Archive for the ‘Debate’ Category

h1

Um sistema interligado hidroeólico para o Brasil, por Ildo Sauer e Joaquim Carvalho

1 de novembro de 2012

Valor Econômico, 1º de novembro de 2012

Um sistema interligado hidroeólico para o Brasil

Joaquim F. de Carvalho   &    Ildo L. Sauer

O Brasil dispõe de potenciais hidrelétrico e eólico que lhe abrem a possibilidade de produzir, de forma renovável e sustentável, toda a energia elétrica que consome – e consumirá, quando a população estiver estabilizada em 215 milhões de habitantes, o que, segundo o IBGE, deverá acontecer por volta de 2050.

A interligação dos parques eólicos com a rede hidrelétrica, visando a estruturar um sistema hidroeólico, contribuirá para suavizar a intermitência dos ventos, pois isso permite que se firme a energia eólica mediante a sua “acumulação”, por assim dizer, nos reservatórios hidrelétricos, nas épocas de ventos abundantes, para ser usada nas temporadas secas. A interligação dos parques eólicos entre si também contribui para contornar o problema da intermitência dos ventos, por meio do chamado “efeito portfólio”, pelo qual, à semelhança de uma carteira de ações na bolsa de valores, a produção conjunta de todos os parques varia menos do que as produções individuais de cada um.

Graças ao seu imenso potencial hidrelétrico – e à possibilidade, ainda existente, de se implantarem grandes reservatórios de acumulação – o Brasil tem uma extraordinária vantagem comparativa em relação à maioria dos países europeus e asiáticos, que são obrigados a apelar para as onerosas e poluentes usinas termelétricas convencionais ou para as antieconômicas centrais nucleares que, ademais, expõem as populações a inaceitáveis riscos de acidentes catastróficos.

Parque Eólico em Osorio (RS) - EDP Renovaveis do Brasil

Naturalmente – além de se orientar por critérios técnico-econômicos e ambientais – a implantação de parques eólicos e, principalmente, de novos reservatórios hidrelétricos deve respeitar o direito das populações regionais, particularmente as ribeirinhas, mediante a execução de programas de reassentamento, planejados em cooperação com as lideranças locais.

Entretanto, determinados segmentos da sociedade têm a percepção de que a geração hidrelétrica é invariavelmente deletéria, por causar a “artificialização das bacias hidrográficas”. Devido a essa percepção equivocada, o Brasil corre o risco de ser obrigado a imitar países que, não dispondo de vantagens como as brasileiras, têm que apelar para usinas termelétricas convencionais ou nucleares.

Na verdade, os reservatórios hidrelétricos podem ser aproveitados para múltiplas finalidades, tais como regularização de vazões, transporte fluvial, irrigação de grandes áreas visando à produção agrícola, pesca interior, turismo ecológico, etc. Todos esses usos requerem a preservação das matas ciliares e são ambientalmente benéficos, ao contrário do que supõem os adversários emocionais dos reservatórios hidrelétricos.

Usina Hidrelétrica de Itaipu - Itaipu Binacional

Um notável exemplo de uso  múltiplo de bacia hidrográfica é o da usina hidrelétrica de Três Marias, originalmente projetada apenas como reservatório de regularização, para irrigar 100 mil hectares do Projeto Jaíba, em Minas Gerais. Esse reservatório (que cobre uma área maior do que o dobro da Baia da Guanabara) é responsável pelo desenvolvimento da outrora paupérrima região nordeste de Minas. A geração hidrelétrica foi apenas uma decorrência de sua construção. Outro exemplo é o da hidrelétrica de Sobradinho, que permitiu o desenvolvimento do maior polo de fruticultura irrigada do Brasil.

Ainda outros exemplos são algumas hidrelétricas da Light e da Cesp, cujos reservatórios regularizam a vazão da bacia do rio Paraíba do Sul e permitem a captação de água para a região metropolitana do Rio de Janeiro e algumas cidades do trecho paulista daquela bacia.

Um sistema hidroeólico estruturado nas condições brasileiras seria inteiramente sustentável e teria capacidade para cobrir indefinidamente a demanda brasileira por energia elétrica. As usinas térmicas a gás natural já existentes, com suprimento flexível de combustível, seriam acionadas apenas em períodos críticos, servindo como seguro para otimizar a operação do sistema.

Quanto à verdadeira magnitude do potencial eólico brasileiro, cabe assinalar que, em 2001, o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) realizou um inventário, estimando-o em 143 GW. Estudos mais recentes, promovidos pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), apontam para um potencial superior a 280 GW. As perspectivas de se inventariar  um potencial ainda maior são muito auspiciosas, com a realização de uma rigorosa campanha de medições em todas as regiões promissoras do país – e com os ganhos de escala e aprendizado, resultantes do desenvolvimento tecnológico e da nacionalização da cadeia produtiva eólica.

