Archive for the ‘Oriente Médio’ Category

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Frota da Marinha russa é enviada para o litoral da Síria

8 de setembro de 2013

Voz da Rússia, 07/09/2013

Guerra da Síria

Síria: o que poderá a Marinha russa fazer?

 Ilia Kramnik

A Marinha russa está reunindo no mar Mediterrâneo a maior força naval desde a queda da URSS. O que poderá fazer a força operacional russa em caso de agravamento da situação?

Cruzador lançador de Misseis de Guiados Moskva em Sebastopol - foto Andrew Karpov

O agravamento da crise síria e a perspectiva bastante real de início de uma guerra exigem da Rússia uma reação antecipada aos acontecimentos, e a presença de navios de guerra significa, neste caso, mais do que simplesmente “mostrar a bandeira”.

Quais serão os instrumentos que podem aumentar a eficácia da presença naval russa nas áreas-chave do oceano global? Neste momento, no Mediterrâneo está concentrada uma força composta por mais de 10 navios e de um número indeterminado de submarinos. É a primeira vez em duas décadas, desde o desmantelamento da 5ª Esquadra Operacional (Mediterrânica) da Marinha de Guerra da URSS, em dezembro de 1992, que no Mediterrâneo se encontra tal quantidade de navios arvorando o pavilhão russo.

Antes de mais, chama a atenção a presença de uma grande quantidade de navios de desembarque pesados (LSH). No mar Mediterrâneo se encontram agora 7 LSH sob bandeira russa, incluindo dois da Frota do Pacífico, dois da Frota do Báltico e três da Frota do Mar Negro. Alguns deles já estão no mar há bastante tempo. Assim, o navio Alexander Shabalin zarpou de Baltiysk ainda em dezembro de 2012.

Учения по высадке морского десанта в Калининградской области

Учения морской пехоты Тихоокеанского флота в Приморском крае

Existem várias razões para a presença de LSH. Uma das principais é a de estes países assegurarem um canal de auxílio por parte da Rússia ao governo legítimo da Síria na sua luta contra o terrorismo. Segundo informaram recentemente as agências noticiosas russas, citando fontes do Ministério da Defesa, esses navios foram usados para o transporte de armamento de forma a evitar a repetição do incidente ocorrido com o cargueiro Alaed, cuja viagem para a Síria transportando helicópteros foi impedida no verão de 2012.

Учения морского десанта в Калининградской области

A segunda missão dos LSH nessa região é a realização, em caso de necessidade, da evacuação de cidadãos russos da Síria, tanto os que lá se encontram em serviço, como os que têm residência permanente na Síria.

Cruzador lançador de Misseis Guiados Moskva, da Marinha Russa, na base naval de Sevastopol - foto Andrew Karpov

Vigilância e não só?

As missões da Marinha não se limitam, no entanto, a uma possível operação de evacuação, como o demonstra a presença no Mediterrâneo de navios de combate da Marinha de Guerra russa. Nos próximos dias, deverá chegar ao Mediterrâneo Oriental o cruzador porta-mísseis Moskva, que até agora esteve realizando no Atlântico e no Pacífico visitas a Cuba e à Nicarágua. Esse navio deverá se tornar no núcleo dessa força graças ao seu poderoso sistema de radares e à sua defesa antiaérea de longo alcance. O grupo de navios, reforçado com o Moskva, poderá também realizar uma série de missões em caso de início de uma guerra.

Cruzador lançador de mísseis da classe Moskva Marinha da Rússia - foto RIA Novosti

Em primeiro lugar, as capacidades do cruzador, reforçadas pelo equipamento dos navios de reconhecimento, permitem ter um panorama completo e fiável dos acontecimentos, cobrindo com uma imagem de radar todo o Mediterrâneo Oriental. A segunda missão será colocada à força naval pela direção do país e das suas Forças Armadas. Como resultado, as informações sobre os mísseis de cruzeiro norte-americanos detectados, em caso de os EUA começarem a bombardear a Síria, poderão ser transmitidas não só para Moscou, mas também para Damasco, facilitando a detecção e intercepção dos mísseis pela defesa antiaérea síria.

