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Operação Atlântico II: Especialistas das três Forças compõem estrutura da FAC 101

29 de julho de 2010

29/07/2010

Especialistas das três Forças compõem estrutura da FAC 101

(com informações da Marinha do Brasil e do Ministério da Defesa)

Nos recentes conflitos internacionais, a necessidade de se administrar modernos e variados meios de combate faz com que haja a necessidade da crescente integração entre as Forças. Com esse objetivo, um novo sistema de comando e controle tem se aplicado nas Forças Armadas brasileiras, a exemplo que ocorre atualmente na Operação Atlântico II, onde Marinha, Exército e Força Aérea atuam conjuntamente em defesa do extenso e rico litoral do Brasil, também conhecido como “Amazônia Azul”.

Nesse contexto, o Quartel-General da Força Aérea Componente 101 (FAC 101) também abriga, além de militares da Força Aérea Brasileira, homens da Marinha e do Exército Brasileiro, que exercem uma importante função no contexto do combate, atuando como Oficias de Ligação de suas respectivas Forças junto ao Estado-Maior da FAC 101.

“A presença dos Oficiais de Ligação é fundamental para facilitar as comunicações e alcançar a interoperabilidade, ou seja, a integração entre as Forças”, explicou o Tenente-Coronel Marcelo Melo Dolabella, especialista em Aviação do Exército. Dessa forma, é possível potencializar o poder de ataque e evitar iniciativas isoladas, que possivelmente enfraqueceriam o poderio militar em um conflito.

Além da Aviação Militar, a FAC 101 também conta com especialistas do Exército em Artilharia Antiaérea, na cobertura de operações aéreas, e Artilharia de Campanha, responsável por apoiar as ações terrestres. Ambas as especialidades compõe o Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro – SISDABRA, coordenado pelo Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro (COMDABRA), unidade responsável pela defesa do território nacional contra todas as formas de ataque aeroespacial.

Por essa razão é necessária a integração entre o Exército e a FAB para que ocorra a coordenação do espaço aéreo do conflito, pois a aviação e as artilharias antiaéreas e de campanha interferem diretamente no espaço aéreo em que atuam. Como por exemplo, um foguete lançado pelo lançador múltiplo de foguetes, denominado ASTROS II, é capaz de alcançar uma altura de até 30 Km, o que facilmente poderia atingir aeronaves, caso não ocorresse a devida coordenação das Forças no momento do ataque.

O General-de-Brigada Luis Antonio Silva Santos, Comandante da 1ª Brigada de Artilharia Antiaerea destacou a importância da coordenação das atividades realizadas pelo o Exército Brasileiro e a FAC 101 na Operação Atlântico II. “Para a defesa aeroespacial do teatro de operações do exercício é fundamental que as Forças falem a mesma linguagem, por isso é importante nossa presença dentro da Força Aérea Componente, que tem nos apoiado tanto no fornecimento da infraestrutura de trabalho quanto operacionalmente na coordenação das missões”, enfatizou.

A Operação Atlântico II ocorre até o dia 30 de julho, desenvolvendo-se em toda a “Amazônia Azul” e nos demais estados do Brasil, além dos arquipélagos de Fernando de Noronha e de São Pedro e São Paulo. Acompanhe toda a Operação Atlântico II no site  http://www.mar.mil.br/atlantico2/

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