Por fim, no tocante aos custos da energia elétrica, lembremos que estes se compõem de uma parte fixa, correspondente  à amortização do capital investido – e de uma parte administrável, composta pelas despesas necessárias ao funcionamento da usina geradora.

A parte fixa abrange as despesas incorridas na implantação da usina (projetos, equipamentos, construção, montagem e testes), e a parte administrável compreende as despesas de operação e manutenção, seguros, encargos trabalhistas, etc. No caso de usinas nucleares, há também os custos do combustível, do descomissionamento ao fim da vida útil e da administração dos rejeitos radiativos.

Os custos finais devem ser calculados e estabelecidos por meio de negociações entre o poder concedente e o investidor, nas quais entram critérios subjetivos tais como ”atratividade” para o investidor e “razoabilidade” para os consumidores; daí o imperativo ético de que o processo seja absolutamente transparente. Assim, no Brasil, o custo da energia hidrelétrica fica em cerca de R$ 80/MWh, o da eólica em R$ 100/MWh e o da nuclear em R$ 200/MWh.

* Joaquim Francisco de Carvalho é pesquisador visitante da Coppe/UFRJ e do IEE/USP. Ildo Luis Sauer é professor titular de Energia do IEE/USP.

 

http://professorildosauer.wordpress.com/2012/11/04/um-sistema-interligado-hidroeolico-para-o-brasil-joaquim-f-de-carvalho-e-ildo-l-sauer/

h1

Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

4 de janeiro de 2012

Monitor Mercantil –  04/01/2012

Desafios para a Marinha do Brasil nos próximos anos

Eduardo Italo Pesce

Em dezembro de 2011, a Marinha do Brasil adquiriu, por “compra de oportunidade”, a um custo de R$ 380 milhões, três navios-patrulha oceânicos (NPaOc) da classe Port of Spain, originalmente construídos para a Guarda Costeira de Trinidad-Tobago, que cancelou a encomenda quando os navios já se encontravam em provas de mar.

Os três navios provavelmente receberão os nomes de Apa, Araguari e Apodi em nossa Marinha. Deslocam cerca de 1.800 toneladas, podendo desenvolver velocidades de até 25 nós. Seu comprimento é de 90 metros, com boca de 13,5 metros e autonomia para 35 dias. A tripulação será constituída por 60 oficiais e praças.

É possível que esta compra tenha sido uma medida emergencial, para compensar a demora do governo em iniciar o Programa de Obtenção de Meios de Superfície (Prosuper). Este programa visa à construção de cinco NPaOc, cinco fragatas polivalentes e um navio de apoio logístico (NApLog), além da obtenção de capacitação tecnológica para projetar modernas belonaves no país.

A implementação do Plano de Articulação e Equipamento da Marinha do Brasil (Paemb) vem sendo dificultada pelos baixos orçamentos e pela baixa prioridade atribuída à Defesa no país. A Marinha teria estabelecido como meta prioritária a obtenção de um mínimo de 61 navios de superfície e cinco submarinos. Tais unidades devem constar do Plano de Articulação e Equipamento da Defesa (Paed), em fase inicial de elaboração.

O Paed consolidará as prioridades das três forças singulares, segundo metas de curto (2012-15), médio (2016-23) e longo prazos (2024-31). Sempre que possível, os meios e equipamentos serão produzidos no Brasil, com transferência obrigatória da tecnologia estrangeira para empresas nacionais. Em princípio, as “compras de oportunidade” deveriam ser evitadas.

Os planos de longo prazo da Marinha incluem a duplicação do principal componente operativo do Poder Naval brasileiro, por meio da criação de uma segunda esquadra e um segundo núcleo anfíbio, sediados no litoral Norte/Nordeste do país. Ainda que tal perspectiva não se concretize, é urgente a necessidade de renovação e ampliação dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais, bem como de aumento do efetivo de pessoal da Marinha do Brasil. Read the rest of this entry ?

h1

Dilma destaca parceria estratégica entre Brasil e Venezuela

6 de junho de 2011

Agência Brasil
06/06/2011

Dilma destaca parceria estratégica entre Brasil e Venezuela

Yara Aquino

Brasília – Durante declaração à imprensa, hoje (6), após encontro com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a presidenta Dilma Rousseff disse que há uma “parceria estratégica” ligando o Brasil e a Venezuela e que os dois países trabalham no sentido de fortalecer países desenvolvidos e democráticos na América do Sul.

“Nossos países estão ligados não só pela geografia e convivência harmônica e pacífica. Também nos une a determinação de fazer do espaço sul-americano uma zona de paz, democracia, crescimento econômico, social e respeito aos direitos humanos.”

Ao presidente Chávez, Dilma disse que o governo brasileiro aguarda com “grande expectativa” a conclusão do processo de adesão da Venezuela ao Mercosul. O Congresso Nacional brasileiro já aprovou a entrada da Venezuela no Mercosul, o único país que ainda não o fez foi o Paraguai.