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy . Foto  Vladimir Prokopenko

Apesar de todas as capacidades dos navios russos, a força como um todo tem um potencial bastante limitado, isso diz respeito especialmente às componentes aérea e anfíbia. Os LSH russos, que estão sendo usados neste caso como transporte, não são uma alternativa aos navios de assalto multiusos (LHA), capazes de assegurar uma presença a longo prazo no teatro de operações de uma força de fuzileiros navais com o respectivo apoio aéreo.

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy . Foto RIA Novosti, Igor Zarembo

Uma presença nesta altura no Mediterrâneo de um ou dois LHA da classe Mistral, integrados na força, poderia reforçar qualitativamente o agrupamento, mas o primeiro navio da série, o Vladivostok, ainda está sendo construído em Saint-Nazaire. Um apoio ainda mais eficaz poderia ser prestado à frota por um porta-aviões, mas o único navio dessa classe existente na Marinha de Guerra Russa só irá iniciar a sua viagem para o mar Mediterrâneo em dezembro de 2013.

http://portuguese.ruvr.ru/2013_09_07/Siria-o-que-poder-fazer-a-marinha-russa-0409/

Fragata Yaroslav Mudry da Classe Neustrashimy

Navios da Marinha russa - foto Voz da Rússia

Leia mais sobre a crise na Síria e a disputa entre as grandes potências no Oriente Médio: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_09_06/Destacamento-de-navios-da-Marinha-russa-navega-em-direcao-costa-da-Siria-9844/

Acesso via ISAPE Blog : http://isape.wordpress.com/2013/09/07/frota-russa-se-posiciona-no-litoral-da-siria/

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Parlamento do Reino Unido vota contra ataque à Síria

1 de setembro de 2013

Agência Estado, 29 de agosto de 2013

Parlamento britânico vota contra intervenção militar na Síria

David Cameron defendia a ação contra o regime de Assad mas disse que vai respeitar a decisão do parlamento

Fernando Nakagawa

Agência Estado

LONDRES – Os Estados Unidos perderam na noite desta quinta-feira um importante aliado para o plano de intervenção miliar na Síria. Após o Parlamento da Grã-Bretanha rejeitar a ação internacional contra o regime de Bashar Assad, o primeiro-ministro inglês David Cameron sinalizou que deve retirar o apoio à ação planejada por Washington em resposta ao suposto uso de armas químicas. “É claro para mim que o Parlamento britânico reflete a visão do povo britânico que não quer ver militares britânicos em ação”, disse Cameron.

UK House of Commons voted against military action in Syria - Foto - Reuters

Após longo e acalorado debate em uma votação com a presença do primeiro-ministro, o apoio aos EUA foi rechaçado por 285 parlamentares contra 272 que apoiaram a intervenção. Diante do placar desfavorável, Cameron reafirmou a suspeita de que Assad tenha usado armas químicas, mas disse que respeitará a decisão do Parlamento e que o governo vai agir “em conformidade” com o resultado da votação.

Parlamento do Reino Unido - UK Parliament

Na prática, a decisão dos parlamentares vai excluir o envolvimento britânico nas ações lideradas pelos Estados Unidos contra Assad. A derrota aconteceu um dia após o Reino Unido ter submetido ao Conselho de Segurança das Nações Unidas uma resolução que condenava a ação do governo sírio e pedia autorização para “medidas necessárias” para proteger civis.

Após a suspeita de que armas químicas mataram mais de 1.000 pessoas nos últimos dias nos arredores de Damasco, Londres foi um aliado de primeira hora à intenção de Washington de intervir militarmente contra o regime sírio. Outro aliado é a França.

A Stop the War Coalition protest at Downing St against any attack on Syria, 28 August 2013. www.stopwar.org.uk

Após a derrota, o secretário inglês de Defesa, Philip Hammond, disse que o governo Cameron estava “desapontado” com a votação e demonstrou certo constrangimento diante do prometido apoio aos EUA. Apesar disso, afirmou que o país não estará envolvido em eventuais ações militares contra o governo da Síria. “Espero que os Estados Unidos e outros países sigam olhando para respostas ao ataque químico. Eles podem ficar desapontados com o não envolvimento da Grã-Bretanha. Eu espero que a ausência da participação britânica não interrompa qualquer ação”, disse Hammond.

