Archive for the ‘Desenvolvimento’ Category

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Começa a construção do SBR-2 Humaitá, segundo submarino brasileiro do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB)

14 de setembro de 2013

Quinta-feira, 12/09/2013

Começa a construção do segundo submarino brasileiro do PROSUB

A construção do segundo submarino brasileiro, SBR-2, a ser batizado de Humaitá, teve início nesta quarta-feira (04/09), no galpão auxiliar da Nuclebrás Equipamentos Pesados S/A (NUCLEP). A empresa já está construindo o casco resistente do primeiro submarino, o SBR-1 que será batizado de Riachuelo, que deverá ser entregue em 2017, dentro da parceria da Marinha brasileira com o governo francês.

base-de-submarinos-de-itaguai- Itaguaí (RJ)

Para o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Moura Neto, o evento tem o mesmo simbolismo do “batimento de quilha” em navios de superfície e reafirma a decisão brasileira em investir em equipamentos de qualidade e com tecnologia. O Comandante lembrou que o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) é o mais ambicioso da Marinha contemporânea e representa uma enorme conquista para a Nação brasileira.

– Quero agradecer a todos pelo esforço em conjunto que está sendo feito para que o país tenha equipamentos mais modernos e entre na relação dos países que produzem submarinos nucleares. Aqui estamos construindo um futuro melhor para o Brasil – afirmou o Comandante da Marinha.

    O comandante da Marinha, Moura Neto, acompanhado do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e de diretores da ICN e Odebrecht, na cerimônia de corte da primeira chapa do submarino SBR-02 em Ituaguai. Foto: NUCLEP, setembro de 2013

O comandante da Marinha, Moura Neto, acompanhado do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e de diretores da ICN e Odebrecht, na cerimônia de corte da primeira chapa do submarino SBR-02 em Ituaguai. Foto: NUCLEP, setembro de 2013

Participaram do evento, além do presidente da NUCLEP, Jaime Cardoso, e o Comandante da Marinha, Moura Neto, funcionários e representantes da NUCLEP, da Itaguaí Construções Navais (ICN) e DCNS. Serão construídos também mais dois submarinos convencionais e um a propulsão nuclear. A NUCLEP está encarregada de produzir não apenas o casco, mas também o Vaso de Pressão (VPR) do reator e os dois Geradores de Vapor (GV) do futuro submarino de propulsão nuclear, um projeto do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP).

Fonte: http://www.nuclep.gov.br/noticias/come-constru-o-do-segundo-submarino-brasileiro

Almirante Gilberto Max Roffé Hirschfeld, coordenador do PROSUB em visita às instalações do estaleiro de Itaguai onde está ocorrendo a construção dos novos submarinos SBR da classe Escorpene. Foto: NUCLEP, abril de 2013

Submarino brasileiro no Rio de Janeiro

Maquete do projeto do submarino nuclear brasileiro

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Novo recorde nas exportações de gás natural da Bolívia para o Brasil e Argentina

29 de abril de 2013

Los Tiempos, 29/04/2013

Reportan récord de venta de gas a Argentina y Brasil

Ed. Impresa EXPORTACIONES | En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones

Por Redacción Central

 

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. - La Prensa Agencia

El gasoducto Juana Azurduy lleva el energético hacia Argentina. – La Prensa Agencia

 

 

Las ventas de gas natural a Brasil y Argentina sumaron 1.499 millones de dólares entre enero y marzo de este año, un 29,5 por ciento más que los 1.157,5 millones logrados en el mismo periodo de 2012, informó ayer Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).

En el primer trimestre de 2013, el valor de las exportaciones de gas a Brasil fue de 963,8 millones de dólares y el de las ventas a Argentina llegó a 535,4 millones, según datos del Instituto Nacional de Estadística (INE) citados por YPFB en un comunicado.

Las ventas de otros combustibles bolivianos entre enero y marzo llegaron a 59 millones de dólares, por lo que el valor total de las exportaciones de la actividad económica de extracción de hidrocarburos fue de 1.558 millones, añadió la estatal petrolera.

Esa cifra supera en 29,6 por ciento el valor de las exportaciones de hidrocarburos del primer trimestre de 2012, cuando la cifra fue de 1.202 millones de bolivianos.

La estatal petrolera destacó que las ventas de hidrocarburos representan el 53 por ciento del total de las exportaciones bolivianas, seguida por las de la industria manufacturera (24,3 por ciento), minería (17 por ciento) y agricultura (4 por ciento).

A principios de este mes, YPFB reportó un aumento en un 21 por ciento en marzo de sus exportaciones de gas natural hacia Brasil y Argentina respecto del mismo mes de 2012.

En marzo, la brasileña Petrobras importó un promedio diario de 31,65 millones de metros cúbicos de gas boliviano y la argentina Enarsa, 15,77 millones.

Según la compañía petrolera boliviana, esos datos corroboran que la producción de hidrocarburos continúa como la actividad económica de mayor valor en las exportaciones nacionales.

La producción de gas en Bolivia está a cargo básicamente de compañías privadas extranjeras, entre ellas la española Repsol, la brasileña Petrobras, la francesa Total y la británica British Gas, pero desde 2006 la comercialización la gestiona YPFB.

Para alcanzar esas metas, la estatal YPFB recordó que lleva adelante un ambicioso programa de desarrollo, con énfasis en la exploración y desarrollo de campos (upstream), con la finalidad de incrementar progresivamente la producción nacional de gas natural e hidrocarburos líquidos asociados para solventar todos los requerimientos del mercado interno y los contratos de exportación.

Morales inaugura obras financiadas por YPFB

El presidente Evo Morales inauguró ayer el coliseo multifuncional “Emiliano Villazón”, nueve aulas y baños para el núcleo escolar “Pamtilla”, financiados por YPFB, en el municipio de La Palca, y exhortó a mantener la lucha por la liberación social, cultural y económica en Bolivia.

“Sólo es continuar con esas grandes luchas por la independencia, por la liberación social, cultural, por la liberación económica.

Ahora en Bolivia, en poco tiempo estamos demostrando, hermanas y hermanos, y por eso van llegando obras, con seguridad van a seguir llegando obras”, aseguró en un acto que se realizó en esa población a más de 120 kilómetros de la ciudad de Cochabamba.

Según informó la agencia estatal ABI, Morales dijo que la entrega de obras continuará, tomando en cuenta que los recursos provienen de la recuperación de los recursos naturales, especialmente los hidrocarburos, fondos que incrementan los ingresos de las gobernaciones y las alcaldías, además del apoyo del Programa “Bolivia cambia, Evo Cumple”, proyectado para atender pequeños requerimientos de las poblaciones.