A presidenta relatou que, na reunião com Chávez, colocou à disposição da Venezuela a experiência brasileira na área de habitação popular e também a cooperação na área de agricultura. Ela citou a integração na região de fronteira. “Nossa região fronteiriça merece uma política e iniciativas de interconexão de nossos sistemas, sejam eles elétricos, de tele, rodoviários e também de integração de cadeias produtivas.”

Dilma falou também sobre a constante intensificação da parceria entre as empresas petrolíferas brasileira e venezuelana, Petrobras e PDVSA, respectivamente.

A presidenta elogiou a atuação bem-sucedida da Venezuela e da Colômbia no retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a Honduras e de ambos à frente da Secretaria-Geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). “Vejo como muito promissora a cooperação entre a Venezuela e a Colômbia para equacionar temas de grande importância para a região. Ambos merecem nossas congratulações por compartilhar o mandato da Secretaria-Geral da Unasul e por atuarem exitosamente no retorno de Zelaya Honduras.”

Nove acordos foram assinados entre os dois países em áreas como petróleo, cooperação científica e tecnológica e erradicação da febre aftosa.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-06-06/dilma-destaca-parceria-estrategica-entre-brasil-e-venezuela

h1

ONU discute risco de acidentes nucleares pós-Fukushima

23 de maio de 2011

Agência Brasil
23/05/2011

ONU discute riscos de radiação nuclear depois de acidentes no Japão

Renata Giraldi

 

Brasília – Os efeitos da radiação nuclear dominam as discussões da reunião do Comitê Científico da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa hoje (23) em Viena, na Áustria, e acaba sexta-feira (27). O Brasil é representado pelo físico Marcos Nogueira Martins, diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear do Ministério da Ciência e Tecnologia. As informações são da Rádio França Internacional (RFI).

Nuvem radioativa produzida pelo acidente nuclear em Fukushima no Japão afetou diversos países

As discussões ocorrem dois meses e meio depois dos vazamentos e explosões ocorridos na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão. Durante a 58ª seção do grupo de peritos serão discutidos, por exemplo, meios para determinar quais são os riscos concretos da exposição à radioatividade em baixa quantidade e a longo prazo.

Read the rest of this entry ?

h1

Marinha do Brasil pretende ter dois Navios de Múltiplos Propósitos com capacidade anfíbia

17 de maio de 2011

O Estado de S.Paulo

15 de maio de 2011

Marinha quer supernavio de ataque anfíbio

Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques

Roberto Godoy 

A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente. Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.

Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido. Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.

Royal Australian Navy - Canberra Class Ship

Navio Multi-Propósito da Classe "Canberra" da Marinha Australiana, que está sendo construído por um consórcio de estaleiros espanhóis e empresas australianas, cuja primeira unidade deve ser finalizada ainda em 2011

Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral. O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.

Read the rest of this entry ?

h1

Chernobyl: 25 anos do maior desastre nuclear da história

26 de abril de 2011

RIA Novolsti
25/04/2011

Russia’s Medvedev to make anniversary trip to Chernobyl

Chernobyl: 25 years since the nuclear disaster

 

Russian President Dmitry Medvedev will visit Chernobyl on Tuesday to mark the 25th anniversary of the worst nuclear disaster in history.

“I will go to Chernobyl tomorrow,” the Russian president said on Monday during an award ceremony in the Kremlin for participants in the clean up operation of the 1986 disaster.

The area around the Chernobyl plant, about 150 kilometers (93 miles) from the Ukrainian capital of Kiev, remains highly contaminated from an explosion at the plant’s reactor number four a quarter of a century ago.

  Read the rest of this entry ?

h1

A gravidade do acidente nuclear em Fukushima comparada ao de Chernobyl

15 de abril de 2011

Scientific American
Apr 12, 2011

Is Fukushima really as bad as Chernobyl?

By David Biello 

satellite image of Fukushima Daiichi explosionOne month to the day after the devastating twin blows of a magnitude 9.0 earthquake and subsequent 15-meter tall tsunami, Japanese officials have reclassified the accident at the Fukushima Daiichi nuclear power plant at the highest possible level. The partial meltdown of three reactors and at least two spent fuel pools, along with multiple hydrogen explosions at the site now rate a 7 on the International Nuclear Event Scale—a level previously affixed only to the meltdown and explosion at Chernobyl.

