Archive for maio \31\-03:00 2010

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Arábia Saudita é novamente acusada de financiar terrorismo no Afeganistão

31 de maio de 2010

The Times

May 31, 2010

Terror link alleged as Saudi millions flow into Afghanistan war zone

Anthony Loyd, Kabul

Millions of dollars of Saudi Arabian money have flowed into Afghanistan over the past four years, the country’s intelligence officials say, with the sponsorship of terrorism its most likely use.

According to members of the Afghan financial intelligence unit, FinTraca, the funds, totalling more than £920 million, enter from Pakistan, where they are converted into rupees or dollars, the favoured currency for terrorist operations.

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Vazamento de petróleo nos EUA é reduzido, mas não para, diz técnico

29 de maio de 2010

UOL -BOL Notícias         The New York   Times

29/05/2010

Vazamento de petróleo é reduzido, mas não para, diz técnico

do UOL Notícias

Imagem feita a partir de transmissão de vídeo mostra barro espirrando em um cano quebrado do poço de petróleo que está vazando no Golfo do México

The New York Times

Clifford Krauss – Em Houston (EUA)

George El Khouri Andolfato


Os novos esforços da BP para interromper o vazamento de petróleo de um poço danificado no Golfo do México pararam de novo na sexta-feira, com a empresa suspendendo as operações de bombeamento pela segunda vez em dois dias, segundo um técnico envolvido no esforço de resposta.

Em uma operação conhecida como “junk shot”, engenheiros da BP injetaram pedaços de borracha, bolas de golfe e outros materiais no “blowout preventer” (sistema de prevenção de fluxo descontrolado) danificado, na tentativa de entupir o dispositivo situado na boca do poço. A manobra visava trabalhar em conjunto com a operação “top kill” em andamento, na qual líquidos pesados de prospecção são injetados no poço para conter a pressão do petróleo que está jorrando.

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Lançado ao mar primeiro porta-contêiner construído no Brasil em 15 anos

28 de maio de 2010

Portal Naval

28/05/2010

Lançado ao mar primeiro porta-contêiner construído no Brasil

Maria Fernanda Romero – da Redação

Lançado ao mar primeiro porta-contêiner construído no Brasil em mais de 15 anos. Navio foi construído pelo Estaleiro LogIn, com verbas do Fundo da Marinha Mercante (FMM) - Foto: Portal Naval

Foi lançado no mar, nesta quinta-feira (27), no Rio, o Log-In Jacarandá, primeiro navio porta-contêiner construído no Brasil.

A embarcação, encomendada pela empresa de logística Log-In, foi construída pelo Estaleiro Eisa, com verbas do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A embarcação entrará em operação no primeiro trimestre de 2011. Na ocasião, foi realizado também o batimento de quilha do primeiro graneleiro da Log-In.

O investimento total da Log-In na construção de navios é de cerca de R$ 1 bilhão. De acordo com a empresa, o último navio-contêiner brasileiro havia sido construído em 1995.

O Jacarandá é o primeiro do lote de cinco navios porta-contêineres e dois graneleiros que estão sendo construídos pela Eisa para a Log-In, integralmente financiados com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e tendo como agente financeiro, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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Projeto “Alto Uruguai” encerra primeira fase com a instalação de 35 biodigestores em 25 cidades

28 de maio de 2010

TN Petróleo

28/05/2010

Projeto “Alto Uruguai” encerra primeira fase

Fonte: Redação/ Agências

 

Conjugando preservação dos rios, educação ambiental e, em breve, geração de energia a partir de biodigestores que tratam dejetos de suínos, o projeto Alto Uruguai chega ao término de sua primeira fase nesta sexta-feira, dia 28, em evento que será realizado no Clube Recreativo Chapecoense, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina.