 

Ventas de gas a Brasil y Argentina suman $us 1.499 millones

Rusia invita a Evo a una cumbre mundial de gas

 

Fonte: http://www.lostiempos.com/diario/actualidad/economia/20130429/reportan-record-de-venta-de-gas-a-argentina-y_211136_453445.html

 

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Resultado das eleições na Venezuela favorece a consolidação geopolítica do Mercosul

16 de abril de 2013

Blog Geografia & Geopolítica, 15 de abril de 2013

Eleições na Venezuela : a vitória de Maduro favorece a consolidação do Mercosul

Vitória de Maduro nas Eleições venezuelanas é reconhecida em toda a América Latina mas oposição tenta questionar o resultado das urnas

O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela (Consejo Nacional Electoral, CNE) anunciou a vitória de Nicolás Maduro nas eleições para Presidente da Venezuela. Embora tenha tido uma pequena margem de vantagem,  com 50,66% dos votos válidos, Maduro foi eleito presidente em um processo eleitoral considerado limpo e sem incidentes, por parte dos observadores internacionais (OEA, UNASUL e Mercosul) e da supervisão do Conselho Nacional Eleitoral. Além de obter maioria dos votos, com 50,66% do total, Maduro venceu na maioria das 24 regiões eleitorais venezuelanas.
A UNASUL reconheceu a vitória de Maduro e defendeu que o resultado das eleições seja respeitado pela oposição, que pediu recontagem dos votos. O pedido de recontagem dos votos é uma clara tentativa da oposição derrotada de de tentar deslegitimar o resultado das eleições e preparar o terreno para novas tentativas de desestabilizar o governo eleito. Considerando a tradição golpista da oposição venezuelana, esta iniciativa pode ser vista como uma clara ameaça à estabilidade da democracia na Venezuela.

resultado das eleições na Venezuela - 2013 -2

resultado das eleições na Venezuela - 2013

Vitória de Maduro nas Venezuela favorece a consolidação do Mercosul e o aprofundamento da Integração Sul-Americana

Nicolás Maduro foi sindicalista e deputado federal pelo partido de Hugo Chavez, tendo assumido o cargo de Ministro das Relações Exteriores do governo de Chávez em 2006, posto que manteve até se tornar vice-Presidente em 2012.

Maduro é o candidato pró-integração sul-americana que enfrentou um candidato que em diversos momentos criticou a integração regional. O grupo político do candidato derrotado é historicamente defensor da integração submissa aos Estados Unidos, através de projetos como a ALCA ou de acordos de livre comércio bilaterais. Neste sentido, a vitória de Maduro é um passo fundamental para fortalecer o Mercosul e a UNASUL em termos geopolíticos.

Tudo indica que a Política Externa venezuelana deve se manter, com pequenas modificações resultantes do estilo pessoal de Maduro e da sua longa experiência como Ministro das Relações Exteriores do país. Isto significa que a postura da Venezuela a favor da integração sul-americana e sua participação no Mercosul devem se consolidar no novo governo. Considerando que a continuidade da aliança do Brasil com a Venezuela é fundamental para a consolidação da integração regional sul-americana, e que esta passa pela integração da Venezuela ao Mercosul, a estabilidade deste processo é vital para os países da América do Sul.

Considerando os interesses internacionais em jogo, fica claro que os setores mais conservadores da Venezuela estão tentando desestabilizar o país com apoio externo, principalmente dos lobbies e grupos de interesses mais conservadores nos Estados Unidos, declaradamente contrários à integração Sul-Americana. A ameaça do golpismo contrário à integração regional, apoiado por potências extra-regionais é óbvio e todos os países sul-americanos devem se preocupar com este tipo de perigo. Tudo indica que os países sul-americanos terão que se unir cada vez mais para enfrentar este tipo de pressão externa, que deve ser crescente nos próximos anos dada a intensificação da competição internacional e da rivalidades inter-regionais, inclusive entre os grandes blocos econômicas regionais e entre as grandes potências.

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Maduro deve visitar Dilma em breve  

O embaixador Samuel P. Guimarães defende que Dilma e Cristina devem erguer muro contra golpistas 

fonte:  http://geografiaegeopolitica.blogspot.com.br/2013/04/eleicoes-na-venezuela-vitoria-de-maduro.html
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Curso Geopolítica da Energia

11 de janeiro de 2013

Curso "Geopolítica da Energia" - ISAPE
O Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia, ISAPE, promove nos dias 21 a 24 de janeiro o curso “Geopolítica da Energia”, que trata da geopolítica dos recursos energéticos que sustentam a economia global. Através de uma análise histórica, de uma apreciação do papel dos recursos na estratégia das grandes potências e de uma análise do atual perfil geográfico e tecnológico de recursos estratégicos, o curso provocará o aluno sobre a importância da problemática energética no nível internacional, abordando questões como a geopolítica do petróleo, as guerras por recursos energéticos, a transição energética e as fontes de energia mais limpas.
O curso será ministrado pelo professor dr. Lucas Kerr de Oliveira, e será realizado no Clube de Cultura de Porto Alegre, das 18:30 às 22:00, nos dias 21, 22, 23 e 24 de janeiro de 2013.
Esta atividade é direcionada a graduandos universitários, vestibulandos, pesquisadores e o público em geral. Faça sua inscrição aqui: www.isape.org.br/
ISAPE - 2013 - Cursos - Cartaz do Curso de Geopolítica da Energia
http://www.isape.org.br/index.php/pagina/home
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Um sistema interligado hidroeólico para o Brasil, por Ildo Sauer e Joaquim Carvalho

1 de novembro de 2012

Valor Econômico, 1º de novembro de 2012

Um sistema interligado hidroeólico para o Brasil

Joaquim F. de Carvalho   &    Ildo L. Sauer

O Brasil dispõe de potenciais hidrelétrico e eólico que lhe abrem a possibilidade de produzir, de forma renovável e sustentável, toda a energia elétrica que consome – e consumirá, quando a população estiver estabilizada em 215 milhões de habitantes, o que, segundo o IBGE, deverá acontecer por volta de 2050.

A interligação dos parques eólicos com a rede hidrelétrica, visando a estruturar um sistema hidroeólico, contribuirá para suavizar a intermitência dos ventos, pois isso permite que se firme a energia eólica mediante a sua “acumulação”, por assim dizer, nos reservatórios hidrelétricos, nas épocas de ventos abundantes, para ser usada nas temporadas secas. A interligação dos parques eólicos entre si também contribui para contornar o problema da intermitência dos ventos, por meio do chamado “efeito portfólio”, pelo qual, à semelhança de uma carteira de ações na bolsa de valores, a produção conjunta de todos os parques varia menos do que as produções individuais de cada um.

Graças ao seu imenso potencial hidrelétrico – e à possibilidade, ainda existente, de se implantarem grandes reservatórios de acumulação – o Brasil tem uma extraordinária vantagem comparativa em relação à maioria dos países europeus e asiáticos, que são obrigados a apelar para as onerosas e poluentes usinas termelétricas convencionais ou para as antieconômicas centrais nucleares que, ademais, expõem as populações a inaceitáveis riscos de acidentes catastróficos.