A derrota desta quinta-feira tem um expressivo valor simbólico: Cameron é o primeiro líder britânico em décadas que não conseguiu apoio da maioria dos parlamentares para enviar tropas em uma ação militar conjunta com os EUA. Na história recente, a oposição sempre apoiou as grandes investidas militares da Grã-Bretanha, como na Guerra das Malvinas contra a Argentina em 1982 e na Guerra do Iraque em 2003.

Acuado pela crise econômica e o avanço dos partidos de oposição – seja a esquerda Trabalhista ou partidos pequenos à direita, o primeiro-ministro Conservador pode ser considerado o grande derrotado desta quinta-feira. Enquanto o placar da votação era lido na Câmara dos Comuns, um dos parlamentares presentes à sessão gritou “renúncia” a poucos metros de David Cameron.

Fonte:  www.estadao.com.br/noticias/internacional,parlamento-britanico-vota-contra-intervencao-militar-na-siria,1069284,0.htm

 Acesso via:  ISAPE Blog

Manifestações pacifistas contra o ataque à Síria ocorreram na Inglaterra

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Líbia: Infraestrutura petrolífera controlada por rebeldes não foi danificada pelos bombardeios da OTAN

27 de junho de 2011

Oil & Gas Journal
 06/27/2011

Diplomat: Libya’s rebel-held oil facilities ‘largely undamaged’

 Eric Watkins

With Libya’s oil infrastructure thought to be largely undamaged in rebel-held areas of the country, a British diplomat said that exports of oil could resume within 3-4 weeks following the fall of the embattled leader leader Moammar Gadhafi.

“We don’t think the oil infrastructure has been particularly badly damaged physically,” said a British diplomat. “The current estimate is that in the east they can start pumping within three or four weeks.”

The statement followed other reports that have emerged in recent weeks, with some saying that output from Libya could reach 355,000 b/d from rebel-held areas and others saying it would be marginal and not up to full capacity until 2015.

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Líbia: Exportações de petróleo controladas pelos rebeldes crescem para 355 mil barris/dia

23 de junho de 2011

 Oil & Gas Journal
Jun 23, 2011

Goldman Sachs: Libya’s oil exports could rise by 355,000 b/d

Eric Watkins

LOS ANGELES, June 23 — Libya’s oil exports could rise by as much as 355,000 b/d from areas held by forces opposed to the rule of the country’s leader Moammar Gadhafi, according to an analyst report.

“The opposition forces could resume about 200,000 b/d of crude exports as some fields and their related export terminals are largely intact,” said the report by Goldman Sachs Group Inc. “A further 155,000 b/d could potentially be exported at a later stage from a second loading port under their control.”

The report said Libya’s oil exports could climb as high as 585,000 b/d if Gadhafi is removed from power and production resumes from western fields held by his government.

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Líbia volta a oferecer trégua aos países da OTAN

16 de maio de 2011

o Estado de S.Paulo
15 de maio de 2011

Governo da Líbia volta a oferecer trégua

AE – Agência Estado

O primeiro-ministro da Líbia, Baghdadi Mahmudi, apresentou neste domingo uma nova oferta de trégua em troca de um imediato cessar-fogo por parte das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A oferta de trégua vem à tona no momento em que o conflito na Líbia entra em seu quarto mês e foi feita ao enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) a Trípoli, Abdul-Ilah al-Khatib.

Ao mesmo tempo, porém, o comandante das forças armadas britânicas, general David Richards, defendeu que a Otan intensifique sua campanha militar para assegurar que o líder líbio Muamar Kadafi continue no poder. Também neste domingo, o papa Bento XVI conclamou a realização de negociações para pôr fim à violência no país do norte da África.

Citado pela agência estatal de notícias Jana, Mahmudi disse, depois de uma reunião com Khatib, que a Líbia está pronta para “um imediato cessar-fogo que coincida com o fim dos bombardeios da Otan e com a aceitação de observadores internacionais”.

