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Rede Globo continua sua cruzada contra o pré-sal, a Petrobrás e o Brasil

18 de julho de 2010

Rede Globo continua sua cruzada contra o pré-sal, a Petrobrás e o Brasil

Lucas K. Oliveira

A Globo continua sua bizarra cruzada contra o pré-sal. É difícil avaliar qual o peso dos interesses temporários, conjunturais, ligados às eleições deste ano, dos interesses de longo prazo, que fazem parte do velho projeto das organizações Globo de difundir uma ideologia liberal conservadora, anti-Estatal e anti-nacional.

Recentemente a Globo tem atacado sistematicamente a exploração do pré-sal, no velho tom entreguista que as empresas da família Marinho adotam à décadas, desde pelo menos, a luta da empresa contra a campanha “O Petróleo é Nosso”, nos anos 1950.

Naquela época a Globo, juntamente com outros veículos da imprensa conservadora do país, participou diretamente da campanha de difamação contra o Presidente Getúlio Vargas, criticando todas as suas posições nacionalistas, inclusive a criação da Petrobrás e a idéia da nacionalização do petróleo.

A batalha da imprensa entreguista contra o Presidente Getúlio Vargas resultou em sua morte, quando este deu a vida pelo projeto que defendia para o Brasil, em 1954.

Após o suicídio de Vargas, a população enfurecida depredou  a sede da Globo no Rio de Janeiro, sucursais da rede e até mesmo bancas de jornais e carros que distribuíam o jornal O Globo, nas principais capitais do país.

Apesar da campanha Global contra os interesses mais vitais do Brasil, o ideário nacionalista nunca foi totalmente varrido do mapa e sempre se reergueu. Mas a Globo nunca desistiu de sua “cruzada anti-Brasil” e todas as vezes em que os diferentes grupos nacionalistas, de esquerda ou de direita, se aproximavam ou ensaiavam uma aliança, a Globo e a imprensa conservadora bradava pela ameaça do comunismo. Mesmo quando o comunismo já havia acabado e a União Soviética se fragmentado, a Globo continuou sua “cruzada contra o mal” atacando sistematicamente as idéias defendidas pelos principais grupos nacionalistas, fossem de esquerda ou de direita.

Com o grande poder que adquiriu de manipular a opinião pública, a corporação Globo continuou a usar um discurso aparentemente patriótico para desacreditar e ridicularizar todas as propostas apresentadas por grupos políticos em defesa dos interesses nacionais. A única coisa que a Globo continua fazendo é atacar a auto-estima do brasileiro constantemente, para manter o velho “complexo de vira-latas”, de país “subdesenvolvido”, que não pode encontrar seu próprio caminho de desenvolvimento, mas tem que seguir as “ordens” dadas pelos países ricos do G-7, especialmente as envolvidas no velho “consenso de Washington”.

Com o tempo, muitos perceberam, que a Globo simplesmente não gosta do Brasil, gosta é de poder. A Globo, na figura de seus jornalistas, deixa claro constantemente que não torce nem para a seleção brasileira se for desafiada pelo seu técnico, em meio a uma Copa do Mundo. O que dizer do sucesso recente da Petrobrás, que simplesmente passou por cima de toda a longa campanha difamatória feita pela Globo contra a empresa durante os anos 1990, quando foi sucateada pelo governo? A Globo simplesmente não se conforma com o sucesso da Petrobrás S.A., uma empresa que nasceu como sociedade anônima e continua sendo assim até os dias de hoje. Mas a Globo insiste em chamá-la de “estatal”, já que a imagem das estatais foi terrivelmente manchada depois de mais de uma década de campanha publicitária-jornalística anti-estatal empreendida pela rede, entre meados dos anos 1980 e a década de 1990.