Parque Eólico em Osorio (RS) - EDP Renovaveis do Brasil

Naturalmente – além de se orientar por critérios técnico-econômicos e ambientais – a implantação de parques eólicos e, principalmente, de novos reservatórios hidrelétricos deve respeitar o direito das populações regionais, particularmente as ribeirinhas, mediante a execução de programas de reassentamento, planejados em cooperação com as lideranças locais.

Entretanto, determinados segmentos da sociedade têm a percepção de que a geração hidrelétrica é invariavelmente deletéria, por causar a “artificialização das bacias hidrográficas”. Devido a essa percepção equivocada, o Brasil corre o risco de ser obrigado a imitar países que, não dispondo de vantagens como as brasileiras, têm que apelar para usinas termelétricas convencionais ou nucleares.

Na verdade, os reservatórios hidrelétricos podem ser aproveitados para múltiplas finalidades, tais como regularização de vazões, transporte fluvial, irrigação de grandes áreas visando à produção agrícola, pesca interior, turismo ecológico, etc. Todos esses usos requerem a preservação das matas ciliares e são ambientalmente benéficos, ao contrário do que supõem os adversários emocionais dos reservatórios hidrelétricos.

Usina Hidrelétrica de Itaipu - Itaipu Binacional

Um notável exemplo de uso  múltiplo de bacia hidrográfica é o da usina hidrelétrica de Três Marias, originalmente projetada apenas como reservatório de regularização, para irrigar 100 mil hectares do Projeto Jaíba, em Minas Gerais. Esse reservatório (que cobre uma área maior do que o dobro da Baia da Guanabara) é responsável pelo desenvolvimento da outrora paupérrima região nordeste de Minas. A geração hidrelétrica foi apenas uma decorrência de sua construção. Outro exemplo é o da hidrelétrica de Sobradinho, que permitiu o desenvolvimento do maior polo de fruticultura irrigada do Brasil.

Ainda outros exemplos são algumas hidrelétricas da Light e da Cesp, cujos reservatórios regularizam a vazão da bacia do rio Paraíba do Sul e permitem a captação de água para a região metropolitana do Rio de Janeiro e algumas cidades do trecho paulista daquela bacia.

Um sistema hidroeólico estruturado nas condições brasileiras seria inteiramente sustentável e teria capacidade para cobrir indefinidamente a demanda brasileira por energia elétrica. As usinas térmicas a gás natural já existentes, com suprimento flexível de combustível, seriam acionadas apenas em períodos críticos, servindo como seguro para otimizar a operação do sistema.

Quanto à verdadeira magnitude do potencial eólico brasileiro, cabe assinalar que, em 2001, o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) realizou um inventário, estimando-o em 143 GW. Estudos mais recentes, promovidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apontam para um potencial superior a 280 GW. As perspectivas de se inventariar  um potencial ainda maior são muito auspiciosas, com a realização de uma rigorosa campanha de medições em todas as regiões promissoras do país – e com os ganhos de escala e aprendizado, resultantes do desenvolvimento tecnológico e da nacionalização da cadeia produtiva eólica.

Por fim, no tocante aos custos da energia elétrica, lembremos que estes se compõem de uma parte fixa, correspondente  à amortização do capital investido – e de uma parte administrável, composta pelas despesas necessárias ao funcionamento da usina geradora.

A parte fixa abrange as despesas incorridas na implantação da usina (projetos, equipamentos, construção, montagem e testes), e a parte administrável compreende as despesas de operação e manutenção, seguros, encargos trabalhistas, etc. No caso de usinas nucleares, há também os custos do combustível, do descomissionamento ao fim da vida útil e da administração dos rejeitos radiativos.

Os custos finais devem ser calculados e estabelecidos por meio de negociações entre o poder concedente e o investidor, nas quais entram critérios subjetivos tais como ”atratividade” para o investidor e “razoabilidade” para os consumidores; daí o imperativo ético de que o processo seja absolutamente transparente. Assim, no Brasil, o custo da energia hidrelétrica fica em cerca de R$ 80/MWh, o da eólica em R$ 100/MWh e o da nuclear em R$ 200/MWh.

* Joaquim Francisco de Carvalho é pesquisador visitante da Coppe/UFRJ e do IEE/USP. Ildo Luis Sauer é professor titular de Energia do IEE/USP.

 

http://professorildosauer.wordpress.com/2012/11/04/um-sistema-interligado-hidroeolico-para-o-brasil-joaquim-f-de-carvalho-e-ildo-l-sauer/

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Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

4 de janeiro de 2012

Monitor Mercantil –  04/01/2012

Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

Eduardo Italo Pesce

Em dezembro de 2011, a Marinha do Brasil adquiriu, por “compra de oportunidade”, a um custo de R$ 380 milhões, três navios-patrulha oceânicos (NPaOc) da classe Port of Spain, originalmente construídos para a Guarda Costeira de Trinidad-Tobago, que cancelou a encomenda quando os navios já se encontravam em provas de mar.

Os três navios provavelmente receberão os nomes de Apa, Araguari e Apodi em nossa Marinha. Deslocam cerca de 1.800 toneladas, podendo desenvolver velocidades de até 25 nós. Seu comprimento é de 90 metros, com boca de 13,5 metros e autonomia para 35 dias. A tripulação será constituída por 60 oficiais e praças.

É possível que esta compra tenha sido uma medida emergencial, para compensar a demora do governo em iniciar o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper). Este programa visa à construção de cinco NPaOc, cinco fragatas polivalentes e um navio de apoio logístico (NApLog), além da obtenção de capacitação tecnológica para projetar modernas belonaves no país.

A implementação do Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (Paemb) vem sendo dificultada pelos baixos orçamentos e pela baixa prioridade atribuída à Defesa no país. A Marinha teria estabelecido como meta prioritária a obtenção de um mínimo de 61 navios de superfície e cinco submarinos. Tais unidades devem constar do Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (Paed), em fase inicial de elaboração.

O Paed consolidará as prioridades das três forças singulares, segundo metas de curto (2012-15), médio (2016-23) e longo prazos (2024-31). Sempre que possível, os meios e equipamentos serão produzidos no Brasil, com transferência obrigatória da tecnologia estrangeira para empresas nacionais. Em princípio, as “compras de oportunidade” deveriam ser evitadas.

Os planos de longo prazo da Marinha incluem a duplicação do principal componente operativo do Poder Naval brasileiro, por meio da criação de uma segunda esquadra e um segundo núcleo anfíbio, sediados no litoral Norte/Nordeste do país. Ainda que tal perspectiva não se concretize, é urgente a necessidade de renovação e ampliação dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, bem como de aumento do efetivo de pessoal da Marinha do Brasil. Read the rest of this entry ?