Até aqui, já foram instalados 35 biodigestores em 25 cidades. Dez deles apenas no Vale Santa Fé, no município de Itapiranga (SC) – fronteiriço à Argentina e ao Rio Grande do Sul –, devido à alta concentração do rebanho suíno e a presença de uma micro-bacia do rio Uruguai. Itapiranga também receberá uma mini-usina que vai transformar o gás metano (CH4) em energia elétrica, que será aproveitada pelos próprios produtores rurais. O projeto, cujo edital está sendo elaborado, será feito pela Eletrobras Eletrosul, que tentará na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) uma permissão especial para enviar o excedente de energia para o sistema interligado.

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Coppe vê Brasil mais bem preparado para combater acidentes como o do Golfo do México

27 de maio de 2010

Agência Brasil

27/05/2010

Coppe vê Brasil mais bem preparado para combater acidentes como o do Golfo do México

Nielmar de Oliveira

Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro – Apesar dos alertas feitos quanto à necessidade de aumentar a segurança das atividades petrolíferas offshore (no mar) no país, o diretor de Tecnologia e Inovação da Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), Segen Estefen, disse à Agência Brasil que “não há dúvida” de que o país está mais bem preparado para combater acidentes como o que vem causando derramamento de óleo na parte americana do Golfo do México há mais de um mês.

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Ipea: fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos

26 de maio de 2010

Agência Brasil

26/05/2010

Ipea: fabricação de biocombustíveis não vai prejudicar produção de alimentos

Danilo Macedo

Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar do avanço das lavouras de cana-de-açúcar sobre áreas destinadas à pecuária e à agricultura nos últimos anos, uma pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresentada hoje (26) afirma que o país não vai perder potencial como produtor de alimentos em função desse crescimento. Para isso, no entanto, o estudo Biocombustíveis no Brasil: Etanol e Biodiesel, ressalta a necessidade de o Estado regular a fabricação de etanol e priorizar a produção de alimentos com financiamento e infraestrutura.

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Novo plano da BP para conter vazamento de petróleo no Golfo do México, nos EUA

25 de maio de 2010

Oil & Gas Journal

May 25, 2010

BP plans ‘top kill’ as next step to halt oil spill

Paula Dittrick

OGJ Senior Staff Writer

HOUSTON, May 25 — Numerous specialized vessels will be involved in the “top kill” procedure, scheduled for daylight hours on May 26, to halt the flow of oil and gas from a deepwater blowout. BP PLC, the well’s operator, also worked on other options in case the top kill fails.

Doug Suttles, chief operating officer for BP Exploration & Production, said reporters on May 24 that the company “should know by Wednesday evening,” if the top kill successfully halted the leak at the Macondo well in the Gulf of Mexico off Louisiana.

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Argentina envia carta sobre Malvinas para embaixada britânica em Buenos Aires

24 de maio de 2010

Acessado no  Blog   Geopolítica  do  Brasil


segunda-feira, 24 de maio de 2010

Argentina envia carta sobre Malvinas a embaixadora britânica em Buenos Aires

EFE

O Ministério das Relações Exteriores argentino entregou nesta segunda-feira à embaixadora do Reino Unido em Buenos Aires, Shan Morgan, uma carta em protesto pela política britânica sobre as ilhas Malvinas, em resposta à queixa feita por Londres devido aos controles marítimos impostos no arquipélago.

Na carta, entregue à embaixadora pelo chefe de gabinete do Ministério das Relações Exteriores, Alberto D’Alotto, a Argentina protesta pelo que considera atos “unilaterais e ilegítimos” do Reino Unido, como as explorações de petróleo autorizadas na plataforma continental das Malvinas, segundo fontes da Chancelaria.

A carta responde também à queixa feita por Londres ao encarregado de negócios argentino, Osvaldo Mársico, pela decisão argentina de impor controles marítimos nas proximidades do arquipélago.

A Argentina sustenta que as normas impostas “regulam o tráfego marítimo de cabotagem entre portos localizados em território argentino, e, portanto, concordam com o direito do mar”.

Além disso, na carta, a Argentina convida novamente o Reino Unido a retomar as negociações sobre a disputa pela soberania das ilhas, que os dois países reivindicam desde 1833.

A situação das Malvinas é uma “ocupação pela força”, denunciou hoje o vice-chanceler argentino, Victorio Taccetti, em declarações à imprensa local.