Mahmudi acusou a Otan de cometer abusos e violações do mandado do Conselho de Segurança (CS) da ONU, inclusive “assassinatos políticos, cerco naval, bombardeio de áreas civis e destruição da infraestrutura”. As informações são da Dow Jones.

http://www.estadao.com.br/noticias/internacional,governo-da-libia-volta-a-oferecer-tregua,719571,0.htm

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Líbia: intervenção humanitária por petróleo?

10 de maio de 2011

O projeto líbio de uma nova moeda internacional para a África, sustentada por petróleo e ouro, o “gold dinar”, pode ter sido determinante para a decisão da OTAN atacar o país.

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A escalada da guerra petroimperialista na Líbia

28 de abril de 2011

World Workers
Apr 27, 2011

Imperialists escalate Libya war

By Abayomi Azikiwe

Editor, Pan-African News Wire

Actions by the U.S. government and NATO during late April indicate clearly that the ultimate objective of the war against Libya is regime change, leading to a full-scale military occupation of the North African state.

As the humanitarian crisis worsens in the areas around the contested port city of Misrata, the imperialist states and their allies are taking actions that will only escalate tensions and result in more civilians suffering and dying.

After announcing the deployment of CIA drones in the war against Libya, the Pentagon confirmed the first attack utilizing this dreaded, unpiloted weapon on April 23 near the capital of Tripoli.

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A rapina do século: O assalto aos Fundos Soberanos da Líbia

25 de abril de 2011

JusBrasil
22/Abril/2011

A rapina do século: O assalto aos fundos soberanos líbios

Manlio Dinucci*

O objectivo da guerra na Líbia não é apenas o petróleo, cujas reservas (estimadas em 60 mil milhões de barris) são as mais importantes da África e cujos custos de extracção estão entre os mais baixos do mundo. Nem, tão pouco, o gás natural, cujas reservas são estimadas em cerca de 1500 mil milhões de m3. Na mira dos “voluntários” da operação “Protector unificado” também estão os fundos soberanos, os capitais que o Estado líbio investiu no estrangeiro.

Os fundos soberanos geridos pela Libyan Investment Authority (LIA) são estimados em cerca de 70 mil milhões de dólares, que sobem a mais de 150 se se incluírem os investimentos estrangeiros do Banco Central e de outros organismos. E poderiam ser ainda mais importantes. Ainda que sejam inferiores aos da Arábia Saudita ou do Kuwait, os fundos soberanos líbios caracterizam-se pelo seu crescimento rápido. Quando a LIA foi constituída em 2006, ela dispunha de 40 mil milhões de dólares. Em apenas cinco anos ela efectuou investimentos em mais de uma centena de sociedades norte-africanas, asiáticas, europeias, norte-americanas e sul-americanas: holdings, bancos, imobiliário, indústria, companhias de petróleo e outras.

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Vídeos: A guerra pelo petróleo líbio

16 de abril de 2011

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Países do BRICS condenam ataques na Líbia e defendem diálogo

15 de abril de 2011

Agência Brasil
14/04/2011

Líderes do Brics condenam ataques na Líbia e defendem a busca pelo diálogo

Renata Giraldi

Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e os presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dmitry Medvedev, e da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, criticaram hoje (14) os ataques à Líbia. Os presidentes e o primeiro-ministro defenderam a busca pelo diálogo na tentativa de dirimir impasses e controvérsias. A crítica foi reforçada na Declaração de Sanya, comunicado divulgado hoje, em nome dos representantes dos Brics.

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Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

13 de abril de 2011

12 Abril 2011
AIE

Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial

Raquel Godinho

rgodinho@negocios.pt

A Agência Internacional de Energia (AIE) manteve praticamente inalteradas as suas previsões para a procura mundial de petróleo em 2011.

De acordo com o relatório mensal, citado pela agência Bloomberg, o consumo mundial de petróleo deverá aumentar, este ano, em 1,4 milhões de barris por dia, ou 1,6%, para uma média de 89,4 milhões de barris por dia.