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BNDES defende diversidade de fontes regionais para financiar integração energética na América do Sul

11 de novembro de 2011

Agência Brasil, 10/11/2011

BNDES defende diversidade de fontes regionais para financiar integração energética na América do Sul

Pedro Peduzzi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A integração energética da América do Sul requer uma diversidade de fontes de financiamentos, que, de preferência, sejam locais, defendeu hoje (10) o diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luiz Melín. Para ele, é importante que essas fontes de fomento estejam restritas às existentes na América do Sul, para evitar possíveis interferências externas nos projetos a serem desenvolvidos.

“Se não estivermos munidos de visão de objetivo, sobre a malha de compartilhamento de recursos energéticos, estaremos condenados a iniciativas pontuais, como fazemos há décadas”, disse Melín durante o Seminário Internacional Integração Energética da América do Sul, na Câmara dos Deputados.

“Para isso serão necessárias fontes diversificadas para financiamento e cofinanciamento. Precisamos também reforçar mecanismos de garantias, valorizando CCRs [convênios de créditos recíprocos]. Não podemos prescindir de um mecanismo regional de garantias, gerido com o mais alto grau de competência e de sustentabilidade”, completou o diretor do BNDES.

Segundo ele, é sempre mais fácil que projetos de grande valor e de longa duração encontrem financiamentos adequados quando não estão submetidos integralmente a apenas uma fonte.

“Ao fazer isso, você está colocando em uma instituição financeira todo o risco e a exposição do projeto. Já ao compartilhar entre várias instituições financeiras e fontes de financiamento, multilaterais, públicas e privadas, você facilita muito a rapidez com que o projeto poderá ser financiado, porque cada uma das fontes estará arcando apenas com um pedaço do projeto e, portanto, estará apenas com uma parte da exposição”, argumentou.

Melín avalia que a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) poderá ter papel fundamental, “a partir do momento em que ela convocar para suas deliberações, do ponto de vista de financiamento dos projetos, um número representativo de instituições”, disse, citando, entre essas instituições, o BNDES, a Cooperação Andina de Fomento e bancos de desenvolvimento como o Bandes (da Venezuela) e o Bice (da Argentina), entre outros.

“Não há razão hoje, com o grau de entendimento que os governos democráticos [sul-americanos] têm entre si, [para] impedimentos para que os governos articulem isso de forma multilateral. A Unasul é o ambiente ideal para essas discussões. Precisamos também de transparência e estabilidade dos marcos regulatórios, de mecanismos de resolução de controvérsias nossos e por nós instituídos, que sirvam aos nossos interesses e que possam ser práticos para solucionar eventuais controvérsias que surgirem”, enfatizou.

O diretor avalia que os países sul-americanos têm de evitar que “fatores de risco com base em Nova York ou na Europa, de análises extremamente conservadoras”, exerçam influência nesse processo. “Estando distantes como estão, esses institutos de risco não terão o mesmo grau de informação sobre as condições de agentes governamentais e econômicos”, disse. “Em 2006, o Brasil nem era avaliado pelos institutos de risco. Hoje, fazem volta no quarteirão para investir nos ativos brasileiros”, completou.

Edição: Juliana Andrade

 Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-11-10/bndes-defende-diversidade-de-fontes-regionais-para-financiar-integracao-energetica-na-america-do-sul

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Geopolítica do Petróleo: Inglaterra e países ricos manifestam interesse no petróleo brasileiro

23 de junho de 2011

Monitor Mercantil
22/06/2011 – 19:06

NOVA GEOPOLÍTICA NA ÁREA DE PETRÓLEO

 

Consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África

Governo britânico de olho no petróleo da Petrobras

As oportunidades de negócios e parcerias no setor energético brasileiro foram tema de debate, nesta quarta, entre membros do governo britânico, incluindo o vice-primeiro-ministro Nick Clegg e o ministro adjunto de Comércio e Investimento, Lord Stephen Green, e executivos da Petrobras, como o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.

Segundo o ministro adjunto, o Brasil está ocupando um espaço cada vez mais importante no cenário econômico internacional e, por isso, é necessário um novo impulso nas relações comerciais entre os dois países. Clegg tem a mesma opinião, e afirma que estreitar as relações com o país, que já foi muito próximo do Reino Unido no século XIX, “é um compromisso do governo britânico”.

Nova geopolítica

Ainda de acordo com o vice-primeiro-ministro, os planos de investimento da Petrobras e do país devem inaugurar “uma nova geopolítica na área de petróleo”.

Na opinião de Gabrielli, é natural uma mudança de eixo da geopolítica do petróleo, já que o consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África, onde há “crescimento econômico com inclusão social” e, com isso, “os fluxos” de exportações e importações entre esses países vão aumentar muito no futuro.

Além do setor de energia, há oportunidades nos segmentos de eletrônica, consultoria em engenharia, contabilidade e serviços financeiros, entre outros. “Há uma gama de áreas em que creio haver espaço para cooperação entre o Brasil e a Grã-Bretanha”, disse Clegg.

Pré-sal e energia

Sobre as oportunidades na exploração do petróleo da camada pré-sal, o vice-primeiro-ministro disse que o Reino Unido pode contribuir para a capacitação profissional e o desenvolvimento tecnológico no setor de petróleo.

Já o presidente da Petrobras mostrou as oportunidades e desafios no mercado de energia brasileiro e destacou que a estatal tem o maior programa de investimentos do mundo, já que a empresa prevê investir US$ 224 bilhões até 2014 – grandiosidade que deixou Clegg surpreso.

Segundo Gabrielli, as novas descobertas de petróleo do Brasil vão transformar o país no maior mercado para equipamentos e serviços de exploração em águas profundas.

Desafios

No entanto, disse que “há desafios, como o desenvolvimento de tecnologias para explorar a nova fronteira, problemas de logística devido à distância dos campos de petróleo em relação à costa, o treinamento de pessoal e a necessidade de aproximação entre os centros de pesquisa e as empresas fornecedoras de equipamentos e serviços”.

A Petrobras prevê capacitar, até 2014, 290 mil pessoas para trabalhar na cadeia produtiva de petróleo. Segundo Clegg, esse número de profissionais é maior do que o plano de capacitação que Reino Unido possui, que prevê capacitar 250 mil jovens em todo o país.

“Já treinamos 78.400 profissionais. Precisamos treinar 212 mil pessoas”, informou Gabrielli.

Exportações

Já no caso da expansão da oferta de petróleo cru, afirma, o Brasil será o principal responsável pela produção adicional de óleo graças às descobertas do pré-sal.