O governo da Argentina exige há três meses uma autorização especial aos navios que naveguem por águas argentinas, depois que empresas britânicas iniciaram operações de exploração de petróleo perto das ilhas.

Fonte: EFE


Acessado no  Blog   Geopolítica  do  Brasil

http://brasilnicolaci.blogspot.com/2010/05/argentina-envia-carta-sobre-malvinas.html
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O Irã e o império decadente

23 de maio de 2010

Folha de S.Paulo

23/05/2010

O Irã e o império decadente

Luiz Carlos Bresser Pereira *

Há algum tempo, o establishment mundial recebeu com um misto de irritação e descrença a notícia de que o presidente Lula se dispunha a intermediar a questão do Irã.

Na semana passada a diplomacia brasileira alcançou um êxito histórico em Teerã ao lograr que o governo nacionalista islâmico do Irã aceitasse o acordo sobre a troca de urânio pouco enriquecido por urânio enriquecido a 20% nos mesmos termos que as grandes potências e a AIEA(agência atômica da ONU) haviam proposto há seis meses.

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Reator de submarino nuclear brasileiro fica pronto em 2014 e será modelo para usinas civis

23 de maio de 2010

Agência Brasil

23/05/2010

Reator de submarino nuclear fica pronto em 2014 e será modelo para usinas

Vladimir Platonow

Repórter da  Agência Brasil

Rio de Janeiro – Os dez prédios em construção no complexo militar de Aramar, em Iperó (SP), vão abrigar o Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgen), de onde sairá o primeiro reator nuclear 100% brasileiro – os de Angra 1 e 2 são, respectivamente, norte-americano e alemão.

A principal aplicação do reator será equipar o primeiro submarino nuclear brasileiro, que deverá entrar em operação por volta de 2020. No prédio principal será montada uma réplica em escala real do submarino, para testar cada detalhe do reator, do motor e de todos os sistemas da embarcação, além de treinar a tripulação.

O reator será de uma nova família, bem mais eficiente energeticamente do que os anteriores, podendo usar combustível menos enriquecido e prolongando em muito a troca por uma nova carga.

“Inicialmente vamos trabalhar em torno de 5% [de enriquecimento]. À medida que houver as evoluções, tende-se a ir a 20%. O gerenciamento do combustível hoje é mais inteligente. Consegue-se que o urânio fique mais tempo gerando energia”, explicou o coordenador do Programa de Propulsão Nuclear da Marinha, capitão de mar e guerra André Luís Ferreira Marques, em entrevista à Agência Brasil.

“Nos primeiros navios, tirava-se o urânio ainda com muita energia para queimar, porque eles não conseguiam gerenciar isso direito”, lembrou Marques.

Ele destacou que, além de proporcionar um ganho na área da Defesa, a construção do reator vai beneficiar a sociedade como um todo, já que, extrapolando a escala, o mesmo tipo de projeto poderá mover uma usina nuclear.

“As próximas usinas nucleares usarão tecnologia brasileira, se não em tudo, em uma graduação, chegando futuramente a 100%. O Labgene é o preâmbulo das futuras usinas nacionais. Nós desenvolvemos os fornecedores, que já estão acostumados com as normas técnicas, os cuidados e as inspeções de controle de qualidade, para fazer equipamentos maiores”.

Para Ferreira Marques, “é o início do big bang [uma alusão à teoria da chamada grande explosão que resultou na criação do universo, aceita por parte dos cientistas]. A gênese dos reatores de potência”.