Contudo, a mesma entidade acrescenta que os dados preliminares “já revelam sinais de abrandamento da procura de petróleo” e que as reservas globais começam a parecer “escassas” depois de os conflitos na Líbia terem afectado a capacidade de produção da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

Os 11 membros desta organização, responsável por cerca de 40% da produção mundial de petróleo, produziram 26,51 milhões de barris por dia no mês passado, o que significa o valor mais baixo desde Maio de 2010.

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Rebeldes líbios vão vender petróleo no Qatar

31 de março de 2011

Petroleum Africa
Thursday, March 31, 2011

Libyan Rebels Offer Crude for Export

Libya is open for business according to the rebel coalition in Benghazi. The group claims to have worked out a deal with Qatar for the 100,000 bpd that it says is being produce from a field under rebel control. Although the Benghazi council claimed that Qatar would market oil from the eastern part of the country, analysts were skeptical, noting that Qatar had not confirmed those claims. However, the Qatar News Agency said that the country had recognized the rebel council as the “sole legitimate representative of the Libyan people.”

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Vigilância seletiva contra países petrolíferos: Tariq Ali critica política do “ocidente” para o mundo árabe

30 de março de 2011

The Guardian
guardian.co.uk,
Tuesday 29 March 2011

Libya is another case of selective vigilantism by the west

Bombing Tripoli while shoring up other despots in the Arab world shows the UN-backed strikes to oust Gaddafi are purely cynical

Tariq Ali

The US-Nato intervention in Libya, with United Nations security council cover, is part of an orchestrated response to show support for the movement against one dictator in particular and by so doing to bring the Arab rebellions to an end by asserting western control, confiscating their impetus and spontaneity and trying to restore the status quo ante.

Libya's European ties … a man holds a British and a French national flag in Benghazi. Photograph: Manu Brabo/EPA

It is absurd to think that the reasons for bombing Tripoli or for the turkey shoot outside Benghazi are designed to protect civilians. This particular argument is designed to win support from the citizens of Euro-America and part of the Arab world. “Look at us,” say Obama/Clinton and the EU satraps, “we’re doing good. We’re on the side of the people.” The sheer cynicism is breathtaking. We’re expected to believe that the leaders with bloody hands in Iraq, Afghanistan and Pakistan are defending the people in Libya. The debased British and French media are capable of swallowing anything, but the fact that decent liberals still fall for this rubbish is depressing. Civil society is easily moved by some images and Gaddafi’s brutality in sending his air force to bomb his people was the pretext that Washington utilised to bomb another Arab capital. Meanwhile, Obama’s allies in the Arab world were hard at work promoting democracy.

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Tropas das Forças Especiais inglesas íniciaram ataques na Líbia

22 de março de 2011

Sunday Mirror
20/03/2011

Crack SAS troops hunt Gaddafi weapons inside Libya

by Mike Hamilton,

 'Sunday Paper Pics 20 03 2011' gallery

Hundreds of British SAS soldiers have been operating with rebel groups inside Libya for three weeks, the Sunday Mirror can reveal today.

Two special forces units, nicknamed “Smash” teams for their destructive ability, are hunting Colonel Gaddafi’s long-range surface-to-air missile ­systems, which could launch attacks on jets or commercial airliners.

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Tropas da Arábia Saudita ocumpam o Bahrein para esmagar manifestações populares

16 de março de 2011

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A batalha entre Irã e Arábia Saudita pela influência no Bahrein

9 de março de 2011

STRATFOR
March 8, 2011

Bahrain and the Battle Between Iran and Saudi Arabia

By  George Friedman


The world’s attention is focused on Libya, which is now in a state of civil war with the winner far from clear. While crucial for the Libyan people and of some significance to the world’s oil markets, in our view, Libya is not the most important event in the Arab world at the moment. The demonstrations in Bahrain are, in my view, far more significant in their implications for the region and potentially for the world. To understand this, we must place it in a strategic context.

