Espaço para discussão da Geopolítica dos Recursos Energéticos, Energia e Poder, Energia, Segurança Energética, Energia nas Relações Internacionais, Geopolítica do Petróleo, Geopolítica dos Oleodutos, Geopolítica dos Gasodutos, Guerras por petróleo, Conflitos em Zonas Petrolíferas e novas Tecnologias de geração e distribuição de Energia
With Libya’s oil infrastructure thought to be largely undamaged in rebel-held areas of the country, a British diplomat said that exports of oil could resume within 3-4 weeks following the fall of the embattled leader leader Moammar Gadhafi.
“We don’t think the oil infrastructure has been particularly badly damaged physically,” said a British diplomat. “The current estimate is that in the east they can start pumping within three or four weeks.”
The statement followed other reports that have emerged in recent weeks, with some saying that output from Libya could reach 355,000 b/d from rebel-held areas and others saying it would be marginal and not up to full capacity until 2015.
Consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África
Governo britânico de olho no petróleo da Petrobras
As oportunidades de negócios e parcerias no setor energético brasileiro foram tema de debate, nesta quarta, entre membros do governo britânico, incluindo o vice-primeiro-ministro Nick Clegg e o ministro adjunto de Comércio e Investimento, Lord Stephen Green, e executivos da Petrobras, como o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
Segundo o ministro adjunto, o Brasil está ocupando um espaço cada vez mais importante no cenário econômico internacional e, por isso, é necessário um novo impulso nas relações comerciais entre os dois países. Clegg tem a mesma opinião, e afirma que estreitar as relações com o país, que já foi muito próximo do Reino Unido no século XIX, “é um compromisso do governo britânico”.
Nova geopolítica
Ainda de acordo com o vice-primeiro-ministro, os planos de investimento da Petrobras e do país devem inaugurar “uma nova geopolítica na área de petróleo”.
Na opinião de Gabrielli, é natural uma mudança de eixo da geopolítica do petróleo, já que o consumo de derivados aumenta mais rapidamente na China, Índia, Brasil e África, onde há “crescimento econômico com inclusão social” e, com isso, “os fluxos” de exportações e importações entre esses países vão aumentar muito no futuro.
Além do setor de energia, há oportunidades nos segmentos de eletrônica, consultoria em engenharia, contabilidade e serviços financeiros, entre outros. “Há uma gama de áreas em que creio haver espaço para cooperação entre o Brasil e a Grã-Bretanha”, disse Clegg.
Pré-sal e energia
Sobre as oportunidades na exploração do petróleo da camada pré-sal, o vice-primeiro-ministro disse que o Reino Unido pode contribuir para a capacitação profissional e o desenvolvimento tecnológico no setor de petróleo.
Já o presidente da Petrobras mostrou as oportunidades e desafios no mercado de energia brasileiro e destacou que a estatal tem o maior programa de investimentos do mundo, já que a empresa prevê investir US$ 224 bilhões até 2014 – grandiosidade que deixou Clegg surpreso.
Segundo Gabrielli, as novas descobertas de petróleo do Brasil vão transformar o país no maior mercado para equipamentos e serviços de exploração em águas profundas.
Desafios
No entanto, disse que “há desafios, como o desenvolvimento de tecnologias para explorar a nova fronteira, problemas de logística devido à distância dos campos de petróleo em relação à costa, o treinamento de pessoal e a necessidade de aproximação entre os centros de pesquisa e as empresas fornecedoras de equipamentos e serviços”.
A Petrobras prevê capacitar, até 2014, 290 mil pessoas para trabalhar na cadeia produtiva de petróleo. Segundo Clegg, esse número de profissionais é maior do que o plano de capacitação que Reino Unido possui, que prevê capacitar 250 mil jovens em todo o país.
Já no caso da expansão da oferta de petróleo cru, afirma, o Brasil será o principal responsável pela produção adicional de óleo graças às descobertas do pré-sal.