Fukushima is now officially a “major accident” per the scale—roughly 100 times worse than the worst civilian nuclear accident in the U.S.: the partial meltdown at Three Mile Island—constituting “a major release of radioactive material with widespread health and environmental effects.”
Read the rest of this entry ?

h1

Acidente Nuclear em Fukushima amplia debate sobre novas usinas nucleares no Brasil

23 de março de 2011

Sul 21

22/03/2011

Fukushima é a causa de um novo dilema brasileiro: aumentar ou não a oferta de energia nuclear

Felipe Prestes

O Brasil vive um dilema na questão energética, segundo o diretor-geral do Instituto Sul-Americano de Política e Estratégia (Isape), Lucas Kerr. O país não pode manter um crescimento econômico como o do ano passado (7,5%), sem expandir consideravelmente a oferta de energia. Para isso, são necessários investimentos de cerca de R$ 1,3 trilhão em infraestrutura de energia, nos próximos dez anos, sendo que o país deverá estar atento aos impactos sociais e ambientais desta expansão. No entanto, neste momento em que o Japão sofre com os vazamentos ocorridos na usina nuclear de Fukushima, surge um novo questionamento: vale a pena expandir a oferta de energia nuclear?
Read the rest of this entry ?

h1

Tropas das Forças Especiais inglesas íniciaram ataques na Líbia

22 de março de 2011

Sunday Mirror
20/03/2011

Crack SAS troops hunt Gaddafi weapons inside Libya

by Mike Hamilton,

 'Sunday Paper Pics 20 03 2011' gallery

Hundreds of British SAS soldiers have been operating with rebel groups inside Libya for three weeks, the Sunday Mirror can reveal today.

Two special forces units, nicknamed “Smash” teams for their destructive ability, are hunting Colonel Gaddafi’s long-range surface-to-air missile ­systems, which could launch attacks on jets or commercial airliners.

Read the rest of this entry ?

h1

Acidente na Central Nuclear de Fukushima

22 de março de 2011

21 de mar de 2011

O ACIDENTE DE FUKUSHIMA-DAIICHI

 Acidente na Central Nuclear de Fukushima

AS LIÇÕES APRENDIDAS ATÉ O MOMENTO

Leonam dos Santos Guimarães *

O medo é a forma mais eficaz de controle social: sociedades amedrontadas reagem como manadas, se deixando levar pelo primeiro grito de alerta. Em nome da redução de uma ameaça superestimada lideranças podem agir livremente em busca de outros objetivos, alheios à redução da própria ameaça

 Às 14h46 da sexta-feira (11/3) passada, hora local, o Nordeste do Japão foi atingido por um terremoto de 9 graus na escala Richter cujo epicentro foi bem próximo ao litoral e a poucos quilômetros abaixo da crosta terrestre, o maior que se tem registro histórico a atingir uma área densamente populosa e com alto desenvolvimento industrial. Mesmo para um país de alto risco sísmico e cuja cultura e tecnologia se adaptaram para tornar este risco aceitável, tal evento, numa escala de probabilidade de 1 em cada 1.000 anos, superou toda capacidade de resposta desenvolvida ao longo de séculos pelo Japão (Leia aqui a comparação entre o sistema de segurança das usinas brasileiras Angra 1 e Angra 2 e das usinas japonesas de Fukushima).

  Read the rest of this entry ?

h1

Povo chileno rejeita usinas nucleares planejadas pelo governo Sebastián Piñera para o país

19 de março de 2011

ANSA Latina
19/03/2011

86% dos chilenos rejeitam Usinas Nucleares no país

SANTIAGO DO CHILE, 19 MAR (ANSA) – Uma pesquisa entre a população do Chile revelou que 86% dos entrevistados rejeitam a construção de usinas nucleares e 60% não aceitaria estas instalações sob nenhuma condição.

  Read the rest of this entry ?

h1

Vídeo documentário “O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

13 de março de 2011

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 1/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 2/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 3/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 4/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – parte 5/5

 

 

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel – chamada – produtora Mixer

h1

“O Desafio do Pré-Sal” no Discovery Channel

23 de fevereiro de 2011

Diário do Pré-Sal
20/02/2010

Discovery Channel debate exploração do petróleo do Pré-Sal em novo documentário

O documentário “O Desafio do Pré-Sal” é a mais recente co-produção do Discovery Channel com a produtora brasileira Mixer, cujo tema é a exploração do petróleo do Pré-Sal. Dirigido por Marcello Bozzin, tem uma hora de duração e entrevista diversos especialistas, desde engenheiros, cientistas, ambientalistas e analistas de relações internacionais e geopolítica do petróleo, que discutem diferentes perspectivas referentes aos principais aspectos da exploração do Pré-Sal, desde sua geografia e formação geológica, passando pelos desafios tecnológicos, financeiros e ambientais, até os aspectos políticos, econômicos e geopolíticos envolvidos na exploração deste grande campo petrolífero que pode conter cerca de 100 bilhões de barris de petróleo, situando sua descoberta entre as maiores das últimas décadas em todo o mundo.

Os demais documentários resultantes desta parceria incluiram temas como as enchentes e as pesquisas com células-tronco, que passaram no Discovery Channel em fevereiro deste ano, todos coproduzidos pela Mixer sob supervisão do Discovery Networks Latin America/US Hispanic.