Hoje, a Globo volta a atacar o sucesso do Brasil e da Petrobrás, criticando a exploração do pré-sal.A mais recente manchete, do dia 15, era “O Brasil na contramão: produção no pré-sal começa enquanto EUA e Europa limitam projetos”, publicada em: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/14/o-brasil-na-contramao-producao-no-pre-sal-comeca-enquanto-eua-europa-limitam-projetos-917150377.asp e republicada em http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/economia/mat/2010/07/14/o-brasil-na-contramao-producao-no-pre-sal-comeca-enquanto-eua-europa-limitam-projetos-917150377.asp e http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/07/15/o-brasil-na-contramao-do-mundo-308264.asp . Até mesmo o Presidente do Brasil se sentiu na obrigação de responder, classificando corretamente a manchete do jornal O Globo de “vergonhosa”. O Presidente foi duramente atacado pela Globo, mostrando que sua velha arrogância continua a mesma: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/15/lula-ataca-reportagem-do-globo-em-evento-do-pre-sal-no-espirito-santo-917153370.asp

A estratégia da Globo não mudou. Continua defendendo que boas são as idéias e decisões tomadas pelos países ricos. As adotadas pelo Brasil são sempre ruins. Pior ainda se forem decisões que podem ajudar no desenvolvimento econômico, tecnológico e social do Brasil, como a exploração do pré-sal. Pior ainda se esta exploração for feita por uma “estatal”, que todos sabemos, é uma empresa S.A. cujo controle acionário é do Estado. Mas isto já é demais, na visão da Globo, deveriam ser as multinacionais americanas e européias a explorar o petróleo brasileiro.

Desde o início a Globo criticou o projeto de Nova Lei do Petróleo apresentado pelo governo ao Congresso, pois este poderia tornar a exploração petrolífera totalmente nacional. Obviamente, como isto não interessa às corporações petrolíferas das grandes potências, a Globo esbravejou e atacou pontos específicos dos projetos, como a Partilha da Produção, a capitalização da Petrobrás, o aumento da participação do Estado na gestão da extração de petróleo ou o aumento da nacionalização da prospecção. A Globo criticava abertamente a capacidade técnica da Petrobrás, afirmando que “tudo é muito difícil” que nunca iríamos conseguir, e que o capital e a tecnologia estrangeira eram vitais!!! Parece uma piada comparar a capacidade técnica da Petrobrás com a BP, mas a Globo insistiu que as estrangeiras eram mais competentes e que a Petrobrás jamais conseguiria sozinha. Depois disto, a Globo apoiou a CPI contra a Petrobrás, (criada pela oposição apenas para atacar o governo) na tentativa de inviabilizar definitivamente a exploração do pré-sal.

Em 2008 a Petrobrás começou a perfurar o pré-sal e a Globo continuou dizendo que “era muito difícil”, que o petróleo só começaria a jorrar em 2015 ou 2020. Qualquer pessoa alfabetizada conseguia ler nos Planos de Negócios da Petrobrás que o petróleo do Pré-Sal começaria a ser produzido em escala comercial antes de 2011, mas a Globo continuava sua cruzada contra o pré-sal. Agora que a produção começou, a Globo passou a adotar um discurso ultra-ambientalista radical.: algo do tipo: “é melhor não explorar nada”, por enquanto, pois “é muito perigoso”, podem acontecer “acidentes”… E todos, sabemos que tirando o risco de sabotagem, que continua existindo, é muito pouco provável que algo grave aconteça com as atividades de uma empresa que é considerada número um do mundo em capacidade tecnológica de exploração petrolífera em águas ultra-profundas.

Como disse no início, existe ainda a variável conjuntural, pois fica claro que a Globo está se mobilizando apenas para atacar o atual governo, do qual ela nunca gostou mesmo, em meio a uma campanha eleitoral onde, tudo indica, o Presidente mais popular da história do país terá facilidade em eleger seu sucessor. E o petróleo vai continuar nas mãos da Petrobrás, correndo o sério “risco” desta empresa passar a ser mais diretamente controlada pelo Estado brasileiro. Será o “fim do mundo” para o ideário neoliberal-conservador Global. Provavelmente escutaremos mais discursos esbravejados acusando as políticas nacionalistas de “estatismo” e “comunismo”, por parte da corporação dos Marinho.