O ministro-adjunto, por sua vez, vê incremento nas exportações britânicas nas áreas de serviços financeiros, energia, consultorias e engenharia. A meta do governo britânico é dobrar as exportações para o Brasil até 2015, atingindo 4 bilhões de libras (R$ 10,8 bilhões) naquele ano.
Goldman Sachs: Libya’s oil exports could rise by 355,000 b/d
Eric Watkins
LOS ANGELES, June 23 — Libya’s oil exports could rise by as much as 355,000 b/d from areas held by forces opposed to the rule of the country’s leader Moammar Gadhafi, according to an analyst report.
“The opposition forces could resume about 200,000 b/d of crude exports as some fields and their related export terminals are largely intact,” said the report by Goldman Sachs Group Inc. “A further 155,000 b/d could potentially be exported at a later stage from a second loading port under their control.”
The report said Libya’s oil exports could climb as high as 585,000 b/d if Gadhafi is removed from power and production resumes from western fields held by his government.
Vídeo sobre os Navios-Patrulha da Classe “Macaé”, construídos no Brasil, utilizados pela Marinha para proteger as águas jurisdicionais brasileiras, incluindo as Águas Territoriais e a Zona Econômica Exclusiva do Brasil, onde estão grandes riquezas ambientais, enorme biodiversidade, recursos naturais como a pesca, minérios raros e o petróleo do Pré-Sal.
Chávez afirma que aporte da PDVSA em refinaria depende do BNDES
Débora Zampier
Brasília – O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou hoje (6) que a Petróleos de Venezuela (PDVSA) já tem o dinheiro necessário para o aporte na Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A refinaria foi concebida como um projeto binacional entre os países em 2007, mas até agora, só a Petrobras fez os investimentos. Se a Venezuela não fizer um aporte até agosto, será excluída do projeto.
Perguntado se a empresa pretende dar um calote, Chávez ironizou: “Quando a PDVSA vai colocar o dinheiro? Eu te diria que quase carrego o dinheiro aqui na mão. Nós temos na mão, só falta um requisito: que o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] aceite as garantias que a Venezuela está oferecendo. Não depende de nós”, afirmou o presidente venezuelano em entrevista coletiva concedida na Embaixada da Venezuela no início da noite.
Chávez lembrou que outros bancos, como o Banco do Brasil e o banco português Espírito Santo já fizeram acordo com a PDVSA. “Temos o dinheiro. Só falta ligarem o semáforo na luz verde. Tenho quase certeza que renovando compromisso com Dilma vamos conseguir”.
Chávez afirmou ainda que conversou sobre a integração energética com a presidenta, abordando temas como a construção de gasodutos e a situação da Faixa do Orinoco, que contém um dos maiores poços de petróleo cru do mundo. Em maio do ano passado, o Brasil firmou um acordo com a Venezuela para cooperar no planejamento territorial da área. “Em sete anos a Venezuela deve estar produzindo entre cinco e seis milhões de barris diários de cru, e queremos que o Brasil esteja integrado em tudo isso”.
Chávez também disse que conversou com Dilma sobre a exportação de ureia (fertilizante) para o Brasil, especialmente para as fronteiras agrícolas do Centro-Oeste. “Seria maravilhoso para o Brasil trazer a uréia pelo Rio Amazonas”, disse Chávez, entusiasmado com a integração fronteiriça entre os dois países.
Petrobras e PDVSA se reúnem para definir pendências sobre refinaria
Renata Giraldi
Brasília – Os especialistas da Petrobras e da estatal venezuelana, Petróleos de Venezuela (PDVSA), reúnem-se nos próximos dias 9 e 10 para retomar as negociações sobre o repasse de recursos para a construção da Refinaria Abreu e Lima. A Venezuela tem até agosto para fazer os aportes de recursos para se tornar sócia do Brasil na refinaria.
O assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, confirmou hoje (6) que a data de agosto está mantida. A refinaria que está sendo erguida na região metropolitana de Recife deverá custar R$ 26 bilhões. No projeto básico as estimativas indicavam custo final de US$ 4 bilhões.
