly four decades ago at one of America’s premier national R&D facilities. The alarmist version of China’s next-gen nuclear strategy come down to this: If you like foreign-oil dependency, you’re going to love foreign-nuclear dependency.

“When I heard this, I thought, ‘Oboy, now it’s happened,’” said Kirk Sorensen, chief nuclear technologist at Teledyne Brown Engineering and creator of the Energy From Thorium blog. “Maybe this will get some people’s attention in Washington.”

While the international “Generation IV” nuclear R&D initiative includes a working group on thorium MSRs, China has made clear its intention to go it alone. The Chinese Academy of Sciences announcement explicitly states that the PRC plans to develop and control intellectual property around thorium for its own benefit.

“This will enable China to firmly grasp the lifeline of energy in its own hands,” stated the Wen Hui Bao report.

Fonte: http://www.wired.com/wiredscience/2011/02/china-thorium-power/

  reator de tório

residuos nucleares - urânio x tório

thorium Vs Uranium - urânio x tório

urânio x tório

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Charges: Irã nuclear

12 de dezembro de 2010

Charge: Irã nuclear   –   Charge do Dálcio publicada no Correio Popular
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Brasil precisa investir quase R$ 1 trilhão para atender a demanda energética da próxima década

30 de novembro de 2010

Agência Brasil
29/11/2010

País precisa investir R$ 952 bilhões para suprir demanda de energia nos próximos dez anos

Sabrina Craide

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O investimento necessário para suprir a demanda energética do país nos próximos dez anos será de R$ 952 bilhões. O maior investimento será em exploração, produção e oferta de petróleo e gás natural e devem ser de R$ 672 bilhões no período. Para garantir o intercâmbio de energia elétrica entre as regiões do país, os investimentos em transmissão de energia deverão ser de R$ 39 bilhões.

Os dados constam do Plano Decenal de Expansão de Energia 2019, divulgado pelo Ministério de Minas e Energia, que mostra o cenário da expansão da oferta de energia no país e as necessidades de investimentos para os próximos dez anos.

A oferta interna de energia elétrica no país passará de 539,9 terawatts-hora (TWh) em 2010 para aproximadamente 830 TWh em 2019, um aumento de 53,7%. O plano prevê que o consumo final energético aumente de 228 milhões de toneladas equivalentes de petróleo em 2010 para 365,7 milhões em 2019, o que corresponde a uma taxa anual média de crescimento de 5,4%. A tonelada equivalente de petróleo é uma unidade para a qual se convertem as unidades de medida das diferentes fontes de energia.

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Crescimento do PIB brasileiro em 8% deve aumentar demanda energética

11 de novembro de 2010

Fator Brasil

10/11/2010

Brasil cresce 8% em 2010

Estimativa foi feita na abertura do XIII Congresso Brasileiro de Energia

Paula Guatimosim

A produção industrial teve um crescimento acelerado no Brasil na última década, aumentando ainda mais a demanda por energia

Rio de Janeiro – O crescimento do PIB em 8% este ano e superior a este percentual no ano foi a informação alvissareira da solenidade de abertura do XIII Congresso Brasileiro de Energia, na manhã de terça-feira no Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Organizado pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe), a mesa de abertura contou com a participação do Ministro de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmerman, do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, e do professor Luiz Pinguelli Rosa, diretor da Coppe/UFRJ.

 

As vendas de computadores, dentre outros eletrodoméscitocs, cresceu significativamente no Brasil

Para a surpresa dos participantes, Gabrielli avisou durante seu pronunciamento que não falaria em Pré-Sal, tema que acabou abordando durante a coletiva de imprensa posterior. “O fato de existir o Pré-Sal não nos exime da responsabilidade de sermos produtores de bio-combustíveis”, lembrou, e citou a Petrobras como a terceira maior empresa de etanol do país. Para Gabrielli, a crise da Bolívia serviu como um aprendizado ao país, que desde então investiu US$ 23 bilhões na produção e distribuição de gás. Com isso, a infra-estrutura do setor saltou de uma rede de 5.600 km em 2003 para 9.600 km em 2010, enquanto a distribuição cresceu de 36 milhões de m³ para 62 milhões de m³ no mesmo período, “com picos de 84 milhões de m³ no segundo semestre”, completou.