Edição: Tereza Barbosa

Iperó (SP) - O capitão Ferreira Marques mostra projeto do futuro submarino nuclear brasileiro - Foto: Vladimir Platonow - AgênciaBrasil

Iperó (SP) - Operário verifica detalhes da usina do complexo militar de Aramar, no Centro Militar da Marinha, que entra em operação neste ano - Foto: Vladimir Platonow - AgênciaBrasil

http://agenciabrasil.ebc.com.br/web/ebc-agencia-brasil

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Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

22 de maio de 2010

Jornal do Brasil

22/05/2010

Belo Monte e o desenvolvimento do Brasil

Humberto Viana Guimarães

RIO – Antes que algum curioso (normalmente mal-informado) saia por aí dando opiniões sobre a conveniência e viabilidade da Usina Hidrelétrica de Belo Monte e outras hidrelétricas previstas para região amazônica, seria de bom tom que essas pessoas estudassem mais e se inteirassem melhor dos fatos. Assim procedendo, dar-se-iam conta do ponto mais importante e que é mandatório para o crescimento de qualquer país: disponibilidade de energia farta.

Para que o Brasil tenha um crescimento anual e contínuo de 5% do PIB nos próximos anos, é imperativo que sejam disponibilizados 4 mil MegaWatts (MW) a cada ano. Isso representa a entrada no parque gerador de uma usina do porte de Belo Monte a cada ano (essa hidrelétrica terá garantia física de 4.571 MW médios (MWmed).

O resto é conversa fiada de aproveitadores que mamam nas tetas de algumas ONGs e usam os índios e ribeirinhos como “bucha de canhão” para criar tumulto. Como bem expressou o professor da PUC-GO Jean-Marie Lambert (jornal O Popular, Goiânia, 09/05/10): “Difícil explicar (James) Cameron, mas a Amazônia não é enfeite… nem jardim botânico de alemão, zoológico de holandês ou museu antropológico de suíço. É sim, bem econômico à espera de desenvolvimento. Sustentável… é ponto pacífico”.

Se os mal-informados tivessem hábito da leitura, saberiam que, pelos números da Aneel, em 15/05/2006 tínhamos potência fiscalizada de 94.202,510 MW e exatos quatro anos depois temos 108.333,978 MW, ou seja, neste período tivemos somente 3,75% de crescimento na oferta de energia (nota: pela definição da Aneel, “a potência fiscalizada é igual à considerada a partir da operação comercial da primeira unidade geradora”). Apesar dos discursos ufanistas do governo petista que tanto critica o governo FHC pelo ocorrido em 2001, não resta dúvida de que só não tivemos problemas de racionamento de energia no governo Lula devido ao baixo crescimento do PIB brasileiro (média de 3,57% desde 2003).

Assim, e tendo em vista que os empreendimentos hidrelétricos na região amazônica, devido à sua complexidade e logística, têm período de maturação – entre os estudos de viabilidade até a operação da primeira turbina – muito mais longo, é necessário que busquemos alternativas complementares, enquanto se concretizem os empreendimentos amazônicos.

Opções não faltam, tais como: a) o setor sucroalcooleiro, tendo garantia firme de compra, tem condições de disponibilizar 10 mil MW, que podem dobrar em médio prazo; b) a energia eólica, antes incipiente, está crescendo e pode contribuir em curto prazo com outros 10 mil MW; c) as pequenas centrais hidrelétricas – PCHs – que atualmente têm 3.125,987 MW e outros 882,291 MW em construção, podem dar enorme contribuição e agregar, no mínimo outros 3 mil MW; d) usar o gás natural (GN), que é queimado pela Petrobras, para a geração térmica. Segundo dados da ANP referentes aos três primeiros meses de 2010, houve queima diária média de 7,4 milhões de m³ de GN, volume que, somado à metade do que é reinjetado (12,3 milhões de m³), ou seja, cerca de 13 milhões de m³, daria para gerar em torno de 2 mil MW; e e) outra providência pouco discutida, mas de enorme importância e valor e que teria efeito quase imediato, seria a repotenciação de várias hidrelétricas com mais de 20 anos de operação (há casos de até 50 anos!). Essa providência, simples e de baixo custo, poderia acrescentar 3 mil MW. Importante ressaltar que essas opções não substituem os grandes empreendimentos hidrelétricos produtores de grandes blocos de energia.