Dos R$ 26 bilhões, a Petrobras investiu R$ 7 bilhões na unidade e informou que encerra o pagamento de R$ 10 bilhões, financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), até agosto.
Pelo acordo existente entre a Petrobras e a PDVSA, a refinaria vai processar 230 mil barris por dia, sendo metade produzido na Bacia de Campos e metade vindo da Venezuela. A diferença entre esses dois tipos de petróleo obrigou a Petrobras a separar o processamento do óleo, o que encareceu a planta.
Hugo Chávez visita o Brasil para assinar acordos de energia
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, visita o Brasil nesta segunda-feira (6).
No encontro com a presidente Dilma Rousseff, está prevista a assinatura de acordos nas áreas de energia, mineração e construção civil, segundo a Embaixada da Venezuela.
Será a primeira visita de trabalho de Chávez ao Brasil no governo Dilma. O venezuelano esteve na posse da presidente, em 1º de janeiro, mas não houve reunião bilateral.
A visita estava marcada anteriormente para 10 de maio. Por causa de uma lesão no joelho, Chávez desmarcou de última hora o encontro.
Na ocasião, a embaixada da Venezuela explicou que o governante teve um agravamento da lesão e foi aconselhado por uma junta médica a permanecer em repouso. A piora ocorreu durante o esforço físico de Chávez na entrega de unidades habitacionais no dia em que embarcaria para o Brasil.
De acordo com a assessoria da embaixada venezuelana, um assunto que terá destaque durante o encontro de Dilma e Chávez, é a cooperação dos dois países no setor energético e intergração fronteiriça. Brasil e Venezuela querem diversificar a matriz de energia e ampliar parcerias na prospecção e comercialização de petróleo. Chávez e Dilma também devem tratar de segurança na fronteira, e da participação da Venezuela na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
O governo brasileiro poderá cobrar o pagamento pela estatal venezuelana PDVSA da parte que cabe a ela no empreendimento. A PDVSA é sócia da Petrobras na construção da refinaria, mas até o momento não cumpriu os pagamentos devidos. A Abreu e Lima custará cerca de R$ 16 bilhões. No entanto, nenhum acordo envolvendo o empreendimento será assinado, segundo o Itamaraty e a embaixada venezuelana.
Durante a reunião com Chávez, Dilma deverá ainda anunciar a primeira visita dela à Venezuela como presidente. Segundo o Itamaraty, ela deve embarcar para Caracas em julho para participar da Cúpula da América Latina e do Caribe. Lá, os dois presidentes devem anunciar outros acordos, principalmente na área de habitação popular.
Ainda de acordo com o Itamaraty, Chávez e Dilma deverão revisar os principais tópicos da agenda bilateral, com destaque para o comércio, a evolução de programas de cooperação nas áreas de agricultura, desenvolvimento regional, habitação popular, e universalização de serviços bancários.
Dilma destaca parceria estratégica entre Brasil e Venezuela
Yara Aquino
Brasília – Durante declaração à imprensa, hoje (6), após encontro com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, a presidenta Dilma Rousseff disse que há uma “parceria estratégica” ligando o Brasil e a Venezuela e que os dois países trabalham no sentido de fortalecer países desenvolvidos e democráticos na América do Sul.
“Nossos países estão ligados não só pela geografia e convivência harmônica e pacífica. Também nos une a determinação de fazer do espaço sul-americano uma zona de paz, democracia, crescimento econômico, social e respeito aos direitos humanos.”
Ao presidente Chávez, Dilma disse que o governo brasileiro aguarda com “grande expectativa” a conclusão do processo de adesão da Venezuela ao Mercosul. O Congresso Nacional brasileiro já aprovou a entrada da Venezuela no Mercosul, o único país que ainda não o fez foi o Paraguai.
A presidenta relatou que, na reunião com Chávez, colocou à disposição da Venezuela a experiência brasileira na área de habitação popular e também a cooperação na área de agricultura. Ela citou a integração na região de fronteira. “Nossa região fronteiriça merece uma política e iniciativas de interconexão de nossos sistemas, sejam eles elétricos, de tele, rodoviários e também de integração de cadeias produtivas.”