A abertura dos trabalhos começou com informações de Ronald Thadeu Ravedutti – presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) – sobre o desenvolvimento da logística do carro elétrico no projeto desenvolvido por Itaipu Binacional, em São José dos Pinhais (PR). Ele comentou a abertura de novas vagas em função do desenvolvimento econômico e lembrou a dificuldade de captar recursos para investimentos no Brasil. “Espero que o Congresso ajude as empresas a encontrar esse caminho”, sugeriu. Jorge Miguel Samek, Diretor Geral da Itaipu Binacional, falou em seguida e destacou o papel da Coppe na retomada de investimentos no modelo de energia limpa que, segundo ele, estava estagnado. “O projeto estava há anos engavetado”, disse.

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Rússia fecha acordo para construção de infra-estrutura energética com Afeganistão, Paquistão e Tadjiquistão

21 de agosto de 2010

Asia Times

21/08/2010

Medvedev’s wishful thinking

By M K Bhadrakumar

There was an element of hyperbole when a Moscow news service airily speculated this week that Catherine the Great’s historic dream of gaining access to the warm waters of the Arabian Sea was nearing realization even as Russia was getting ready to propose to Pakistan an “extensive road and rail system being largely bankrolled by Moscow” to connect Central Asia with Pakistan’s sea ports.

The Moscow commentator was anticipating the agenda of discussions at the quadripartite summit of Russia, Tajikistan, Afghanistan and Pakistan, hosted by President Dmitry Medvedev at his vacation home in the picturesque Black Sea resort of Sochi on Wednesday.

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Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

4 de agosto de 2010

Blog do Planalto
Terça-feira, 3 de agosto de 2010 às 17:59

Brasil e Argentina firmam acordo para desenvolvimento de energia nuclear

Os governos do Brasil e da Argentina anunciaram nesta terça-feira (3/8), após reunião bilateral realizada em San Juan, acordo para desenvolvimento de energia nuclear para fins pacíficos. O anúncio foi feito em entrevista coletiva pelos presidentes Lula e Cristina Kirchner no auditório do Centro Cívico da província, após realização da 39a. reunião de Cúpula do Mercosul. Os dois países firmaram ainda compromisso para a realização de obras que permitirão o incremento na geração de energia elétrica.

O Brasil reconheceu ainda a soberania da Argentina sobre as Ilhas Malvinas, arquipélago que hoje está sob controle da Inglaterra.

O presidente Lula voltou a comemorar o resultado da reunião do Mercosul na Argentina, lembrando que os acordos firmados são uma resposta firme às pessoas que, no passado, mostravam-se céticas quanto ao poder do bloco econômico. Lula disse que a única demanda que não foi fechada na gestão de Cristina Kirchner à frente da presidência pró-têmpore do Mercosul foi o acordo comercial com a União Européia.

¨Espero que nestes cinco meses que temos pela frente consiga fechar o acordo com o companheiro Sarkozy [Nicolas Sarkozy, presidente da França e da UE]¨, disse o presidente brasileiro.

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Após sanções, China investe US$ 40 bilhões no setor de Petróleo & Gás iraniano

2 de agosto de 2010

TN Petróleo

02/08/2010

China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

Segundo os acordos assinados entre os dois países, o investimento chinês em projetos de prospecção e extração de petróleo chegará a US$ 29 bilhões, enquanto os demais US$ 11 bilhões serão destinados a petroquímicas, refinarias, oleodutos e gasodutos.

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Sanções das grandes potências ao Irã podem favorecer a China

2 de agosto de 2010

IPS – Inter Press Service
02/08/2010

IRÃ: Sanções de potências favorecem a China

Antoaneta Becker

Londres, Inglaterra, (IPS) – As novas sanções da União Europeia (UE) contra o Irã abrem a porta para companhias chinesas desejosas de ampliar seus investimentos em um país considerado rebelde pelo Ocidente.

O gigante asiático é o maior sócio comercial do Irã. Analistas chineses prevêem o surgimento de lucrativas oportunidades geopolíticas e empresariais na República Islâmica. Contudo, a burocracia ainda duvida do papel que Pequim deve ter nessa situação. Ávida por energia, a China assinou um acordo com o Irã por dezenas de milhares de milhões de dólares para ter acesso privilegiado ao setor de gás e petróleo.