Se implementarmos as soluções citadas acima, teríamos para ofertar em curto/médio prazos mais 28.000 MW, que representam 25,85% dos atuais empreendimentos fiscalizados, que somados aos empreendimentos em construção – 18.101,500 MW (fonte: Aneel) – nos dariam segurança energética até que se construíssem as hidrelétricas da região amazônica, aí incluída a UHE Belo Monte.

No entanto, para que esse potencial amazônico seja bem aproveitado e que de fato traga benefícios reais para o país, é necessário: 1º) Que haja uma melhor precificação do MegaWatt, pois o valor do lance de R$ 77,97/MW de Belo Monte é prejuízo na certa; 2º) que os orçamentos das obras sejam feitos em bases mais realistas, levando em conta que construir uma hidrelétrica na região amazônica é totalmente diferente do que construir uma similar na região Sudeste, por exemplo; e 3º) que as obras sejam executadas por consórcios de empresas construtoras que tenham conhecimento da região e dos projetos, suporte técnico e financeiro, e principalmente expertise em projetos de tal magnitude, e não por aqueles montados a toque de caixa para atender prazos eleitoreiros.

* Engenheiro civil e consultor

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/05/22/e220516542.asp
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acessado a partir do Blog Geografia & Geopolica :

Mapas, Fotos e Imagens relacionadas a este post

Complexo Hidreletrico de Belo Monte
Região em que será construída a Usina de Belo Monte
Ilustração: Arte do projeto de Belo Monte

Sabotando o desenvolvimento do Brasil :
James Cameron, canadense radicado nos EUA, diretor do filme Avatar, em manifestação contra a construção da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu (PA). Estados Unidos e Canadá, juntos, consomem 20% de toda a energia hidrelétrica produzida do mundo, mas defendem que o Brasil não pode construir novas usinas.
Foto: Valter Campanato – Agência Brasil
Projeto da Hidrovia do Rio Xingu - o papel da construção de uma Eclusa na Usina de Belo Monte
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Video: Vazamento de petróleo nos Estados Unidos se espalha por 90km no Golfo do México

20 de maio de 2010

Video: Vazamento de petróleo nos Estados Unidos se espalha por 90km de distância do local do acidente, na Plataforma da BP no Golfo do México

BBC – Brasil

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2010/05/100518_vazamento_costa_video.shtml
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O Ministro Celso Amorim diz que acordo com Irã é resultado de negociação

18 de maio de 2010

Agência Brasil

18/05/2010

Amorim diz que acordo de Teerã é resultado de negociação

Luiz Antônio Alves

Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse hoje (18) que um dos detalhes mais importantes da Declaração de Teerã é que o documento é resultado de uma negociação, e não da confrontação. Segundo o chanceler, o documento assinado ontem em Teerã resume avanços notáveis em relação a todas as situações anteriores.

O documento obtido com a intermediação do Brasil e da Turquia prevê a troca de urânio do Irã levemente enriquecido por combustível que seria produzido provavelmente pela Rússia e pela França.

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As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear

18 de maio de 2010

Meridiano 47

18/05/2010

As relações do Brasil com o Irã e a questão nuclear

André Luiz Reis da Silva

O Brasil e a diplomacia brasileira tiveram um grande sucesso nos últimos dias. Visto por muitos de forma cética, a interlocução do Brasil no caso do Programa Nuclear Iraniano teve bom resultado, embora provisório. O presidente Luis Inácio Lula da Silva intermediou, em Teerã, um acordo entre o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, e o primeiro-ministro da Turquia, Tayyiq Erdogan. O acerto tem como base o envio de 1,2 mil quilos de urânio iraniano para a Turquia, que estocaria o material enquanto França e Rússia o enriqueceriam em 20% – tratamento insuficiente para o uso militar, mas suficiente para fins pacíficos.

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Vazamento de petróleo no Golfo do México

14 de maio de 2010

A graphic posted by the U.S. coastguard and the industry task force fighting the slick shows its approximate location

 

Agência Petroleira de Notícias  

14/05/10

VAZAMENTO DE OLEO NO GOLFO DO MÉXICO     

 Por Emanuel Cancella
 

 

O derramamento de óleo no Golfo do México, provocado pela British Petroleum, nos leva a algumas reflexões. A primeira delas é que a indústria do petróleo é inexoravelmente agressiva ao meio ambiente.  E a segunda, e tão importante quanto, é que a busca pela obtenção de lucros crescentes não pode estar em primeiro lugar, em detrimento do bem estar de um país.