As STRATFOR has been saying for quite a while, a decisive moment is approaching, with the United States currently slated to withdraw the last of its forces from Iraq by the end of the year. Indeed, we are already at a point where the composition of the 50,000 troops remaining in Iraq has shifted from combat troops to training and support personnel. As it stands now, even these will all be gone by Dec. 31, 2011, provided the United States does not negotiate an extended stay. Iraq still does not have a stable government. It also does not have a military and security apparatus able to enforce the will of the government (which is hardly of one mind on anything) on the country, much less defend the country from outside forces.

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Mudanças na geopolítica do petróleo frente às revoltas populares no Oriente Médio e Norte da África

9 de março de 2011

Carta Capital
09/03/2011

Revolta árabe: o colapso da velha ordem do petróleo

Michael T. Klare

Tomdispatch.com
Considere o recente aumento nos preços do petróleo apenas um tímido anúncio do petro-terremoto que está por vir. A velha ordem que sustenta o petróleo está morrendo, e com o seu fim veremos também o fim do petróleo barato e de fácil acesso – para sempre. Mesmo que a revolta não alcance a Arábia Saudita, a velha ordem do Oriente Médio não pode ser reconstruída. O resultado será um declínio de longo prazo na disponibilidade futura de petróleo para exportação. Um exemplo: três quartos dos 1,7 milhões de barris produzidos diariamente pela Líbia foram rapidamente tirados do mercado conforme a agitação tomou conta do país. O artigo é de Michael T. Klare.

Qualquer que seja o resultado dos protestos, levantes e rebeliões que agora varrem o Oriente Médio, uma coisa é certa: o mundo do petróleo será permanentemente transformado. Considere tudo que está acontecendo agora como apenas a primeira vibração de um petro-terremoto que irá sacudir nosso mundo em suas bases.

Por um século, voltando até a descoberta de petróleo no sudoeste da Pérsia, antes da Primeira Guerra, forças ocidentais têm repetidamente promovido intervenções no Oriente Médio para garantir a sobrevivência de governos autoritários dedicados à produção de petróleo. Sem tais intervenções, a expansão das economias ocidentais após a Segunda Guerra e a atual abundância das sociedades industriais seria inconcebível.

Aqui, porém, está a notícia que deveria estar na capa dos jornais em todos os lugares: a velha ordem que sustenta esse petróleo está morrendo, e com o seu fim veremos também o fim do petróleo barato e de fácil acesso – para sempre.

 

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“Qual será o futuro do mundo árabe?” por Robert Fisk

6 de março de 2011

Carta Maior
05/03/2011

Qual será o futuro do mundo árabe?

Robert Fisk

Página/12

Revoluções, rebeliões, insurreições, despertares árabes: normalmente são um assunto sangrento. O segundo despertar árabe da história – o primeiro foi a revolta contra o império otomano – requer algumas novas definições e talvez algumas palavras novas. E uma nova calculadora que registre o instante (do fim) da velha era dos ditadores e do surgimento de um crescente exército de jovens. Meu colega magrebino Ben Yahmed sugere que no violento caso da Líbia não nos encontramos tanto diante de uma revolução, mas sim de uma anarquia revolucionária baseada no tribalismo e que pode levar a Líbia a um processo de desintegração. O artigo é de Robert Fisk.

Egito: protestos na praça central do Cairo, Tahrir Square - foto: AP

 

O segundo despertar árabe da história – o primeiro foi a revolta contra o império otomano – requer algumas novas definições e talvez algumas palavras novas. E uma nova calculadora que registre o instante (do fim) da velha era dos ditadores e do surgimento de um crescente exército de jovens. O ditador que sobreviver até chegar à senilidade pode entrar na categoria de grandes criminosos políticos da história contemporânea.

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Sanções à Líbia causam prejuízo de US$ 4 bi à Rússia

1 de março de 2011

Russia Today
27 February, 2011

UN sanctions on Libya to cost Russia US$4 billion

SU-35

Russia’s military industrial complex could lose up to $4 billion once the international community introduces sanctions against Libya and weapons supply to the country becomes unlawful.

­Interfax news agency has informed that Libya is one of the most considerable buyers of Russia’s weapons in North Africa and the Middle East.