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Operação Atlântico Sul II: Forças Armadas simulam defesa do litoral brasileiro

27 de julho de 2010

27/07/2010

Exército Brasileiro realiza Defesa da Usina Nuclear de Angra dos Reis

com informações das Forças Armadas do Brasil

O Exército Brasileiro realiza durante a “Operação Atlântico II” a Defesa Antiaérea da Usina Nuclear de Angra dos Reis (Complexo Nuclear Almirante Álvaro Alberto). O responsável por esta defesa é o 1º Grupo de Artilharia Antiaérea (Grupo General Alves Maia).

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O programa nuclear “secreto” da Arábia Saudita

29 de junho de 2010

Enquanto os Estados Unidos e seus aliados da OTAN utilizam todos os meios diplomáticos e político-estratégicos para convencer o mundo da ameaça nuclear representada pelo Irã, países muito mais perigosos desenvolvem silenciosamente programas nucleares sem qualquer vigilância internacional, como é o caso da Arábia Saudita.

A Arábia Saudita é o berço ideológico do fundamentalismo islâmico moderno, nascido e gestado nas madrassas mais radicais, espalhadas no velho reino dos sauds. Foi ali que  fundamentalismo islâmico wahhabi criado na Arábia Saudita, encontrou fértil terreno para se desenvolver e tornar-se ainda mais radical no século XX, sob a influência do egípicio Sayed Qutb. Curiosamente, os países que adotaram tal versão (ou seita) fundamentalista e sectária do Islã geralmente eram governados por regimes totalitários,  verdadeiras ditaduras protofascistas.

Via de regra, o conservadorismo religioso e fundamentalista foi incentivado pelas elites locais como forma de conter os partidos e grupos políticos laicos e progressistas (nacionalistas, terceiromundistas ou socialistas), que defendiam medidas desenvolvimentistas e modernizadoras na região. Todas essas formas de desenvolvimento ou modernização eram vistas como ameaçadoras pelas elites mais conservadoras da região.

Na Arábia Saudita a monarquia protofascista sempre teve dificuldades para se sustentar em um ambiente de tensões sociais extremas, ampliadas pelas desigualdades aberrantes ali existentes, e por um processo de rápida inserção de sua elite no mundo ocidental capitalista. Essa inserção rápida namodernidade provocou fortes reações ultraconservadoras, que, por sua vez, forjaram a aliança do regime totalitário com os fundamentalistas conservadores. Foi justamente nesta versão radicalmente conservadora e fundamentalista da religiosidade local, que o governo ditatorial da família Saud encontrou apoio para continuar submetendo o povo sob seu regime protofascista, mantendo a governabilidade do país pela força, medo, coersão e misticismo radical. Esses regimes totalitários ultra-conservadores receberam ainda apoio externo, dos EUA e de países europeus, durante toda a Guerra Fria, pois as potências capitalistas muitas vezes passaram a ver o fundamentalismo fascista como um mal menor na luta contra a União Soviética.

Hoje, a Arábia Saudita é uma ditadura onde a elite vive em meio a uma abundância indescritível, alimentada pelo controle do clâ Saud sobre as reservas de petróleo da nação, que são consideradas reservas privadas da família real. Enquanto isso, mais da metade da população vive na miséria, condenada ao analfabetismo, sem acesso a educação ou saúde públicas (apenas escolas e hospitais religiosos), com um índice de desemprego de cerca de 35 a 40%.

A resistência à qualquer mudança ou reformas político-econômicas fes com que a Arábia Saudita se tornasse um país ainda mais conservador. Costumes feudais voltaram a ser valorizados e, em pleno século XXI, o país contunua a aceitar a escravidão de mulheres e considera que as mulheres estupradas são culpadas por “provocarem” os homens. O sistema “judiciário” saudita condena todos os anos, dezenas de mulheres estupradas à prisão e chicoteamento, como se não fossem vítimas mas culpadas pelos crimes de seus próprios algozes.

O modelo de “tratamento das mulheres” defendido pelo Taleban,  e tão criticado no “Ocidente”, foi claramente inspirado no modelo saudita, embora este último raramente seja lembrado. Até porque, durante as últimas décadas, os sauditas vêm financiando madrassas em todo o Oriente Médio, (especialmente no Afeganistão), especializadas na difusão  de uma interpretação ultraconservadora, dogmática e sectária das leis religiosas, que afronta a dignidade humana e os princípios humanistas do próprio Islã.