O ministro-adjunto, por sua vez, vê incremento nas exportações britânicas nas áreas de serviços financeiros, energia, consultorias e engenharia. A meta do governo britânico é dobrar as exportações para o Brasil até 2015, atingindo 4 bilhões de libras (R$ 10,8 bilhões) naquele ano.

http://www.monitormercantil.com.br/mostranoticia.php?id=96679
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Vídeo: os Navios-Patrulha da Classe “Macaé” e a defesa do Pré-Sal

21 de junho de 2011

Vídeo sobre os Navios-Patrulha da Classe “Macaé”, construídos no Brasil, utilizados pela Marinha para proteger as águas jurisdicionais brasileiras, incluindo as Águas Territoriais e a Zona Econômica Exclusiva do Brasil, onde estão grandes riquezas ambientais, enorme biodiversidade, recursos naturais como a pesca, minérios raros e o petróleo do  Pré-Sal.

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Chávez afirma que aporte da PDVSA em refinaria depende de “sinal verde” do BNDES

6 de junho de 2011

Agência Brasil
06/06/2011

Chávez afirma que aporte da PDVSA em refinaria depende do BNDES

Débora Zampier

Brasília – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou hoje (6) que a Petróleos de Venezuela (PDVSA) já tem o dinheiro necessário para o aporte na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria foi concebida como um projeto binacional entre os países em 2007, mas até agora, só a Petrobras fez os investimentos. Se a Venezuela não fizer um aporte até agosto, será excluída do projeto.

Perguntado se a empresa pretende dar um calote, Chávez ironizou: “Quando a PDVSA vai colocar o dinheiro? Eu te diria que quase carrego o dinheiro aqui na mão. Nós temos na mão, só falta um requisito: que o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] aceite as garantias que a Venezuela está oferecendo. Não depende de nós”, afirmou o presidente venezuelano em entrevista coletiva concedida na Embaixada da Venezuela no início da noite.

Chávez lembrou que outros bancos, como o Banco do Brasil e o banco português Espírito Santo já fizeram acordo com a PDVSA. “Temos o dinheiro. Só falta ligarem o semáforo na luz verde. Tenho quase certeza que renovando compromisso com Dilma vamos conseguir”.

Chávez afirmou ainda que conversou sobre a integração energética com a presidenta, abordando temas como a construção de gasodutos e a situação da Faixa do Orinoco, que contém um dos maiores poços de petróleo cru do mundo. Em maio do ano passado, o Brasil firmou um acordo com a Venezuela para cooperar no planejamento territorial da área. “Em sete anos a Venezuela deve estar produzindo entre cinco e seis milhões de barris diários de cru, e queremos que o Brasil esteja integrado em tudo isso”.

Chávez também disse que conversou com Dilma sobre a exportação de ureia (fertilizante) para o Brasil, especialmente para as fronteiras agrícolas do Centro-Oeste. “Seria maravilhoso para o Brasil trazer a uréia pelo Rio Amazonas”, disse Chávez, entusiasmado com a integração fronteiriça entre os dois países.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-06/chavez-afirma-que-aporte-da-pdvsa-em-refinaria-depende-do-bndes
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Petrobras e PDVSA se reúnem para definir pendências sobre refinaria

6 de junho de 2011

Agência Brasil
06/06/2011

Petrobras e PDVSA se reúnem para definir pendências sobre refinaria

Renata Giraldi

Brasília – Os especialistas da Petrobras e da estatal venezuelana, Petróleos de Venezuela (PDVSA), reúnem-se nos próximos dias 9 e 10 para retomar as negociações sobre o repasse de recursos para a construção da Refinaria Abreu e Lima. A Venezuela tem até agosto para fazer os aportes de recursos para se tornar sócia do Brasil na refinaria.

O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, confirmou hoje (6) que a data de agosto está mantida. A refinaria que está sendo erguida na região metropolitana de Recife deverá custar R$ 26 bilhões. No projeto básico as estimativas indicavam custo final de US$ 4 bilhões.

Dos R$ 26 bilhões, a Petrobras investiu R$ 7 bilhões na unidade e informou que encerra o pagamento de R$ 10 bilhões, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até agosto.

Pelo acordo existente entre a Petrobras e a PDVSA, a refinaria vai processar 230 mil barris por dia, sendo metade produzido na Bacia de Campos e metade vindo da Venezuela. A diferença entre esses dois tipos de petróleo obrigou a Petrobras a separar o processamento do óleo, o que encareceu a planta.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-06/petrobras-e-pdvsa-se-reunem-para-definir-pendencias-sobre-refinaria
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Hugo Chávez visita o Brasil para assinar acordos de energia

6 de junho de 2011

InfoExtra
06 de Junho de 2011

Hugo Chávez visita o Brasil para assinar acordos de energia

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, visita o Brasil nesta segunda-feira (6).

No encontro com a presidente Dilma Rousseff, está prevista a assinatura de acordos nas áreas de energia, mineração e construção civil, segundo a Embaixada da Venezuela.

Será a primeira visita de trabalho de Chávez ao Brasil no governo Dilma. O venezuelano esteve na posse da presidente, em 1º de janeiro, mas não houve reunião bilateral.

A visita estava marcada anteriormente para 10 de maio. Por causa de uma lesão no joelho, Chávez desmarcou de última hora o encontro.

Na ocasião, a embaixada da Venezuela explicou que o governante teve um agravamento da lesão e foi aconselhado por uma junta médica a permanecer em repouso. A piora ocorreu durante o esforço físico de Chávez na entrega de unidades habitacionais no dia em que embarcaria para o Brasil.

De acordo com a assessoria da embaixada venezuelana, um assunto que terá destaque durante o encontro de Dilma e Chávez, é a cooperação dos dois países no setor energético e intergração fronteiriça. Brasil e Venezuela querem diversificar a matriz de energia e ampliar parcerias na prospecção e comercialização de petróleo. Chávez e Dilma também devem tratar de segurança na fronteira, e da participação da Venezuela na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

O governo brasileiro poderá cobrar o pagamento pela estatal venezuelana PDVSA da parte que cabe a ela no empreendimento. A PDVSA é sócia da Petrobras na construção da refinaria, mas até o momento não cumpriu os pagamentos devidos. A Abreu e Lima custará cerca de R$ 16 bilhões. No entanto, nenhum acordo envolvendo o empreendimento será assinado, segundo o Itamaraty e a embaixada venezuelana.

Durante a reunião com Chávez, Dilma deverá ainda anunciar a primeira visita dela à Venezuela como presidente. Segundo o Itamaraty, ela deve embarcar para Caracas em julho para participar da Cúpula da América Latina e do Caribe. Lá, os dois presidentes devem anunciar outros acordos, principalmente na área de habitação popular.