The already-signed arms deals between Moscow and Tripoli amount to $2 billion, while deals for another $1.8 billion are in the final stage of readiness.

In January 2010 the two sides agreed on supply of Russia’s small arms, six operational trainers Yak-130 and some armored vehicles for total of $US 1.3 billion.

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Potências européias retiram cidadãos da Líbia e companhias petrolíferas euroamericanas pressionam pela deposição de Kadafi

28 de fevereiro de 2011

World Workers
 Feb 27, 2011

European imperialists deploy military forces in Libya evacuations

U.S. imposes sanctions as oil companies salivate over prospect of ‘regime change’

By Deirdre Griswold

Feb. 27 — As fighting continues between government forces and an opposition that is increasingly carrying out military attacks and has taken control of much of Libya’s oil-producing regions, tens of thousands of foreign nationals are leaving the country.

The vast majority are workers who have left on civilian vessels — ferry boats, commercial ships and chartered planes. Other thousands have left by road.

However, the NATO countries — particularly Britain, Germany, Spain and Italy — have sent warships and warplanes to Libya, ostensibly to rescue a few hundred of their nationals. The most complete tally of the evacuations is being provided by Reuters.

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As disputas pelo controle do petróleo líbio

26 de fevereiro de 2011

McClatchy Newspapers
February 24, 2011

Who’ll control Libya’s oil economy if Gadhafi falls?

By Kevin G. Hall 

WASHINGTON — If Libyan strongman Moammar Gadhafi falls, his nation’s ability to return to normal will depend in no small part on who controls its production of oil, which is synonymous with the Libyan economy.

Oil accounts for anywhere from 70 percent to 90 percent of Libya’s earnings from exports, and the shutdown of oil deliveries amid a widening conflict has sent global prices soaring.

Though it has Africa’s largest reserves, Libya isn’t a major oil producer. It exports only about 1.2 million barrels a day, largely to Europe, while daily world demand totals about 88 million barrels a day, according to the International Energy Agency.

Libya is, however, the first member of the Organization of Petroleum Exporting Countries to teeter on collapse. Several others_ including larger producers Algeria and Iran_ face growing unrest, and markets are alarmed at the possibility of instability spreading perhaps even into Saudi Arabia, the world’s biggest producer.

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Charges: Irã nuclear

12 de dezembro de 2010

Charge: Irã nuclear   -   Charge do Dálcio publicada no Correio Popular
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Segurança energética é central na nova estratégia da OTAN

22 de novembro de 2010

Carta Capital
22 de novembro de 2010 às 8:23h

Segurança energética é preocupação central em nova estratégia da Otan

Simone Cunha e Vitor Sorano

Em plano que coloca parcerias como centrais, Portugal tenta chamar a atenção para o Atlântico Sul Fornecimento e distribuição de energia são preocupação central do plano da Otan para os próximos 10 anos, apresentado há pouco em Lisboa. A segurança cooperativa é um dos três pontos do plano, que prevê parcerias com países de fora do bloco e aborda a necessidade de agir além das fronteiras. Portugal, que simbolicamente abriga o evento, tenta apontar os holofotes o Atlântico Sul, movimento rechaçado pelo ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim.

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“A OPEP aos 50 anos de idade”

15 de setembro de 2010

Energy Tribune
Sep. 15, 2010

OPEC at 50

By Michael J. Economides

This week, OPEC turns 50 years old. An oil cartel, formed in mid-September 1960 by Iran, Iraq, Kuwait, Saudi Arabia and Venezuela, was supposed, as its mission states still today, “to coordinate and unify the petroleum policies of its Member Countries and ensure the stabilization of oil markets in order to secure an efficient, economic and regular supply of petroleum to consumers, a steady income to producers and a fair return on capital for those investing in the petroleum industry.”

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Atentado realizado pelos insurgentes curdos do PKK paralisa parcialmente o gasoduto Irã-Turquia

24 de agosto de 2010

Energy Tribune
31/08/2010

Iran to resume gas export to Turkey

Tehran Times Economic Desk

TEHRAN — Iran’s natural gas flow to Turkey would be resumed within the next seven days after it was halted because of an explosion on August 25, an official with the National Iranian Gas Company said here on Monday.