Dilma falou também sobre a constante intensificação da parceria entre as empresas petrolíferas brasileira e venezuelana, Petrobras e PDVSA, respectivamente.
A presidenta elogiou a atuação bem-sucedida da Venezuela e da Colômbia no retorno do presidente deposto Manuel Zelaya a Honduras e de ambos à frente da Secretaria-Geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul). “Vejo como muito promissora a cooperação entre a Venezuela e a Colômbia para equacionar temas de grande importância para a região. Ambos merecem nossas congratulações por compartilhar o mandato da Secretaria-Geral da Unasul e por atuarem exitosamente no retorno de Zelaya Honduras.”
Nove acordos foram assinados entre os dois países em áreas como petróleo, cooperação científica e tecnológica e erradicação da febre aftosa.
Tecnologia permite reúso do gás carbônico na produção de diesel
Rodrigo Leitão
Um grupo de químicos norte-americanos está desenvolvendo um sistema revolucionário de produção de energia limpa. Trata-se de uma tecnologia que permite utilizar o gás carbônico gerado em processos industriais para substituir o petróleo na produção de diesel, metanol e outros combustíveis. “É um projeto fantástico, em que realizamos, de forma controlada, uma reação química similar à fotossíntese”, conta a cientista Nancy Jackson, do Sandia Laboratories, dos EUA, empresa responsável pelo projeto. Nancy esteve no Brasil esta semana para a 34ª. Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), que terminou na quinta-feira (dia 26), em Florianópolis. O evento, que celebrou o Ano Internacional da Química, reuniu mais de 4,5 mil químicos, pesquisadores e professores, e celebrou o Ano Internacional da Química.
Em entrevista ao NN, o presidente da Associação Brasileira de P&D em Petróleo e Gás e professor do Instituto de Química da UFRJ, Cláudio Mota, que esteve na apresentação da cientista americana, explica que o processo de conversão de CO2 em monóxido de carbono (utilizado em diversos processos químicos), é feito fundamentalmente através do calor do sol. “Os cientistas estão no deserto dos Estados Unidos, onde o clima é favorável, o grau de insolação é muito grande. Ela (a pesquisadora Nancy) tem um dispositivo que parece uma roda, onde ela deixa exposto um material cerâmico à radiação solar e aquece esse material a uma temperatura próxima ou até mais de 1.000 graus”, diz Mota.
ONU discute riscos de radiação nuclear depois de acidentes no Japão
Renata Giraldi
Brasília – Os efeitos da radiação nuclear dominam as discussões da reunião do Comitê Científico da Organização das Nações Unidas (ONU), que começa hoje (23) em Viena, na Áustria, e acaba sexta-feira (27). O Brasil é representado pelo físico Marcos Nogueira Martins, diretor da Comissão Nacional de Energia Nuclear do Ministério da Ciência e Tecnologia. As informações são da Rádio França Internacional (RFI).
Nuvem radioativa produzida pelo acidente nuclear em Fukushima no Japão afetou diversos países
As discussões ocorrem dois meses e meio depois dos vazamentos e explosões ocorridos na Usina de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão. Durante a 58ª seção do grupo de peritos serão discutidos, por exemplo, meios para determinar quais são os riscos concretos da exposição à radioatividade em baixa quantidade e a longo prazo.
Vídeo sobre o andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011, em Itaguaí, no Rio de Janeiro. PROSUB – Andamento das obras de construção da Base e Estaleiro de Submarinos em março de 2011
Modelo é destinado a intervenção maciça e rápida com soldados, helicópteros e tanques
Roberto Godoy
A Marinha do Brasil vai ter ao menos dois Navios de Múltiplos Propósitos, um conceito novo de navio autossuficiente. Cada um desses gigantes, grandes como dois campos de futebol e feitos para projetar poder naval, leva uma força completa de intervenção: soldados, tanques, helicópteros, lanchas, mísseis e hospital, mais um sofisticado centro de inteligência.