Ainda de acordo com o Itamaraty, Chávez e Dilma deverão revisar os principais tópicos da agenda bilateral, com destaque para o comércio, a evolução de programas de cooperação nas áreas de agricultura, desenvolvimento regional, habitação popular, e universalização de serviços bancários.

http://www.infoextra.com.br/noticias/hugo-chavez-visita-o-brasil-para-assinar-acordos-de-energia-1449.html
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Dilma destaca parceria estratégica entre Brasil e Venezuela

6 de junho de 2011

Agência Brasil
06/06/2011

Dilma destaca parceria estratégica entre Brasil e Venezuela

Yara Aquino

Brasília – Durante declaração à imprensa, hoje (6), após encontro com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a presidenta Dilma Rousseff disse que há uma “parceria estratégica” ligando o Brasil e a Venezuela e que os dois países trabalham no sentido de fortalecer países desenvolvidos e democráticos na América do Sul.

“Nossos países estão ligados não só pela geografia e convivência harmônica e pacífica. Também nos une a determinação de fazer do espaço sul-americano uma zona de paz, democracia, crescimento econômico, social e respeito aos direitos humanos.”

Ao presidente Chávez, Dilma disse que o governo brasileiro aguarda com “grande expectativa” a conclusão do processo de adesão da Venezuela ao Mercosul. O Congresso Nacional brasileiro já aprovou a entrada da Venezuela no Mercosul, o único país que ainda não o fez foi o Paraguai.

A presidenta relatou que, na reunião com Chávez, colocou à disposição da Venezuela a experiência brasileira na área de habitação popular e também a cooperação na área de agricultura. Ela citou a integração na região de fronteira. “Nossa região fronteiriça merece uma política e iniciativas de interconexão de nossos sistemas, sejam eles elétricos, de tele, rodoviários e também de integração de cadeias produtivas.”

Dilma falou também sobre a constante intensificação da parceria entre as empresas petrolíferas brasileira e venezuelana, Petrobras e PDVSA, respectivamente.

A presidenta elogiou a atuação bem-sucedida da Venezuela e da Colômbia no retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a Honduras e de ambos à frente da Secretaria-Geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). “Vejo como muito promissora a cooperação entre a Venezuela e a Colômbia para equacionar temas de grande importância para a região. Ambos merecem nossas congratulações por compartilhar o mandato da Secretaria-Geral da Unasul e por atuarem exitosamente no retorno de Zelaya Honduras.”

Nove acordos foram assinados entre os dois países em áreas como petróleo, cooperação científica e tecnológica e erradicação da febre aftosa.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-06/dilma-destaca-parceria-estrategica-entre-brasil-e-venezuela

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Tecnologia permite utilizar gás carbônico na produção de diesel combustível

28 de maio de 2011

NN – A mídia do Petróleo
27/05/2011

Tecnologia permite reúso do gás carbônico na produção de diesel

Rodrigo Leitão

Um grupo de químicos norte-americanos está desenvolvendo um sistema revolucionário de produção de energia limpa. Trata-se de uma tecnologia que permite utilizar o gás carbônico gerado em processos industriais para substituir o petróleo na produção de diesel, metanol e outros combustíveis. “É um projeto fantástico, em que realizamos, de forma controlada, uma reação química similar à fotossíntese”, conta a cientista Nancy Jackson, do Sandia Laboratories, dos EUA, empresa responsável pelo projeto. Nancy esteve no Brasil esta semana para a 34ª. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), que terminou na quinta-feira (dia 26), em Florianópolis. O evento, que celebrou o Ano Internacional da Química, reuniu mais de 4,5 mil químicos, pesquisadores e professores, e celebrou o Ano Internacional da Química.

Em entrevista ao NN, o presidente da Associação Brasileira de P&D em Petróleo e Gás e professor do Instituto de Química da UFRJ, Cláudio Mota, que esteve na apresentação da cientista americana, explica que o processo de conversão de CO2 em monóxido de carbono (utilizado em diversos processos químicos), é feito fundamentalmente através do calor do sol. “Os cientistas estão no deserto dos Estados Unidos, onde o clima é favorável, o grau de insolação é muito grande. Ela (a pesquisadora Nancy) tem um dispositivo que parece uma roda, onde ela deixa exposto um material cerâmico à radiação solar e aquece esse material a uma temperatura próxima ou até mais de 1.000 graus”, diz Mota.

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PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

21 de maio de 2011

Vídeo sobre o andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011

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Vídeos do PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

21 de maio de 2011

PROSUB – Programa de Desenvolvimento de Submarinos

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Marinha do Brasil pretende ter dois Navios de Múltiplos Propósitos com capacidade anfíbia

17 de maio de 2011

O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2011

Marinha quer supernavio de ataque anfíbio

Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques

Roberto Godoy 

A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente. Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.

Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido. Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.

Royal Australian Navy - Canberra Class Ship

Navio Multi-Propósito da Classe "Canberra" da Marinha Australiana, que está sendo construído por um consórcio de estaleiros espanhóis e empresas australianas, cuja primeira unidade deve ser finalizada ainda em 2011

Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral. O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.

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Dilma e Chávez discutem refinaria Refinaria Abreu e Lima e parceria entre Petrobrás e PDVSA

10 de maio de 2011

Folha de Pernambuco
10/05/2011

Dilma e Chávez discutem refinaria

Depois de uma visita à cidade Baruta, no estado de Miranda, na Venezuela, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, confirmou que começa hoje uma série de viagens aos países vizinhos. Chávez se reúne nesta terça-feira com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília e, em seguida, vai para o Equador e Cuba. Na visita a Brasília, Chávez e Dilma pretendem reafirmar que as relações entre Brasil e Venezuela, intensificadas no Governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverão ser mantidas da mesma forma. Também estará em pauta a questão da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A Petrobras aguarda da estatal venezuelana PDVSA o repasse de cerca de R$ 400 milhões para a conclusão das obras. De acordo com o governo brasileiro, apenas a Petrobras investiu na refinaria.

Hoje, Dilma e Chávez deverão analisar de maneira detalhada quais acordos, dos já firmados por venezuelanos e brasileiros, estão pendentes. O objetivo é ampliar as parcerias nos setores comercial e de energia, principalmente porque a Venezuela passa por um momento de racionamento. Apenas no ano passado, o intercâmbio comercial entre Brasil e Venezuela envolveu US$ 4,6 bilhões.

Após os resultados das eleições, confirmando a vitória de Dilma, Chávez postou uma mensagem na rede social Twitter destacando a competência da presidente e sua confiança no novo governo. Segundo ele, Dilma era “sua candidata’’. As informações são da estatal da Venezuela, a Agência Venezuelana de Notícias (AVN). Segundo a agência, as visitas do presidente serão transmitidas ao vivo em cadeia nacional de rádio e televisão.

http://www.tnpetroleo.com.br/clipping/6641/dilma-e-chavez-discutem-refinaria-
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Ar-condicionado termossolar não consome eletricidade

28 de abril de 2011

Agência Fapesp
28/04/2011

Ar-condicionado solar não consome eletricidade

Mônica Pileggi

 Arquitetura bioclimática: Ar-condicionado solar

O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior. (Imagem: Ag.Fapesp)

Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros.

Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.