The Mehr News Agency quoted Valiollah Dini as saying that, “Based on an announcement by the (Turkish pipeline operator) Botas, gas exports to Turkey would be resumed within the next seven days.”

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Irã inaugura primeiro trecho do gasoduto Irã-Paquistão

23 de agosto de 2010

VoaNews

23 August 2010

Iran Inaugurates New Gas Pipeline to Pakistan

Edward Yeranian | Cairo

Iran inaugurated part of what it said is a new gas pipeline between its main South Pars gas field and neighboring Pakistan. Tehran said new economic sanctions will not stop the deal with Pakistan.

With great fanfare, Iran’s top vice president, Mohammad Reza Rahimi, presided over the inauguration of what the Iranian press is calling the “peace pipeline,” from the main South Pars gas field to the Pakistani border. It could not be independently confirmed how much of the pipeline is actually functioning.

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Rússia fecha acordo para construção de infra-estrutura energética com Afeganistão, Paquistão e Tadjiquistão

21 de agosto de 2010

Asia Times

21/08/2010

Medvedev’s wishful thinking

By M K Bhadrakumar

There was an element of hyperbole when a Moscow news service airily speculated this week that Catherine the Great’s historic dream of gaining access to the warm waters of the Arabian Sea was nearing realization even as Russia was getting ready to propose to Pakistan an “extensive road and rail system being largely bankrolled by Moscow” to connect Central Asia with Pakistan’s sea ports.

The Moscow commentator was anticipating the agenda of discussions at the quadripartite summit of Russia, Tajikistan, Afghanistan and Pakistan, hosted by President Dmitry Medvedev at his vacation home in the picturesque Black Sea resort of Sochi on Wednesday.

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Após sanções, China investe US$ 40 bilhões no setor de Petróleo & Gás iraniano

2 de agosto de 2010

TN Petróleo

02/08/2010

China investe US$ 40 bi em petróleo e gás do Irã

Segundo os acordos assinados entre os dois países, o investimento chinês em projetos de prospecção e extração de petróleo chegará a US$ 29 bilhões, enquanto os demais US$ 11 bilhões serão destinados a petroquímicas, refinarias, oleodutos e gasodutos.

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Sanções das grandes potências ao Irã podem favorecer a China

2 de agosto de 2010

IPS – Inter Press Service
02/08/2010

IRÃ: Sanções de potências favorecem a China

Antoaneta Becker

Londres, Inglaterra, (IPS) – As novas sanções da União Europeia (UE) contra o Irã abrem a porta para companhias chinesas desejosas de ampliar seus investimentos em um país considerado rebelde pelo Ocidente.

O gigante asiático é o maior sócio comercial do Irã. Analistas chineses prevêem o surgimento de lucrativas oportunidades geopolíticas e empresariais na República Islâmica. Contudo, a burocracia ainda duvida do papel que Pequim deve ter nessa situação. Ávida por energia, a China assinou um acordo com o Irã por dezenas de milhares de milhões de dólares para ter acesso privilegiado ao setor de gás e petróleo.

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BP: uma história de sujeira, golpes e negócios escusos

11 de julho de 2010

Carta Capital

11/07/2010

BP: Operação Bota ainda em marcha

Não é possível contar toda a história de canalhices da British Petroleum em poucas páginas, nem as conseqüências de seus negócios na geopolítica, na balança da guerra e da paz, na economia, no meio ambiente e no mundo em geral, envolvendo desde a política do Oriente Médio até pessoas sem posses, às vezes assassinadas em comunidades remotas. Este artigo oferece apenas um vislumbre da enormidade de crimes cometidos por essa empresa. A BP não representa nenhuma exceção entre as empresas petroleiras nem entre as grandes corporações. Sua história, além do vazamento de petróleo no Golfo do México, constitui um exemplo de enorme poder e impunidade. O artigo é de Julie Wark, do SinPermiso.

Julie Wark - SinPermiso

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