O vídeo com a chamada para o documentário está disponível na página do programa Ooops! do UOL:

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=9221712

O video documentário “O Desafio do Pré-Sal” estréia no Discovery Channel nesta sexta-feira, 25 de fevereiro, às 22h.

A grade da programação da Discovery Channel prevê que o vídeo será exibido ainda no dia 26 de fevereiro à 1h, às 5h e às 16h, e no dia 05 de março às 14h.

Com informações do Discovery Channel Brasil.
h1

Estados Unidos e OTAN pretendem “redelimitar” o Atlântico em projeto que pode ameaçar o Brasil

3 de novembro de 2010

Agência Brasil
03/11/2010

Brasil só discutirá criação da “Bacia do Atlântico” depois que EUA referendarem Convenção do Mar

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência

Rio de Janeiro – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou hoje (3) que o governo brasileiro só aceitará negociar com os Estados Unidos a criação da Bacia do Atlântico, que prevê a união dos países do Atlântico Sul e do Atlântico Norte e apagar a linha divisória entre os dois Atlânticos, depois que os norte-americanos referendarem a Convenção do Mar da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Com relação a iniciarmos esta discussão sobre o conceito novo que vem sendo denominado de Bacia do Atlântico e apagar a linha divisória entre o Atlântico Sul e o Atlântico Norte a minha opinião é a de que o Brasil só pode sentar à mesa com os EUA para tratar do tema depois que eles referendarem a Convenção do Mar da ONU, antes disso não”.

O ministro disse que o próprio governo norte-americano já concorda com este referendo, mas o Senado dos Estados Unidos, até o momento, vem rejeitando o referendo.

Jobim lembrou que o Executivo mandou, inclusive, a mensagem para o Senado que não aceitou referendar a Convenção do Mar que traça o arcabouço jurídico para os limites de cada país em relação à sua costa marinha.

“O arcabouço jurídico para o mar está definido nessa convenção, e o Brasil é signatário dessa convenção. Os direitos do Brasil aos fundos marinhos até 350 milhas do litoral [onde inclusive está situado o pré-sal] decorre da Convenção do Mar. Ou seja, só é possível conversar com um país sobre temas como o da Bacia do Atlântico se ele respeitar esta regra”.

Read the rest of this entry ?

h1

“Tempos de Mudança na África Ocidental”

2 de novembro de 2010

Petroleum Africa
Monday, November 1, 2010

Time for Change in West Africa

West Africa is undergoing several political changes as several countries are holding elections. Cote d’Ivoire makes the top of the list with its first presidential election since its civil war in 2002. However, while many are hopeful that the elections will have a positive effect on the war-torn country, others remain leery as to the uncertainties that could soon follow.

The current president Laurent Gbagbo is facing 13 challengers with the main candidates being Alassane Ouattara, popular in the pro-rebel north, and Henri Konan Bedie, former president toppled in 1999 in the country’s first coup. If someone fails to win the majority vote, the top two finishers will face off in a second election round set to be held on November 28.

  Read the rest of this entry ?

h1

FHC e Serra tentaram desmontar e vender a Petrobrás

14 de outubro de 2010

Agência Petrobrás de Notícias
13/10/2010

Presidente da Petrobras responde a críticas de David Zylbersztajn


“Para o governo FHC, a Petrobras morreria por inanição. Os planos do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso eram para desmontar a Petrobras e vendê-la”, diz o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo. “Em 2003, quando a atual diretoria assumiu a gestão da Petrobras, havia em curso um plano claro de desmonte e esvaziamento de setores estratégicos da Companhia. Se essa tendência não fosse interrompida e revertida, a Petrobras praticamente extinguiria sua atividade de exploração, porque suas áreas exploratórias para buscar novas reservas de petróleo estavam se reduzindo, suas refinarias seriam desmembradas e as plantas de energia elétrica dariam prejuízos, sem perspectivas de recuperação do capital investido. A engenharia e a pesquisa e desenvolvimento da Petrobras seriam extintos”. As afirmações são do presidente da Petrobras em resposta às declarações de David Zylbersztajn, presidente da Agência Nacional do Petróleo no governo de Fernando Henrique Cardoso.

Para o presidente da Petrobras, não restam dúvidas quanto aos objetivos do governo anterior de “preparar” a Petrobras para ser privatizada. “Gradativamente, todas as atividades da Petrobras estavam sendo preparadas para serem passadas para a iniciativa privada, com a exacerbação do conceito de unidades de negócio, praticamente autônomas”, completou, numa breve análise do quadro que a atual gestão encontrou na Petrobras em 2003 e das conseqüências maléficas que a privatização da maior empresa da América Latina traria para a economia brasileira.