Cada unidade, de alta tecnologia, custa hoje entre US$ 600 milhões e US$ 750 milhões, no mercado internacional. É um programa ambicioso, contemplado no Plano de Articulação e Equipamento da Marinha (Paemb), ainda sem prazo definido. Em nota, o comandante da Força, almirante Júlio Moura Neto, disse que “o processo de aquisição depende da disponibilidade de recursos orçamentários, não tendo sido ainda selecionado um projeto específico”.
Navio Multi-Propósito da Classe "Canberra" da Marinha Australiana, que está sendo construído por um consórcio de estaleiros espanhóis e empresas australianas, cuja primeira unidade deve ser finalizada ainda em 2011
Os dois fornecedores mais importantes são os Estados Unidos, que mantêm uma frota variada de oito navios, e a França, que desenvolveu uma versão avançada, a classe Mistral. O governo da Rússia quer comprar quatro exemplares.
O primeiro-ministro da Líbia, Baghdadi Mahmudi, apresentou neste domingo uma nova oferta de trégua em troca de um imediato cessar-fogo por parte das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). A oferta de trégua vem à tona no momento em que o conflito na Líbia entra em seu quarto mês e foi feita ao enviado especial da Organização das Nações Unidas (ONU) a Trípoli, Abdul-Ilah al-Khatib.
Ao mesmo tempo, porém, o comandante das forças armadas britânicas, general David Richards, defendeu que a Otan intensifique sua campanha militar para assegurar que o líder líbio Muamar Kadafi continue no poder. Também neste domingo, o papa Bento XVI conclamou a realização de negociações para pôr fim à violência no país do norte da África.
Citado pela agência estatal de notícias Jana, Mahmudi disse, depois de uma reunião com Khatib, que a Líbia está pronta para “um imediato cessar-fogo que coincida com o fim dos bombardeios da Otan e com a aceitação de observadores internacionais”.
Mahmudi acusou a Otan de cometer abusos e violações do mandado do Conselho de Segurança (CS) da ONU, inclusive “assassinatos políticos, cerco naval, bombardeio de áreas civis e destruição da infraestrutura”. As informações são da Dow Jones.
Depois de uma visita à cidade Baruta, no estado de Miranda, na Venezuela, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, confirmou que começa hoje uma série de viagens aos países vizinhos. Chávez se reúne nesta terça-feira com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília e, em seguida, vai para o Equador e Cuba. Na visita a Brasília, Chávez e Dilma pretendem reafirmar que as relações entre Brasil e Venezuela, intensificadas no Governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverão ser mantidas da mesma forma. Também estará em pauta a questão da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A Petrobras aguarda da estatal venezuelana PDVSA o repasse de cerca de R$ 400 milhões para a conclusão das obras. De acordo com o governo brasileiro, apenas a Petrobras investiu na refinaria.
Hoje, Dilma e Chávez deverão analisar de maneira detalhada quais acordos, dos já firmados por venezuelanos e brasileiros, estão pendentes. O objetivo é ampliar as parcerias nos setores comercial e de energia, principalmente porque a Venezuela passa por um momento de racionamento. Apenas no ano passado, o intercâmbio comercial entre Brasil e Venezuela envolveu US$ 4,6 bilhões.
Após os resultados das eleições, confirmando a vitória de Dilma, Chávez postou uma mensagem na rede social Twitter destacando a competência da presidente e sua confiança no novo governo. Segundo ele, Dilma era “sua candidata’’. As informações são da estatal da Venezuela, a Agência Venezuelana de Notícias (AVN). Segundo a agência, as visitas do presidente serão transmitidas ao vivo em cadeia nacional de rádio e televisão.
O projeto líbio de uma nova moeda internacional para a África, sustentada por petróleo e ouro, o “gold dinar”, pode ter sido determinante para a decisão da OTAN atacar o país.
O ar-condicionado natural se baseia no chamado "efeito chaminé": no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior. (Imagem: Ag.Fapesp)
Morar em um país como o Brasil, onde cada região possui um clima diferente, pode ser bom para uns e ruim para outros.