Chaminé solar

A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.

“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, explica Roriz.

Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.

Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.

“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.

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Energia fotoelétrica sem células de semicondutores fotovoltáicos

26 de abril de 2011

Inovação Tecnológica
26/04/2011

Energia solar pode ser possível sem células solares

Universidade de Michigan

Energia solar pode ser possível sem células solares

Bateria óptica

Um dramático e surpreendente efeito magnético da luz pode gerar energia solar sem as tradicionais células solares fotovoltaicas.

Usando este efeito, os pesquisadores descobriram uma maneira de construir uma “bateria óptica”.

“Você pode olhar para as equações de movimento durante todo o dia e você não vai ver essa possibilidade. Todos aprendemos na escola que isso não acontece,” conta Stephen Rand, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

“É uma interação muito estranha. É por isso que ela passou despercebida por mais de 100 anos,” diz ele.

Magnetismo da luz

A luz tem componentes elétricos e magnéticos. Até agora, os cientistas acreditavam que os efeitos do campo magnético da luz eram tão fracos que eles poderiam ser ignorados.

O que Rand e seus colegas descobriram é que, na intensidade certa, quando a luz viaja através de um material que não conduz eletricidade, o campo de luz pode gerar efeitos magnéticos que são 100 milhões de vezes mais fortes do que o anteriormente esperado.

Nestas circunstâncias, os efeitos magnéticos da luz apresentam uma intensidade equivalente à de um forte efeito elétrico.

“Isso pode permitir a construção de um novo tipo de célula solar sem semicondutores e sem absorção para produzir a separação de cargas,” afirma Rand. “Nas células solares, a luz entra em um material, é absorvida e gera calor.”

“Aqui, esperamos ter uma carga térmica muito baixa. Em vez de a luz ser absorvida, a energia é armazenada como um momento magnético. A magnetização intensa pode ser induzida por luz intensa e, em seguida, é possível fornecer uma fonte de energia capacitiva,” explica o pesquisador.

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Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

13 de abril de 2011

12 Abril 2011
AIE

Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

Raquel Godinho

rgodinho@negocios.pt

A Agência Internacional de Energia (AIE) manteve praticamente inalteradas as suas previsões para a procura mundial de petróleo em 2011.

De acordo com o relatório mensal, citado pela agência Bloomberg, o consumo mundial de petróleo deverá aumentar, este ano, em 1,4 milhões de barris por dia, ou 1,6%, para uma média de 89,4 milhões de barris por dia.

Contudo, a mesma entidade acrescenta que os dados preliminares “já revelam sinais de abrandamento da procura de petróleo” e que as reservas globais começam a parecer “escassas” depois de os conflitos na Líbia terem afectado a capacidade de produção da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Os 11 membros desta organização, responsável por cerca de 40% da produção mundial de petróleo, produziram 26,51 milhões de barris por dia no mês passado, o que significa o valor mais baixo desde Maio de 2010.

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Integração Energética: Brasil atualiza valores da eletricidade paraguaia de Itaipu

7 de abril de 2011

Agência Câmara de Notícias
06/04/2011

Câmara aprova aumento do valor pago ao Paraguai por energia de Itaipu

 Eduardo Piovesan

Acordo triplica o valor dos repasses feitos pelo Brasil ao país vizinho pela energia produzida na usina que não é consumida pelos paraguaios.

O Plenário aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Decreto Legislativo 2600/10, que contém o acordo entre o Brasil e o Paraguai para triplicar o repasse financeiro feito ao país vizinho pelo consumo do excedente de energia produzida na usina hidrelétrica de Itaipu. A matéria deve ser analisada ainda pelo Senado.

O aumento nesse repasse foi definido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo presidente paraguaio Fernando Lugo em 2009. O Congresso do Paraguai já aprovou a mudança, mas ela somente pode entrar em vigor quando o legislativo brasileiro também referendá-la.

Segundo o relator da matéria pela comissão especial, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), uma das contrapartidas é a regularização dos agricultores brasileiros que vivem no Paraguai e também dos migrantes ilegais naquele país. “Pela primeira vez se reuniram as autoridades da migração paraguaia, o serviço consular e a Polícia Federal para resolver esse problema”, afirmou.

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Acidente Nuclear em Fukushima amplia debate sobre novas usinas nucleares no Brasil

23 de março de 2011

Sul 21

22/03/2011

Fukushima é a causa de um novo dilema brasileiro: aumentar ou não a oferta de energia nuclear

Felipe Prestes

O Brasil vive um dilema na questão energética, segundo o diretor-geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (Isape), Lucas Kerr. O país não pode manter um crescimento econômico como o do ano passado (7,5%), sem expandir consideravelmente a oferta de energia. Para isso, são necessários investimentos de cerca de R$ 1,3 trilhão em infraestrutura de energia, nos próximos dez anos, sendo que o país deverá estar atento aos impactos sociais e ambientais desta expansão. No entanto, neste momento em que o Japão sofre com os vazamentos ocorridos na usina nuclear de Fukushima, surge um novo questionamento: vale a pena expandir a oferta de energia nuclear?
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Povo chileno rejeita usinas nucleares planejadas pelo governo Sebastián Piñera para o país

19 de março de 2011

ANSA Latina
19/03/2011

86% dos chilenos rejeitam Usinas Nucleares no país

SANTIAGO DO CHILE, 19 MAR (ANSA) – Uma pesquisa entre a população do Chile revelou que 86% dos entrevistados rejeitam a construção de usinas nucleares e 60% não aceitaria estas instalações sob nenhuma condição.

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Vídeo documentário “O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

13 de março de 2011

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 1/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 2/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 3/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 4/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 5/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – chamada – produtora Mixer

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“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

23 de fevereiro de 2011

Diário do Pré-Sal
20/02/2010

Discovery Channel debate exploração do petróleo do Pré-Sal em novo documentário

O documentário “O Desafio do Pré-Sal” é a mais recente co-produção do Discovery Channel com a produtora brasileira Mixer, cujo tema é a exploração do petróleo do Pré-Sal. Dirigido por Marcello Bozzin, tem uma hora de duração e entrevista diversos especialistas, desde engenheiros, cientistas, ambientalistas e analistas de relações internacionais e geopolítica do petróleo, que discutem diferentes perspectivas referentes aos principais aspectos da exploração do Pré-Sal, desde sua geografia e formação geológica, passando pelos desafios tecnológicos, financeiros e ambientais, até os aspectos políticos, econômicos e geopolíticos envolvidos na exploração deste grande campo petrolífero que pode conter cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, situando sua descoberta entre as maiores das últimas décadas em todo o mundo.

Os demais documentários resultantes desta parceria incluiram temas como as enchentes e as pesquisas com células-tronco, que passaram no Discovery Channel em fevereiro deste ano, todos coproduzidos pela Mixer sob supervisão do Discovery Networks Latin America/US Hispanic.