Read the rest of this entry ?

h1

Balanço sobre a capitalização da Petrobrás

7 de outubro de 2010

Agência Petrobras de Notícias
7/10/2010

Presidente e diretor da Petrobras fazem balanço sobre capitalização da Companhia

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, e o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Almir Barbassa, concederam na noite desta quinta-feira (07/10) entrevista coletiva sobre o aumento de capital realizado pela Petrobras. Com R$ 120 bilhões levantados pela emissão de mais de 4 bilhões de ações, a Petrobras realizou a maior operação de aumento de capital na história mundial.

Ao apresentar os números da capitalização, o presidente Gabrielli lembrou que a Companhia, agora com alavancagem (relação entre dívida e capital próprio) em 16% poderá captar mais dinheiro junto ao mercado e garantir assim seu plano de investimentos que soma R$ 224 bilhões entre 2010 e 2014. “É o que precisamos para financiar as grandes plataformas, as sondas, as refinarias, a produção de fertilizantes e de biocombustíveis”, exemplificou.

Read the rest of this entry ?

h1

Editorial de 05 de outubro de 2010

5 de outubro de 2010

Nunca acreditamos que fosse possível a qualquer veículo de comunicação, ou a qualquer comunicador, ser imparcial. A imparcialidade ou neutralidade são conceitos abstratos e ideais que não existem de forma plena no mundo real. Na vida política simplesmente são inviáveis, pois se declarar neutro ou imparcial significa tomar partido e apoiar determinada posição, mesmo que esta seja deixar tudo como está. Ao escrever, seja de forma analítica, dissertativa ou descritiva, enfrentamos sempre o mesmo problema de fotografar ou filmar determinado evento ou realidade: estamos sempre recortando parte da realidade, selecionando partes da realidade, priorizando aspectos da realidade. Estamos sempre nos referindo, descrevendo ou coletando imagens de partes da realidade, sempre adotando determinada perspectiva que é limitada por um determinado ponto de vista.  Isto sempre ocorre, seja porque certos aspectos da realidade nos interessam mais ou porque estamos sempre limitados a perceber apenas determinadas parcelas da realidade.

Read the rest of this entry ?

h1

Marinha do Brasil dará continuidade ao projeto do submarino nuclear brasileiro

13 de setembro de 2010

InfoRel
13/09/2010

Marinha aposta em continuidade do projeto do submarino nuclear

O Comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, descartou qualquer possibilidade de descontinuidade do projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro pelo próximo governo.

De acordo com Moura Neto, “isso é um projeto do Estado brasileiro, que quer ter uma Marinha à altura de sua projeção política e estratégica no mundo. Quem quer que seja o presidente vai entender a importância e dará continuidade, apoiando um projeto muito grande e que não pode parar”.

Read the rest of this entry ?

h1

24 de agosto de 1954: O suicídio do Presidente Getúlio Vargas e a luta pelo petróleo no Brasil

24 de agosto de 2010

Consciencia.net
24/08/2010

24 de agosto de 1954: o suicídio de Getúlio Vargas

Wladmir Coelho

Mestre em Direito e Historiador

A ideologia liberal possibilitou durante a República Velha a manutenção do modelo colonial agro-exportador institucionalizado através da Constituição de 1891 resultando, a crença fundamentalista liberal, em nosso trágico atraso industrial, tecnológico e demográfico. Este quadro não passou despercebido por diferentes membros da elite política dos primeiros anos do século XX possibilitando o surgimento de uma sólida corrente nacionalista fundamentada – principalmente – no modelo defendido por Friedrich List ainda no século XIX cujos princípios foram aplicados nos Estados Unidos e Alemanha dos tempos da unificação.

Read the rest of this entry ?

h1

Anthony Cordesman e Robert Bryce: questionamentos sobre a busca por “Autonomia Energética” dos EUA

24 de agosto de 2010

Energy Tribune
Aug. 23, 2010

Anthony Cordesman Busts the Myth of Energy Independence

Robert Bryce


About two and a half years ago, I published my third book, Gusher of Lies: The Dangerous Delusions of “Energy Independence,” which provided multiple arguments as to why the US cannot, and should not even attempt to, be independent of the world’s single biggest and most important marketplace: the global energy market. And yet, since that time, numerous politicians from both the right and the left have declared their support for that cockeyed notion.

Read the rest of this entry ?

h1

Países ricos vão pagar para Equador não extrair seu petróleo

4 de agosto de 2010

Os países mais ricos do mundo parecem não ter mais escrúpulos em sua luta contra qualquer forma de crescimento ou desenvolvimento dos países mais pobres que são ricos em recursos naturais. Por décadas as grandes potências vêm boicotando deliberadamente o crescimento dos países pobres, como muito bem descreveu Ha-Joon Chang – autor dos livros “Chutando a Escada” e “Maus Samaritanos“. Um dos principais métodos adotados pelas grandes potências industrializadas tem sido impedir que os países pobres que possuem recursos naturais abundantes, utilizem estes recursos para o seu próprio desenvolvimento.  Pressionar para que estes países não explorem seus próprios recursos naturais normalmente resulta em excedentes, que podem ser exportados para os países  mais industrializados a preços reduzidos., ou seja, os paises pobres continuam pobres e os ricos ficam mais ricos.