Um estudo realizado na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), sobre chaminés solares, no entanto, pode ajudar a refrescar quem vive em áreas mais quentes.
Chaminé solar
A chaminé solar desenvolvida pelo professor Maurício Roriz e seus orientandos Fernando Sá Cavalcante e Letícia de Oliveira Neves, adota o mesmo princípio de um aquecedor solar de água e pode ser instalada para estimular a ventilação natural em residências ou escritórios.
“A chaminé funciona como um coletor solar: os raios solares atravessam um vidro e aquecem uma placa metálica preta, situada abaixo dele. Aquecida, a placa emite calor, mas em frequência diferente da que vem do sol e para a qual o vidro é opaco. Assim, o calor entra, mas não consegue sair”, explica Roriz.
Nos coletores solares convencionais a água se aquece ao circular em tubos que passam sob a placa quente. “Na chaminé solar, em vez de água passa o ar”, disse.
Esse ar-condicionado natural se baseia no chamado “efeito chaminé”: no interior da estrutura, o ar aquecido se torna mais leve e tende a subir, aspirando o ar dos ambientes e substituindo-o pelo ar exterior, mais puro e geralmente mais confortável, particularmente nos climas típicos do Brasil.
“Trata-se, portanto, de um processo de ventilação provocado por diferenças de temperatura e de pressão, sendo muito eficiente para promover o conforto térmico nas horas quentes, mesmo em áreas urbanas densamente ocupadas, onde os obstáculos impedem o aproveitamento da ação direta do vento”, comentou Roriz.
Actions by the U.S. government and NATO during late April indicate clearly that the ultimate objective of the war against Libya is regime change, leading to a full-scale military occupation of the North African state.
As the humanitarian crisis worsens in the areas around the contested port city of Misrata, the imperialist states and their allies are taking actions that will only escalate tensions and result in more civilians suffering and dying.
After announcing the deployment of CIA drones in the war against Libya, the Pentagon confirmed the first attack utilizing this dreaded, unpiloted weapon on April 23 near the capital of Tripoli.
Energia solar pode ser possível sem células solares
Universidade de Michigan
Cientistas descobriram que o magnetismo da luz pode ser milhões de vezes mais forte do que o previsto pela teoria atual. [Imagem: L.Kuipers & Tremani/Science
Bateria óptica
Um dramático e surpreendente efeito magnético da luz pode gerar energia solar sem as tradicionais células solares fotovoltaicas.
Usando este efeito, os pesquisadores descobriram uma maneira de construir uma “bateria óptica”.
“Você pode olhar para as equações de movimento durante todo o dia e você não vai ver essa possibilidade. Todos aprendemos na escola que isso não acontece,” conta Stephen Rand, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
“É uma interação muito estranha. É por isso que ela passou despercebida por mais de 100 anos,” diz ele.
Magnetismo da luz
A luz tem componentes elétricos e magnéticos. Até agora, os cientistas acreditavam que os efeitos do campo magnético da luz eram tão fracos que eles poderiam ser ignorados.
O que Rand e seus colegas descobriram é que, na intensidade certa, quando a luz viaja através de um material que não conduz eletricidade, o campo de luz pode gerar efeitos magnéticos que são 100 milhões de vezes mais fortes do que o anteriormente esperado.
Nestas circunstâncias, os efeitos magnéticos da luz apresentam uma intensidade equivalente à de um forte efeito elétrico.
“Isso pode permitir a construção de um novo tipo de célula solar sem semicondutores e sem absorção para produzir a separação de cargas,” afirma Rand. “Nas células solares, a luz entra em um material, é absorvida e gera calor.”
“Aqui, esperamos ter uma carga térmica muito baixa. Em vez de a luz ser absorvida, a energia é armazenada como um momento magnético. A magnetização intensa pode ser induzida por luz intensa e, em seguida, é possível fornecer uma fonte de energia capacitiva,” explica o pesquisador.
