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Expedições dão Início aos Projetos do Proárea

27 de outubro de 2009

Serviço Geológico do Brasil – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais – CPRM

27/10/2009

Expedições dão Início aos Projetos do Proárea

http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1312&sid=48

 A  área demarcada com o retângulo verde corresponde ao SIG do Atlântico  Sul; o retângulo vermelho indica a área do projeto Proerg; e os  retângulos laranja indicam a área do Procordilheira

A área demarcada com o retângulo verde corresponde ao SIG do Atlântico Sul; o retângulo vermelho indica a área do projeto Proerg; e os retângulos laranja indicam a área do Procordilheira

Num empreendimento conjunto do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) e a Marinha do Brasil, serão realizadas, a bordo do navio oceanográfico Sirius (H-40) da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), no período de 3 a 20 de novembro e de 30 de novembro a 15 de dezembro deste ano, a primeira e segunda expedição marítima em águas oceânicas internacionais.

As expedições terão como objetivo a execução de levantamentos de dados geofísicos de batimetrias e por multifeixe e marcarão o início das atividades de pesquisa do projeto “Geologia Marinha da Potencialidade Mineral da Elevação do Rio Grande (Proerg)”, sob a coordenação executiva da CPRM, por meio da Divisão de Geologia Marinha (Digeom).

Proarea
As expedições à Elevação do Rio Grande darão início aos projetos do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (Proárea), idealizado pela CPRM, com o objetivo de identificar e avaliar a potencialidade mineral de sítios de importância econômica e político-estratégicas para o Brasil, na área internacional do Atlântico Sul e Equatorial.

O Proarea foi aprovado no âmbito da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (Cirm), em 16 setembro de 2009, sendo criado, na mesma data, o Comitê Executivo para o Proarea, subordinado à Subcomissão para o Plano Setorial para os Recursos do Mar (PSRM). O comitê é assessorado pelo Grupo Operacional do Programa de Prospecção e Exploração de Recursos Minerais da Área Internacional do Atlântico Sul e Equatorial (GO-Proarea), estruturado e coordenado pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), para funcionar como um instrumento de planejamento, execução e acompanhamento das atividades de pesquisa e desenvolvimento com o apoio técnico científico dos diversos ministérios e instituições representados no comitê da comunidade científica brasileira (veja o box).

Projetos: Os projetos a serem desenvolvidos pelo GO-Proarea visam despertar o interesse de empresas brasileiras para o aproveitamento de recursos minerais que ocorrem nessa região, com foco nas dimensões socioeconômica visando crescimento sustentável, geração de emprego e renda, ampliação do mercado de trabalho, ampliação da produtividade, conquista de novos mercados internacionais, redução da vulnerabilidade externa, fortalecimento da identidade brasileira; político-estratégica, para uma integração do mar à cultura brasileira, preservação da soberania nacional e predomínio brasileiro em áreas internacionais, estabelecimento de novas alianças estratégicas, científico-tecnológica e ambiental, entre outras; científico- tecnológica de forma a desenvolver atividades necessárias para a ampliação da capacidade de geração de conhecimento científico, tecnológico e de inovação; e ambiental dando ênfase à preservação ambiental, ampliação dos ecossistemas brasileiros e internacionais, uso sustentável dos recursos da biodiversidade marinha, uso sustentável das fontes de energia e dos minérios não-energéticos marinhos.

Três projetos iniciais são propostos pelo Proarea para garantir maior presença brasileira no Atlântico Sul. Além da Pesquisa Mineral da Elevação do Rio Grande (Proerg), também serão iniciados o projeto Geologia do Atlântico Sul e Equatorial (Proatlântico) organizado em Sistema de Informações Geográficas (SIG); e o projeto Pesquisa mineral da Cordilheira Meso-Atlântica (Procordilheira).

  Detalhamento da área de estudo do Proerg. Em vermelho a área onde as  crostas cobaltíferas têm maior interesse econômico (800 e 1.400m de  profundidade)

Detalhamento da área de estudo do Proerg. Em vermelho a área onde as crostas cobaltíferas têm maior interesse econômico (800 e 1.400m de profundidade)

  Topografia geral da área de estudo do Proerg

Topografia geral da área de estudo do Proerg

Serviço Geológico do Brasil

Alterado em: 27/10/2009
http://www.cprm.gov.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1312&sid=48
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Governo quer manter royalties do pré-sal para Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia

27 de outubro de 2009

R7 Notícias

27/10/2009

Governo quer manter recursos do pré-sal para Marinha e Ministério da Ciência e Tecnologia

O ministro de Minas e Energia quer manter recursos dos royalties do pré-sal para os ministérios de Ciência e Tecnologia e Marinha

http://noticias.r7.com/economia/noticias/governo-quer-recursos-do-pre-sal-para-marinha-e-mct-20091027.html

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, pediu nesta terça-feira (27) que o relator do projeto de partilha do pré-sal reconsidere sua proposta de retirar dos ministérios de Ciência e Tecnologia e Marinha recursos provenientes das cobranças de royalties.

O governo também não teria gostado da elevação da alíquota de cobrança do royalty de 10 para 15%. Segundo Lobão, o governo teria sugerido 12% ao relator.

O deputado Henrique Eduardo Alves incluiu em seu relatório sobre a implantação do sistema de partilha no país — previsto para ser apresentado no início desta noite, em Brasília — uma redução de 40 para 20% das receitas da União referentes a royalties do petróleo do pré-sal.

Lobão disse que vai se reunir nesta tarde com Alves para discutir o assunto.

Atualmente, o Ministério de Ciência e Tecnologia recebe 25% das receitas dos royalties do petróleo e a Marinha 15%. Segundo Lobão, a redução feita da parte da União pelo relator vai retirar a provisão para os dois ministérios.

— O relator retira uma parte substancial dos recursos que eles iriam receber, por isso que o presidente (da República) pede ao deputado que compreenda a situação da Ciência e Tecnologia e da Marinha, mantendo os percentuais que estavam previstos. A União acha que o razoável seriam os 40% a que tinha direito.

Lobão argumentou que, da maneira que está, o Ministério de Ciência e Tecnologia ficaria sem verba para investir e a Marinha perderia parte da capacidade de proteger a área do pré-sal.

Copyright Thomson Reuters 2009


http://noticias.r7.com/economia/noticias/governo-quer-recursos-do-pre-sal-para-marinha-e-mct-20091027.html
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Pré-sal e suas ameaças: imaginárias e reais, por Gunther Rudzit & Otto Nogami

1 de outubro de 2009

Meridiano 47

01/10/2009

Pré-sal e suas ameaças: imaginárias e reais

Gunther Rudzit & Otto Nogami

Nos últimos dois anos a mídia brasileira deu muito destaque às descobertas das novas reservas petrolíferas nas Bacias de Santos e Campos, mais conhecidos como a área do pré-sal. Muito também tem sido falado sobre os interesses estrangeiros, mais especificamente o norte-americano, por esta gigantesca reserva, que até o momento não se sabe ao certo qual o tamanho e conseqüente potencial de produção.

Sem dúvida alguma, esta descoberta terá a capacidade de modificar a percepção acerca do Brasil no sistema internacional, tanto do ponto de vista político, quanto econômico. Contudo, a fim de se elaborar uma análise mais próxima da realidade e não de meras especulações, faz-se necessário examinar as análises do próprio governo americano, para se poder determinar se as nossas análises estão corretas ou não.
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