Especificamente no Afeganistão, os sauditas ajudaram a finaciar a criação da Al Quaeda nos anos 1980, para combater os “terríveis” comunistas “ateus” da URSS, resultando em uma longa guerra civil que destroçou o país, deixou marcas de sangue e violência  na sociedade afegã, irreparáveis até os dias de hoje.

Durante os anos 1990 os sauditas continuaram financiando redes terroristas, incluindo a Al Qaeda e o Taleban no Afeganistão, expandindo suas conexões terroristas para outros continentes, quando passaram a atuar enquanto rede “global” (Bósnia, Kosovo, Chechênia e Cáucaso, Somália e vastas regiões da Ásia Central, Sinkiang, Paquistão e mais recentemente no Iraque).Os Estados Unidos nunca se incomodaram com a atuação saudita, enquanto os alvos do terrorismo eram governos rivais (Iugoslávia, Somália, Rússia, China). Mesmo após os atentados contra os EUA de 11 de setembro de 2001, o governo estadunidense não rompeu com a conexão saudita, que continuou a financiar grupos terroristas na Chechênia (Rússia) e no Sinkiang (China), dentre outros países da Ásia Central (Tadjiquistão, Quirquistão).

Recentemente, voltaram a proliferar denúncias de que milionários sauditas, inclusive membros da família real, continuam financiando o terrorismo fundamentalista no Iraque e Afeganistão:

Concil on Foreign Relations, 14/09/2007, “Saudi Arabia: Terrorist Financing Issues

Los Angeles Times, 29/10/2001, “U.S.: Money trail leads to Saudi

The Huffington Post, 02/04/2008,  “US: Saudi Arabia Is Prime Source Of Terror Funds

Los Angeles Times, 30/09/2009, “Saudi Arabia-based charities still funding terrorists, GAO says

Lauderin Money, 20/04/2010, “Terrorism funding remains a constant concern

The Guardian, 25/06/2010, “West’s financial system must stop flow of dirty money

The Times, 31/05/2010, “Terror link alleged as Saudi millions flow into Afghanistan war zone

Pode-se considerar, sem grandes reservas que o fascismo-religioso saudita tornou-se uma das maiores ameças à estabilidade no Oriente Médio e Ásia Central, ameaçando claramente os vários povos da região.  A elite saudita ataca seu povo diariamente, jogando a maioria da sua população na miséria absoluta, enquanto desfruta da maior renda petrolífera do mundo. Essa elite usa do totalitarismo e da opressão religiosa para se manter no poder, humilhando a dignidade de suas mulheres e financiando o terrorismo no Iraque e no Afeganistão. Se esta elite não assume o mínimo de responsabilidade em relação ao seu próprio povo ou aos vizinhos, o que se pode esperar do crescente envolvimento de magnatas sauditas com o financiamento do terrorismo na região?

Entretanto, mesmo diante de tudo isso, os EUA e outros países europeus vem oferecendo apoio ao programa nuclear saudita e oferecendo acordos de transferência de tecnologia nuclear para este país, ao longo dos últimos anos:

Haaretz, 16/08/2008, “Bush offers Saudis nuclear power in exchange for more oil

Global Security, 18/05/2008, “Bush in Saudi Arabia for Nuclear Deal

Arabian Business, 17/04/2010, “Saudi Arabia sets up nuclear energy science centre

Arab News, 17/06/2010, “Kingdom may enrich uranium for nuclear plants

Essa situação compromete seriamente o discurso dos Estados Unidos e demais potências da OTAN em defesa da não proliferação nuclear. Como é possível que tantas pessoas continuem acreditando nas boas intensões deste discurso em prol do “Apartheid Tecnológico”, quando este se volta apenas contra os países que não são aliados dos EUA, e seus aliados, mesmo aqueles que financial o terror, podem continuar desenvolvendo programas nucleares secretos? Porque os Estados Unidos insistem em atacar o Irã, único país muçulmano da região que sempre viu a Al Qaeda como inimigo natural?

Tudo indica que a agenda da política externa dos EUA continua “sequestrada” pelos neoconservadores americanos, que tanta simpatia têm pelo fundamentalismo religioso de seitas cristãs sectárias do “Ocidente,” e pelo visto, simpatizam também com outros fundamentalismos totalitários e sectários pelo mundo afora. Resta saber se estas “simpatias” são apenas ideológicas ou se existem interesses ainda mais nefastos por detrás das alianças internacionais estabelecidas pelos neoconservadores norte-americanos .