Percebendo que pressões diplomáticas e financeiras diretas (FMI, Banco Mundial) ou pressões indiretas, através da mídia ou de ricas Ongs supostamente ambientalistas, não estavam mais sendo suficientes, agora alguns dos países mais desenvolvidos e poderosos do mundo decidiram ir além: estão simplesmente pagando para que países pobres não utilizem seus próprios recursos energéticos. É isto mesmo nosso caro leitor. Infelizmente, não estamos falando de mecanismos discretos como os créditos de carbono, que impedem que os  países pobres utilizem recursos energeticos fosseis, mas pelo menos, podem receber investimentos que contribuem com o desenvolvimento, como energia mais limpa (embora geralmente mais cara). Agora os países desenvolvidos decidiram oferecer dinheiro direto para não extrair petróleo mesmo! O Equador se comprometeu a não explorar algumas de suas reservas petrolíferas recentemente descobertas por um período de 10 anos e países ricos como Alemanha, Holanda, Noruega e Itália vão contribuir para um fundo de 3,6 bilhões de dólares. Segundo estes países, tudo  isso é em nome do meio ambiente…  Como perguntar não ofende, se realmente estes estão tão preocupados com o meio ambiente, porque eles não param de consumir petróleo? E pergutaria mais, será que ainda não existem tecnologias avançadas, muito mais limpas de extração de petróleo, que reduzem enormemente a possibilidade de acidentes ou impactos ambientais? Porque  então, estes países não transferem essas tecnologias para o Equador? Porque exigir que as reservas petrolíferas só sejam exploradas daqui a 10 anos? Que países será que vão se aproveitar destes recursos naturais em 10 anos?

Devido a uma enorme coincidência, esta “iniciativa” ocorre logo depois do Equador iniciar um processo de nacionalização de suas reservas de petróleo, para aumentar o controle público sobre a extração de um recurso natural considerado também um bem público de interesse nacional para o povo equatoriano. O Presidente do Equador, Rafael Correa anunciou a criação de uma nova Lei de Hidrocarbonetos que nacionaliza a produção de petróleo, revisa os contratos feitos no período neoliberal e declarou que as companhias que não aceitarem as novas políticas de petróleo do Equador terão que se submeter a uma nacionalização completa de seus campos petrolíferos. Isto é absolutamente fundamental para a defesa da Soberania do Equador que se vê constantemente vilipendiado e humilhado pelas corporações petrolíferas multinacionais sediadas nas grandes potências.  Estas corporações petrolíferas estrangeiras receberam contratos privilegiados, a preços absurdamente reduzidos, no período dos regimes neoliberais que governaram de forma corrupta o país nos anos 1990.  Estas mesmas empresas pagam impostos reduzidos devido aos “contratos” assinados pelos governos anteriores, praticamente roubando o petróleo do Equador, utilizando tecnologias antigas e altamente poluidoras, sem o menor respeito ao meio ambiente e ao povo equatoriano. Agora que um governo mais nacionalista está no poder e o Presidente decidiu reagir ao tratamenteo recebido pelas corporações petrolíferas estrangeiras, seu governo passou a ser criticado na imprensa internacional e surgiram radicais “defensores” (?) do meio ambiente, contrários à nova Lei dos Hidrocarbonetos, a mesma que nacionaliza as reservas petrolíferas do país.

A Nova Lei de Hidrocarbonetos do Equador entrou em vigência em 26/07/2010 e foi neste processo que foram aceleradas as negociações em torno do acordo supostamente “conservacionista” proposto pelos paises ricos. Alguém realmente acredita que estes países ricos estão absolutamente desinteressados  na questão das possíveis revisões de contrados de suas corporações petrolíferas que podem ocorrer devido à nacionalização por parte do Equador? Está mais do que claro que estes países não querem que as reservas de petróleo do Equador sejam exploradas pelo povo  equatoriano e acreditam que em 10 anos haverá outro governo neoliberal e corrupto disposto a entregar as reservas  do país às corporações petrolíferas internacionaios.

A pior parte desse processo é que a região  que será supostamente “protegida” por esse acordo fica na fronteira tensa do Equador com o Peru, ao lado de um território em litígio, que está em disputa a mais de século entre os dois países e pelo qual Peru e Equador já travaram 2 guerras, uma em 1941 e outra, mais recentemente, em 1995. Será que algum dos países ricos está defendendo a soberania do Equador nesta questão?

Leiam a notícia a seguir:

_______________________________________________

 

Read the rest of this entry ?

h1

Após sanções, China investe US$ 40 bilhões no setor de Petróleo & Gás iraniano

2 de agosto de 2010

TN Petróleo

02/08/2010

China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

Segundo os acordos assinados entre os dois países, o investimento chinês em projetos de prospecção e extração de petróleo chegará a US$ 29 bilhões, enquanto os demais US$ 11 bilhões serão destinados a petroquímicas, refinarias, oleodutos e gasodutos.

