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Marinha do Brasil dará continuidade ao projeto do submarino nuclear brasileiro

13 de setembro de 2010

InfoRel
13/09/2010

Marinha aposta em continuidade do projeto do submarino nuclear

O Comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, descartou qualquer possibilidade de descontinuidade do projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro pelo próximo governo.

De acordo com Moura Neto, “isso é um projeto do Estado brasileiro, que quer ter uma Marinha à altura de sua projeção política e estratégica no mundo. Quem quer que seja o presidente vai entender a importância e dará continuidade, apoiando um projeto muito grande e que não pode parar”.

O Comandante da Marinha lembrou que o programa de desenvolvimento de um reator nuclear da Marinha ficou praticamente parado por 30 anos, entre 1979 e 2009, por falta de recursos.

Com a decisão do governo de apoiar a iniciativa, o programa foi retomado e a previsão é de que o submarino nuclear brasileiro esteja pronto até 2020.

Moura Neto participa da 24ª Conferência Naval Interamericana que teve início nesta segunda-feira e que vai até o dia 17 no Rio de Janeiro.

O evento conta com a participação de representantes das marinhas de 17 países.

Orçamento

O almirante Julio Soares de Moura Neto afirmou ainda que o orçamento da Marinha do Brasil para o próximo ano deverá ser de R$ 4,7 bilhões.

Segundo ele, “estamos construindo navios-patrulha e tivemos aprovadas as construções de quatro submarinos convencionais e um nuclear. A Marinha teve todas suas pretensões de crescimento atendidas. Houve um aumento muito grande no orçamento e no investimento da força”.

Moura Neto também revelou que o Brasil está mantendo conversas com marinhas de outros países, inclusive a chinesa, envolvendo cooperação tecnológica e construção de equipamentos. Os planos devem ser detalhados com a futura visita do ministro da Marinha da China ao país.

O vice-comandante de Operações Navais da Marinha dos Estados Unidos, almirante Jonathan Greenert, destacou o desejo de cooperar com o Brasil.

Greenert apontou a necessidade de se desenvolver ações de paz na região e reforçar a luta contra o terrorismo no Atlântico Sul.

Na sua opinião, “o Brasil é um líder entre as nações sul-americanas e as nossas marinhas podem trabalhar conjuntamente para garantir a liberdade nos mares, contra o contrabando e o terrorismo”.

O comandante da Marinha da Argentina, almirante Jorge Omar Godoy, ressaltou que existe forte vontade política entre os governos brasileiro e argentino para trabalhar de forma integrada, incluindo a troca de informação dos programas nucleares dos dois países.

“A complementação entre brasileiros e argentinos dará mais força para nos apresentarmos diante da comunidade internacional. Eu considero fundamental, como mensagem ao mundo, a capacidade de manejarmos este tipo de tecnologia [nuclear] em prol da paz”, afirmou.

http://www.inforel.org/noticias/noticia.php?not_id=4200&tipo=2

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Iperó (SP) – O capitão Ferreira Marques mostra projeto do futuro submarino nuclear brasileiro  –  Foto: Vladimir Platonow – AgenciaBrasil

One comment

  1. Sei não….
    essa possível chegada dos americanos..querendo cooperar..
    eles querem é sabotar..
    como fizeram com os nosso planos de lançamento de foguetes, e explodiram tudo!!!



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