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Arabian Business
Saturday, 17 April 2010

Saudi Arabia sets up nuclear energy science centre

by Tamara Walid & Reem Shamseddine


Top oil exporter Saudi Arabia may mine and enrich uranium to fuel power plants if it embarks on a civilian nuclear energy programme, a consultant preparing a draft nuclear strategy for the kingdom said on Wednesday.

The United Nations has just slapped a fourth round of sanctions on Saudi regional rival Iran for refusing to halt enrichment, which with further refinement can yield materials for weapons.

Western powers fear Iran is using its nuclear programme to develop weapons, while Tehran says it needs power generation to meet rapidly rising demand.

Related news:

http://www.arabianbusiness.com/586178-saudi-arabia-sets-up-nuclear-energy-science-centre
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16 May 2008

Bush in Saudi Arabia for Nuclear Deal

By Scott Stearns

Riyadh

U.S. President George Bush is in Saudi Arabia for talks with King Abdullah marking the 75th anniversary of diplomatic relations between Washington and Riyadh. VOA White House Correspondent Scott Stearns reports, the two leaders are expected to reach agreement on civilian nuclear technology.

President Bush and King Abdullah inspected a military honor guard in Riyadh before private talks at the king’s horse farm outside the capital.

They will discuss a deal to help the kingdom develop civilian nuclear power for medical and industrial uses as well as generating electricity. The agreement provides access to safe, reliable fuel sources for nuclear reactors and demonstrates what the Bush Administration calls Saudi leadership as a non-proliferation model for the region.

The agreement expands cooperation to better safeguard the kingdom’s vast oil reserves and its pipeline distribution system, as well as borders.

As part of the deal, Saudi Arabia joins a global initiative to combat nuclear terrorism to enhance the protection of nuclear systems and improve its ability to detect and confiscate illegally held nuclear material.

The kingdom also joins an international alliance to combat the proliferation of weapons of mass destruction and related materials, including delivery systems.

President Bush says he will ask King Abdullah to boost Saudi oil production to drive down record energy prices. A similar request in January was denied as Saudi output has held steady at just over 8.5 million barrels a day.

Relations between Washington and Riyadh are strained by the war in Iraq. Unlike the first Gulf War when Saudi Arabia boosted oil production and helped pay for the liberation of Kuwait, the kingdom opposed America’s 2003 invasion to topple Saddam Hussein.

U.S. National Security Advisor Steve Hadley says it remains a partnership of common interests.

“So I think the relationship is in pretty good shape. That’s not to say that there weren’t stresses – obviously the Iraq war was a stress, and managing the situation, subsequent. There are still issues, I’m sure, the Saudis raise with us. We have issues that we raise with them,” said Hadley. “We would like to see them offering greater diplomatic support for Iraq, embracing Iraq as a part of the Arab family. They have not gone as far as we would like on that score.”

Relations also soured following the 2001 terrorist attacks in New York and Washington in which 15 of the 19 hijackers were Saudi.

John Alterman directs the Middle East Program at the Center for Strategic and International Studies, a public policy research group in Washington.

“This relationship has been unalterably changed partly by the events of September 11, partly by what’s happened in Iraq, partly by a Saudi sense that the United States isn’t nearly as competent as they thought,” said Alterman. “And while there is no alternative to the United States, there is suddenly a need to hedge against U.S. incompetence. That changes the whole way these meetings go, and it changes what happens when the U.S. president says I really need you to do this.”

President Bush leaves Saudi Arabia Saturday for Egypt and separate talks with President Hosni Mubarak as well as Afghan President Hamid Karzai, Jordanian King Abdullah, and Palestinian President Mahmoud Abbas.

http://www.globalsecurity.org/wmd/library/news/saudi/saudi-080516-voa01.htm



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O Irã e o império decadente

23 de maio de 2010

Folha de S.Paulo

23/05/2010

O Irã e o império decadente

Luiz Carlos Bresser Pereira *

Há algum tempo, o establishment mundial recebeu com um misto de irritação e descrença a notícia de que o presidente Lula se dispunha a intermediar a questão do Irã.

Na semana passada a diplomacia brasileira alcançou um êxito histórico em Teerã ao lograr que o governo nacionalista islâmico do Irã aceitasse o acordo sobre a troca de urânio pouco enriquecido por urânio enriquecido a 20% nos mesmos termos que as grandes potências e a AIEA(agência atômica da ONU) haviam proposto há seis meses.