Mas de nada vai adiantar. O pré-sal estará produzindo cada vez mais, na medida em que os novos poços entrarem em operação ao longo da próxima década. O resultado é que, querendo a Globo ou não, em 2020 seremos um dos maiores produtores mundiais de petróleo, com capacidade de extrair algo na faixa de 4,5 a 5 milhões de barris por dia.

Na pior das hipóteses, se as compras da Petrobrás continuarem com a atual política, de adquirir o máximo possível dos equipamentos, navios e plataformas no país, teremos uma das maiores indústrias navais do mundo em 2020. Se tudo correr bem, e o Brasil ampliar significativamente sua capacidade de refino do petróleo com a construção de mais uma dúzia de grandes refinarias, vamos exportar pouco ou nenhum petróleo em estado bruto, e o máximo possível de produtos refinados. O ideal seria, inclusive, não priorizar os combustíveis inflamáveis, mas outros produtos derivados do setor petroquímico, preferencialmente produtos duráveis ou semi-duráveis à base de polímeros, que têm um valor agregado muito maior e cuja produção gera muito mais empregos. Mas já sabemos, isso também será criticado pela Globo, ao menos enquanto esta corporação continuar com este malévolo discurso “anti-Brasil”.

Se continuar desta forma, tudo indica que mais cedo ou mais tarde, as forças democráticas do Brasil terão que civilizar a Globo, pois esta corporação não parece ter aprendido a ter limites nem escrúpulos.

Para os interessados, recomendo a leitura do best-seller “A História Secreta da Rede Globo“, do jornalista e ativista Daniel Herz, que elaborou um dos melhores trabalhos de crítica à atuação da Globo, sempre em defesa  da verdadeira democratização das comunicações no Brasil.

Outra obra recomendada para leitura é livro “Quem pagou a contade Frances Stonor Saunders, publicado no Brasil pela ed. Record, que apresenta dados, também  muito bem documentados  sobre a longa campanha ideológica-midiática da CIA durante a Guerra Fria, época em que a Globo cresceu e se consolidou como a maior rede de TV do país, especialmente após a sombria parceria estabelecida entre a rede e a TimeLife. Como na época a entrada de capital estrangeiro na mídia nacional era proibido pela constituição do Brasil, chegou a ser montada uma CPI, que nunca puniu a Globo, mas que Daniel Herz também documentou muito bem. É interessante também, ver o documentário sobre o período de ascensão e apogeu do poderio da Globo, o vídeo “Muito alem do Cidadao Kane“, de 1993, que pode ser assistido em diferentes versões no youtube.

Por fim, é interessante recomendar novamente o vídeo “O Petróleo tem que ser nosso: A ùltima Fronteira“, sobre a atual mobilização em defesa da nacionalização do petróleo do pré-sal: http://www.apn.org.br/apn/index.php?option=com_content&task=view&id=1215&Itemid=71

Lucas K. Oliveira

A Globo continua sua bizarra cruzada contra o pré-sal. É difícil avaliar qual o peso dos interesses temporários, conjunturais, ligados às eleições deste ano, dos interesses de longo prazo, que fazem parte do velho projeto das organizações Globo de difundir uma ideologia liberal conservadora, anti-Estatal e anti-nacional.

Recentemente a Globo tem atacado sistematicamente a exploração do pré-sal, no velho tom entreguista que as empresas da família Marinho adotam desde sua luta contra a campanha “O Petróleo é Nosso“, nos anos 1950, quando participaram diretamente da campanha de difamação do Presidente Getúlio Vargas, criticando todas as suas posições mais nacionalistas, inclusive a criação da Petrobrás. A batalha de Vargas contra a imprensa entreguista resultou em sua morte em 1954. Após o suicídio de Vargas, a população enfurecida depredou desde a sede da Globo no Rio, até os carros que distribuíam o jornal O Globo, nas principais capitais do país.