As multinacionais fora de seus países de origem, e neste caso, infelizmente, nem a Petrobrás escapa, praticam a produção predatória, aumentando em muito o risco de acidentes ambientais, como o este que vemos no Golfo do México. No Brasil, a Petrobrás é disparadamente é a empresa que mais investe em políticas de segurança meio ambiente e saúde. Será que as multinacionais instaladas aqui tem essa preocupação?

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Governo Federal lança programa de expansão do dendê

4 de maio de 2010

Embrapa

04/05/2010

Governo Federal lança programa de expansão do dendê

Daniela Collares  –  Embrapa Agroenergia

Ana Laura Lima  –  Embrapa Amazônia Oriental

Governo Federal lança programa de expansão do dendê - Foto: Rui Gomes

Governo Federal lança programa de expansão do dendê - Foto: Rui Gomes

 
 

 Inclusão social, emprego e renda, plantio e parceria, ordenamento territorial, produtividade e competitividade, sustentabilidade e biodiversidade e investimento aliado ao desenvolvimento são pressupostos que dão suporte ao Programa de Produção Sustentável de Palma de Óleo no Brasil – DENDEPALM. O Programa será lançado pelo Governo Federal na próxima quinta-feira, 06.05, às 9 horas, na Associação Agropecuária do Vale do Acará, em Tomé Açu/PA.

O Programa tem foco temático em produtividade com sustentabilidade – com atenção especial à agricultura familiar – sob a coordenação da Casa Civil da Presidência da Republica, e dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, do Desenvolvimento Agrário, de Minas e Energia e do Meio Ambiente. A idéia é incentivar a assistência técnica, o crédito para o pequeno produtor e a pesquisa e inovação.

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Irã: Não é o perigo nuclear, é o industrial. Quanto ao mais é só estratégia

2 de maio de 2010

Pátria Latina

02/05/2010

Não é o perigo nuclear, é o industrial. Quanto ao mais é só estratégia

Anna Malm *

De um lado o Afeganistão e o Iraque porque estão localizados estratégicamente em relação ao contrôle de tôda a região do Oriente Médio. Aí está o porque de precisarem ser desarticulados, empobrecidos e dominados. De outro lado o Irã e a Síria porque são os que tem capacidade de poder deter a marcha dos avanços criminosos na região. Aí está o porque de precisarem cair de joelhos e pedir perdão, mas isso não antes de estarem bem humilhados e enfraquecidos não estando mais em condições de influenciar ou servir de exemplo à ninguém. Quatro países, uma região, uma agressão, dois motivos principais. Os motivos desdobrando se em impedir uma oposição capaz (Irã e Síria) e em poder manter o contrôle do fluxo energético do Oriente Médio (Iraque e Afeganistão). Uma olhadela rápida ao mapa mostrará o porque.

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Russia, China e Irã estão vencendo os EUA na “Guerra dos Gasodutos”?

1 de maio de 2010

CCPA Monitor
01/05/2010

U.S. and its Allies Foiled

Russia, China, Iran defeat U.S. in the “pipeline wars”

by Asad Ismi

A major reason for the U.S.-led invasion and occupation of Afghanistan was the building of a pipeline through the country that would take natural gas from Turkmenistan to India and Pakistan. Canada and the other 44 Western countries occupying Afghanistan are supporting this U.S. objective by bolstering Washington’s military position in the country.

Turkmenistan, which borders Afghanistan, contains the fourth largest reserves of natural gas in the world. The U.S. has been trying to set up the pipeline for a decade, having first negotiated the venture with the ousted Taliban government. Two months after these negotiations broke down, Washington overthrew the Taliban in October 2001 when it invaded Afghanistan.

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