O vídeo com a chamada para o documentário está disponível na página do programa Ooops! do UOL:

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=9221712

O video documentário “O Desafio do Pré-Sal” estréia no Discovery Channel nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, às 22h.

A grade da programação da Discovery Channel prevê que o vídeo será exibido ainda no dia 26 de fevereiro à 1h, às 5h e às 16h, e no dia 05 de março às 14h.

Com informações do Discovery Channel Brasil.
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Potencial instalado de Energia Eólica da China ultrapassa EUA e União Européia

2 de fevereiro de 2011

UOL Notícias
02/02/2011 – 12h02

Energia eólica mundial aumentou 22,5% em 2010, estimulada pela China

Bruxelas, 2 fev (EFE).- A energia eólica mundial cresceu 22,5% no ano passado, aumento que equivale a 35,8 GW (gigawatts), estimulada pelo desenvolvimento na China, onde foram instaladas aproximadamente a metade das novas turbinas, informou nesta quarta-feira o Conselho Internacional de Energia Eólica (GWEC, na sigla em inglês).

Este aumento eleva o número total global a 194,4 GW, em comparação aos 158,7 GW registrados no ano anterior.

O GWEC, que reúne as empresas do setor em escala mundial, calcula que as turbinas instaladas em 2010 representam um investimento de 47,3 bilhões de euros.

A União Europeia e os Estados Unidos, até agora os principais promovedores desta tecnologia, se viram ultrapassados pela China, que em 2010 instalou energia eólica equivalente a 16,5 GW, quase a metade do total mundial.

A China possui 42,3 GW de energia eólica e superou os EUA em termos de capacidade total instalada“, indicou em comunicado a secretária-geral da associação chinesa de energia renovável, Li Junfeng, que assegurou que o país, que já se tornou o maior produtor mundial de instalações, está no caminho de alcançar os 200 GW em 2020.

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China anuncia o desenvolvimento de reator nuclear movido por tório ao invés de urânio

1 de fevereiro de 2011

 

Wired – 01/02/2011

China Takes Lead in Race for Clean Nuclear Power

China has officially announced it will launch a program to develop a thorium-fueled molten-salt nuclear reactor, taking a crucial step towards shifting to nuclear power as a primary energy source.

The project was unveiled at the annual Chinese Academy of Sciences conference in Shanghai last week, and reported in the Wen Hui Bao newspaper (Google English translation here).

If the reactor works as planned, China may fulfill a long-delayed dream of clean nuclear energy. The United States could conceivably become dependent on China for next-generation nuclear technology. At the least, the United States could fall dramatically behind in developing green energy.

“President Obama talked about a Sputnik-type call to action in his SOTU address,” wrote Charles Hart, a a retired semiconductor researcher and frequent commenter on the Energy From Thorium discussion forum. “I think this qualifies.”

CANDU Nuclear Power Plant at Zhejiang, China - wikipedia

Usinas nucleares de Zhejiang, China, onde um dos reatores do tipo CANDU já funciona movido com tório ao invés de urânio (foto: wikipedia)

While nearly all current nuclear reactors run on uranium, the radioactive element thorium is recognized as a safer, cleaner and more abundant alternative fuel. Thorium is particularly well-suited for use in molten-salt reactors, or MSRs. Nuclear reactions take place inside a fluid core rather than solid fuel rods, and there’s no risk of meltdown.

In addition to their safety, MSRs can consume various nuclear-fuel types, including existing stocks of nuclear waste. Their byproducts are unsuitable for making weapons of any type. They can also operate as breeders, producing more fuel than they consume.

In the 1960s and 70s, the United States carried out extensive research on thorium and MSRs at Oak Ridge National Laboratory. That work was abandoned — partly, believe many, because uranium reactors generated bomb-grade plutonium as a byproduct. Today, with nuclear weapons less in demand and cheap oil’s twilight approaching, several countries — including India, France and Norway — are pursuing thorium-based nuclear-fuel cycles. (The grassroots movement to promote an American thorium power supply was covered in this December 2009 Wired magazine feature.)

China’s new program is the largest national thorium-MSR initiative to date. The People’s Republic had already announced plans to build dozens of new nuclear reactors over the next 20 years, increasing its nuclear power supply 20-fold and weaning itself off coal, of which it’s now one of the world’s largest consumers. Designing a thorium-based molten-salt reactor could place China at the forefront of the race to build environmentally safe, cost-effective and politically palatable reactors.

“We need a better stove that can burn more fuel,” Xu Hongjie, a lead researcher at the Shanghai Institute of Applied Physics, told Wen Hui Bao.

China’s program is headed by Jiang Mianheng, son of the former Chinese president Jiang Zemin. A vice president of the Chinese Academy of Sciences, the younger Jiang holds a Ph.D. in electrical engineering from Drexel University. A Chinese delegation headed by Jiang revealed the thorium plans to Oak Ridge scientists during a visit to the national lab last fall.

The official announcement comes as the Obama administration has committed itself to funding R&D for next-generation nuclear technology. The president specifically mentioned Oak Ridge National Laboratory in his State of the Union address Jan. 25, but no government-funded program currently exists to develop thorium as an alternative nuclear fuel.

A Chinese thorium-based nuclear power supply is seen by many nuclear advocates and analysts as a threat to U.S. economic competitiveness. During a presentation at Oak Ridge on Jan. 31, Jim Kennedy, CEO of St. Louis–based Wings Enterprises (which is trying to win approval to start a mine for rare earths and thorium at Pea Ridge, Missouri) portrayed the Chinese thorium development as potentially crippling.

“If we miss the boat on this, how can we possibly compete in the world economy?” Kennedy asked. “What else do we have left to export?”

According to thorium advocates, the United States could find itself 20 years from now importing technology originally developed nearly four decades ago at one of America’s premier national R&D facilities. The alarmist version of China’s next-gen nuclear strategy come down to this: If you like foreign-oil dependency, you’re going to love foreign-nuclear dependency.

“When I heard this, I thought, ‘Oboy, now it’s happened,’” said Kirk Sorensen, chief nuclear technologist at Teledyne Brown Engineering and creator of the Energy From Thorium blog. “Maybe this will get some people’s attention in Washington.”

While the international “Generation IV” nuclear R&D initiative includes a working group on thorium MSRs, China has made clear its intention to go it alone. The Chinese Academy of Sciences announcement explicitly states that the PRC plans to develop and control intellectual property around thorium for its own benefit.

“This will enable China to firmly grasp the lifeline of energy in its own hands,” stated the Wen Hui Bao report.

Fonte: http://www.wired.com/wiredscience/2011/02/china-thorium-power/

  reator de tório

residuos nucleares - urânio x tório

thorium Vs Uranium - urânio x tório

urânio x tório

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Vídeos sobre a construção da Hidrelétrica de Belo Monte

15 de janeiro de 2011