Read the rest of this entry ?

h1

Sanções das grandes potências ao Irã podem favorecer a China

2 de agosto de 2010

IPS – Inter Press Service
02/08/2010

IRÃ: Sanções de potências favorecem a China

Antoaneta Becker

Londres, Inglaterra, (IPS) – As novas sanções da União Europeia (UE) contra o Irã abrem a porta para companhias chinesas desejosas de ampliar seus investimentos em um país considerado rebelde pelo Ocidente.

O gigante asiático é o maior sócio comercial do Irã. Analistas chineses prevêem o surgimento de lucrativas oportunidades geopolíticas e empresariais na República Islâmica. Contudo, a burocracia ainda duvida do papel que Pequim deve ter nessa situação. Ávida por energia, a China assinou um acordo com o Irã por dezenas de milhares de milhões de dólares para ter acesso privilegiado ao setor de gás e petróleo.

Read the rest of this entry ?

h1

Operação Atlântico II: mais fotos das Forças Armadas em simulação de defesa do Pré-Sal e do Litoral

30 de julho de 2010

Geopolítica do Petróleo

30/07/2010

Fotos da Operação Atlântico II: Forças Armadas simulam defesa do Pré-Sal e do Litoral

Lucas K. Oliveira

A seguir uma primeira seleção de fotos da operação Atlântico II, organizada pelas Forças Armadas do Brasil para simular a defesa do Pré-Sal e da “Amazônia Azul”, incluindo as principais regiões estratégicas do litoral brasileiro.

Fotos: Forças Armadas do Brasil

 

Read the rest of this entry ?

h1

Fotos da Operação Atlântico II: Forças Armadas simulam defesa do Pré-Sal e do Litoral

30 de julho de 2010

Geopolítica do Petróleo

30/07/2010

Fotos da Operação Atlântico Sul: Forças Armadas simulam defesa do Pré-Sal e do Litoral

Lucas K. Oliveira

A seguir está mais uma seleção de fotos da operação Atlântico Sul II, organizada pelas Forças Armadas do Brasil para simular a defesa do Pré-Sal e da “Amazônia Azul”, incluindo as principais regiões estratégicas do litoral brasileiro.

Fotos: Forças Armadas do Brasil

Read the rest of this entry ?

h1

Russia renova programa dos Ecranoplanos, uma das mais interessantes aeronaves de defesa anti-navio construida pela ex-URSS

27 de julho de 2010

15 July, 2010, 13:35
Edited 27 July, 2010, 12:11

Russia revives Caspian Sea Monster

The Russian government has commissioned the renewal of the “Caspian Sea Monster,” the legendary ground effect vehicle (GEV). Only 30 such crafts were built in the Soviet Union over two decades.

Read the rest of this entry ?

h1

Rede Globo continua sua cruzada contra o pré-sal, a Petrobrás e o Brasil

18 de julho de 2010

Rede Globo continua sua cruzada contra o pré-sal, a Petrobrás e o Brasil

Lucas K. Oliveira

A Globo continua sua bizarra cruzada contra o pré-sal. É difícil avaliar qual o peso dos interesses temporários, conjunturais, ligados às eleições deste ano, dos interesses de longo prazo, que fazem parte do velho projeto das organizações Globo de difundir uma ideologia liberal conservadora, anti-Estatal e anti-nacional.

Read the rest of this entry ?

h1

Embaixador defende revisão do valor pago pela energia de Itaipu em prol da estabilidade do tratado binacional

30 de junho de 2010

Agência Brasil

30/06/2010

Revisão do valor da energia de Itaipu é importante para estabilidade do tratado, diz embaixador

Roberta Lopes

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O subsecretário-geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Antônio Simões, afirmou hoje (30) que a revisão do valor pago pelo Brasil pela energia de Itaipu não usada pelo Paraguai é importante para a estabilidade do tratado. A afirmação foi feita durante audiência pública das comissões de Minas e Energia e de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.

Read the rest of this entry ?

h1

FUP organiza debate sobre soberania e petróleo na Era do Pré-Sal

26 de junho de 2010

Imprensa da FUP

23/06/2010

FUP e especialistas discutem soberania e petróleo na era do pré-sal

Em seminário realizado nesta quarta-feira, 23, em São Paulo, a FUP voltou a reafirmar que o monopólio estatal é o melhor caminho para garantir a soberania energética do Brasil e transformar o pré-sal em um bem social. Realizado pela MGiora Comunicação e pela Petrobrás, com apoio da FUP, o seminário “Pré-sal e a nova lei do petróleo – desafios e possibilidades” contou com a participação de trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e representantes dos sindicatos de petroleiros.

Read the rest of this entry ?