Apesar da campanha Global contra os interesses mais vitais do Brasil, o ideário nacionalista nunca foi totalmente varrido do mapa e sempre se reergueu. Mas a Globo nunca desisitiu de sua cruzada anti-Brasil e todas as vezes em que os diferentes grupos nacionalistas, de esquerda ou de direita, se aproximavam ou ensaiavam uma aliança, a Globo e a imprensa conservadora bradava pela ameaça do comunismo. Mesmo quando o comunismo já havia acabado e a União Soviética se fragmentado, a Globo continuou sua “cruzada contra o mal” atacando sistematicamente as idéias defendidas pelos principais grupos nacionalistas, fossem de esquerda ou de direita. Com o grande poder que adquiriu de manipular a opinião pública, a corporação Globo continuou a usar um discurso aparentemente patriótico para desacreditar e ridicularizar todas as propostas apresentadas por grupos políticos em defesa dos interesses nacionais. A única coisa que a Globo continua fazendo é atacar a auto-estima do brasileiro constantemente, para manter o velho “complexo de vira-latas”, de país “subdesenvolvido”, que não pode encontrar seu próprio caminho de desenvolvimento, mas tem que seguir as “ordens” dadas pelos países ricos do G-7, especialmente as envolvidas no velho “consenso de Washington”.

Com o tempo, muitos perceberam, que a Globo simplesmente não gosta do Brasil, gosta é de poder.  A Globo, na figura de seus jornalistas, deixa claro constantemente que não torce nem para a seleção brasileira se for desafiada pelo seu técnico, em meio a uma Copa do Mundo. O que dizer do sucesso recente da Petrobrás, que simplesmente passou por cima de toda a longa campanha difamatória feita pela Globo contra a empresa durante os anos 1990, quando foi sucateada pelo governo? A Globo simplesmente não se conforma com o sucesso da Petrobrás SA, uma empresa que nasceu como sociedade anônima e continua sendo assim até os dias de hoje. Mas a Globo insiste em chamá-la de “estatal”, já que a imagem das estatais foi terrivelmente manchada depois de mais de uma década de campanha publicitária-jornalística anti-estatal empreendida pela rede, entre meados dos anos 1980 e a década de 1990.

Hoje, a Globo volta a atacar o sucesso do Brasil e da Petrobrás, criticando a exploração do pré-sal.A mais recente manchete, do dia 15, era “O Brasil na contramão: produção no pré-sal começa enquanto EUA e Europa limitam projetos“, publicada originalmente em: http://oglobo.globo.com/economia/mat/2010/07/14/o-brasil-na-contramao-producao-no-pre-sal-comeca-enquanto-eua-europa-limitam-projetos-917150377.asp e republicada em http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/economia/mat/2010/07/14/o-brasil-na-contramao-producao-no-pre-sal-comeca-enquanto-eua-europa-limitam-projetos-917150377.asp e http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/07/15/o-brasil-na-contramao-do-mundo-308264.asp . Até mesmo o Presidente do Brasil se sentiu na obrigação de responder, e foi duramente atacado pela Globo:

A estratégia da Globo não mudou. Continua defendendo que boas são as idéias e decisões tomadas pelos países ricos. As adotadas pelo Brasil são sempre ruins. Pior ainda se forem decisões que podem ajudar no desenvolvimento econômico, tecnológico e social do Brasil, como a exploração do pré-sal. Pior ainda se esta exploração for feita por uma “estatal”, que todos sabemos, é uma empresa SA cujo controle acionário é do Estado. Mas isto já é demais, na visão da Globo, deveriam ser as multinacionais americanas e européias a explorar o petróleo brasileiro.

Desde o início a Globo criticou o projeto de Nova Lei do Petróleo apresentado pelo governo ao Congresso, pois este poderia tornar a exploração petrolífera totalmente nacional. Obviamente, como isto não interessa às corporações petrolíferas das grandes potências, a Globo esbravejou e atacou pontos específicos dos projetos, como a Partilha da Produção, a capitalização da Petrobrás, o aumento da participação do Estado na gestão da extração de petróleo ou o aumento da nacionalização da prospecção. A Globo criticava abertamente a capacidade técnica da Petrobrás, afirmando que “tudo é muito difícil” que nunca iríamos conseguir, e que o capital e a tecnologia estrangeira eram vitais!!!  Parece uma piada comparar a capacidade técnica da Petrobrás com a BP, mas a Globo insistiu que as estrangeiras eram mais competentes e que a Petrobrás jamais conseguiria sozinha.