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Reator de submarino nuclear brasileiro fica pronto em 2014 e será modelo para usinas civis

23 de maio de 2010

Agência Brasil

23/05/2010

Reator de submarino nuclear fica pronto em 2014 e será modelo para usinas

Vladimir Platonow

Repórter da  Agência Brasil

Rio de Janeiro – Os dez prédios em construção no complexo militar de Aramar, em Iperó (SP), vão abrigar o Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgen), de onde sairá o primeiro reator nuclear 100% brasileiro – os de Angra 1 e 2 são, respectivamente, norte-americano e alemão.

A principal aplicação do reator será equipar o primeiro submarino nuclear brasileiro, que deverá entrar em operação por volta de 2020. No prédio principal será montada uma réplica em escala real do submarino, para testar cada detalhe do reator, do motor e de todos os sistemas da embarcação, além de treinar a tripulação.

O reator será de uma nova família, bem mais eficiente energeticamente do que os anteriores, podendo usar combustível menos enriquecido e prolongando em muito a troca por uma nova carga.

“Inicialmente vamos trabalhar em torno de 5% [de enriquecimento]. À medida que houver as evoluções, tende-se a ir a 20%. O gerenciamento do combustível hoje é mais inteligente. Consegue-se que o urânio fique mais tempo gerando energia”, explicou o coordenador do Programa de Propulsão Nuclear da Marinha, capitão de mar e guerra André Luís Ferreira Marques, em entrevista à Agência Brasil.

“Nos primeiros navios, tirava-se o urânio ainda com muita energia para queimar, porque eles não conseguiam gerenciar isso direito”, lembrou Marques.

Ele destacou que, além de proporcionar um ganho na área da Defesa, a construção do reator vai beneficiar a sociedade como um todo, já que, extrapolando a escala, o mesmo tipo de projeto poderá mover uma usina nuclear.

“As próximas usinas nucleares usarão tecnologia brasileira, se não em tudo, em uma graduação, chegando futuramente a 100%. O Labgene é o preâmbulo das futuras usinas nacionais. Nós desenvolvemos os fornecedores, que já estão acostumados com as normas técnicas, os cuidados e as inspeções de controle de qualidade, para fazer equipamentos maiores”.

Para Ferreira Marques, “é o início do big bang [uma alusão à teoria da chamada grande explosão que resultou na criação do universo, aceita por parte dos cientistas]. A gênese dos reatores de potência”.

Edição: Tereza Barbosa

Iperó (SP) - O capitão Ferreira Marques mostra projeto do futuro submarino nuclear brasileiro - Foto: Vladimir Platonow - AgênciaBrasil

Iperó (SP) - Operário verifica detalhes da usina do complexo militar de Aramar, no Centro Militar da Marinha, que entra em operação neste ano - Foto: Vladimir Platonow - AgênciaBrasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil

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O Ministro Celso Amorim diz que acordo com Irã é resultado de negociação

18 de maio de 2010

Agência Brasil

18/05/2010

Amorim diz que acordo de Teerã é resultado de negociação

Luiz Antônio Alves

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (18) que um dos detalhes mais importantes da Declaração de Teerã é que o documento é resultado de uma negociação, e não da confrontação. Segundo o chanceler, o documento assinado ontem em Teerã resume avanços notáveis em relação a todas as situações anteriores.

O documento obtido com a intermediação do Brasil e da Turquia prevê a troca de urânio do Irã levemente enriquecido por combustível que seria produzido provavelmente pela Rússia e pela França.

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As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear

18 de maio de 2010

Meridiano 47

18/05/2010

As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear

André Luiz Reis da Silva

O Brasil e a diplomacia brasileira tiveram um grande sucesso nos últimos dias. Visto por muitos de forma cética, a interlocução do Brasil no caso do Programa Nuclear Iraniano teve bom resultado, embora provisório. O presidente Luis Inácio Lula da Silva intermediou, em Teerã, um acordo entre o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyiq Erdogan. O acerto tem como base o envio de 1,2 mil quilos de urânio iraniano para a Turquia, que estocaria o material enquanto França e Rússia o enriqueceriam em 20% – tratamento insuficiente para o uso militar, mas suficiente para fins pacíficos.

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