Em 2008 a Petrobrás começou a perfurar o pré-sal, e a Globo continuou dizendo que era muito difícil, que o petróleo só começaria a jorrar em 2015 ou 2020. Qualquer pessoa alfabetizada conseguia ler nos Planos da Petrobrás que o petróleo do Pré-Sal começaria a ser produzido em escala comercial antes de 2011, mas a Globo continuava sua cruzada contra o pré-sal. Agora que a produção começou, a Globo passou para o discurso ultra-ambientalista radical. É melhor não explorar nada por enquanto, pois “é muito perigoso”, podem acontecer “acidentes”… E todos, sabemos que tirando o risco de sabotagem, que continua existindo, é muito pouco provável que algo grave aconteça com as atividades de uma empresa que é considerada número um do mundo em capacidade tecnológica de exploração petrolífera em águas ultra-profundas.

Como disse no início, existe ainda a variável conjuntural, pois fica claro que a Globo está se mobilizando apenas para atacar o atual governo, do qual ela nunca gostou mesmo, em meio a uma campanha eleitoral onde, tudo indica, o Presidente mais popular da história do país terá facilidade em eleger seu sucessor. E o petróleo vai continuar nas mãos da Petrobrás, correndo o sério “risco” desta empresa passar a ser mais diretamente controlada pelo Estado brasileiro. Será o “fim do mundo” para o ideário neoliberal-conservador Global. Provavelmente escutaremos mais discursos esbravejados de “estatismo” e “comunismo” por parte da corporação dos Marinho.

Mas de nada vai adiantar. O pré-sal estará produzindo cada vez mais, na medida em que os novos poços entrarem em operação ao longo da próxima década. O resultado é que em 2020 seremos, queira a Globo ou não, um dos maiores produtores mundiais de petróleo, com capacidade de extrair algo na faixa de 4,5 a 5 milhões de barris por dia.

Na pior das hipóteses, se as compras da Petrobrás continuarem com a atual política, de adquirir o máximo possível dos equipamentos, navios e plataformas no país, teremos uma das maiores indústrias navais do mundo em 2020. Se tudo correr bem, e o Brasil ampliar significativamente sua capacidade de refino do petróleo com a construção de mais uma dúzia de grandes refinarias, vamos exportar pouco ou nenhum petróleo em estado bruto, e o máximo possível de produtos refinados. O ideal seria, inclusive, não priorizar os combustíveis inflamáveis, mas outros produtos derivados do setor petroquímico, preferencialmente produtos duráveis ou semi-duráveis à base de polímeros, que têm um valor agregado muito maior e cuja produção gera muito mais empregos. Mas já sabemos, isto será criticado pela Globo, ao menos enquanto esta corporação continuar com este malévolo discurso “anti-Brasil”.

2 comentários

  1. Meu amigo, a questão chega a ser mais gritante ainda quando se tenta analisar as colunas dos ditos formadores de opinião nos seus jornais. Eles simplesmente se acham economistas-geografos-estrategistas-politicos e jornalistas ao mesmo tempo, dando toda forma de pitaco desencontrado que puder.

    Digo isso quando via matérias a respeito das estatais e mistas financeiras, quando na crise de 2008 foram colocadas como desperdício público, mas atuaram sobremaneira na injeção de liquidez em crédito e recursos na economia evitando o desaquecimento total do mercado nacional.

    Depois esse mesmo jornal teve que admitir numa edição de 2009 que o papel central das instituições nacionais, foi essencial para a boa manutenção da atividade produtiva privada.

    Parabéns pelo blog


  2. […] Desde aquela época os veículos de comunicação  das corporações Globo (jornais, rádios e televisão), criticam sistematicamente a Petrobrás, defendendo até mesmo que esta deveria ser totalmente privatizada […]



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