Russia’s Medvedev to make anniversary trip to Chernobyl
Chernobyl: 25 years since the nuclear disaster
Russian President Dmitry Medvedev will visit Chernobyl on Tuesday to mark the 25th anniversary of the worst nuclear disaster in history.
“I will go to Chernobyl tomorrow,” the Russian president said on Monday during an award ceremony in the Kremlin for participants in the clean up operation of the 1986 disaster.
The area around the Chernobyl plant, about 150 kilometers (93 miles) from the Ukrainian capital of Kiev, remains highly contaminated from an explosion at the plant’s reactor number four a quarter of a century ago.
A rapina do século: O assalto aos fundos soberanos líbios
Manlio Dinucci*
O objectivo da guerra na Líbia não é apenas o petróleo, cujas reservas (estimadas em 60 mil milhões de barris) são as mais importantes da África e cujos custos de extracção estão entre os mais baixos do mundo. Nem, tão pouco, o gás natural, cujas reservas são estimadas em cerca de 1500 mil milhões de m3. Na mira dos “voluntários” da operação “Protector unificado” também estão os fundos soberanos, os capitais que o Estado líbio investiu no estrangeiro.
Os fundos soberanos geridos pela Libyan Investment Authority (LIA) são estimados em cerca de 70 mil milhões de dólares, que sobem a mais de 150 se se incluírem os investimentos estrangeiros do Banco Central e de outros organismos. E poderiam ser ainda mais importantes. Ainda que sejam inferiores aos da Arábia Saudita ou do Kuwait, os fundos soberanos líbios caracterizam-se pelo seu crescimento rápido. Quando a LIA foi constituída em 2006, ela dispunha de 40 mil milhões de dólares. Em apenas cinco anos ela efectuou investimentos em mais de uma centena de sociedades norte-africanas, asiáticas, europeias, norte-americanas e sul-americanas: holdings, bancos, imobiliário, indústria, companhias de petróleo e outras.
No próximo dia 26 de abril de 2011 completam-se 25 anos do acidente na Usina de Chernobyl, ocorrido em 1986 na então União Soviética, na cidade de Pripyat (atual Ucrânia). O vídeo documentário a seguir, retrata os momentos finais que antecederam o acidente, que levou ao incêndio e derretimento parcial do reator 4, que lançou grande quantidade de material radioativo na atmosfera, no que ficou marcado como o maior acidente nuclear de toda a História.
Líderes do Brics condenam ataques na Líbia e defendem a busca pelo diálogo
Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A presidenta Dilma Rousseff e os presidentes da China, Hu Jintao, da Rússia, Dmitry Medvedev, e da África do Sul, Jacob Zuma, além do primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, criticaram hoje (14) os ataques à Líbia. Os presidentes e o primeiro-ministro defenderam a busca pelo diálogo na tentativa de dirimir impasses e controvérsias. A crítica foi reforçada na Declaração de Sanya, comunicado divulgado hoje, em nome dos representantes dos Brics.
One month to the day after the devastating twin blows of a magnitude 9.0 earthquake and subsequent 15-meter tall tsunami, Japanese officials have reclassified the accident at the Fukushima Daiichi nuclear power plant at the highest possible level. The partial meltdown of three reactors and at least two spent fuel pools, along with multiple hydrogen explosions at the site now rate a 7 on the International Nuclear Event Scale—a level previously affixed only to the meltdown and explosion at Chernobyl.
Fukushima is now officially a “major accident” per the scale—roughly 100 times worse than the worst civilian nuclear accident in the U.S.: the partial meltdown at Three Mile Island—constituting “a major release of radioactive material with widespread health and environmental effects.” Read the rest of this entry ?
Preços do petróleo acima dos 100 dólares começam a penalizar a economia mundial
Raquel Godinho
rgodinho@negocios.pt
A Agência Internacional de Energia (AIE) manteve praticamente inalteradas as suas previsões para a procura mundial de petróleo em 2011.
De acordo com o relatório mensal, citado pela agência Bloomberg, o consumo mundial de petróleo deverá aumentar, este ano, em 1,4 milhões de barris por dia, ou 1,6%, para uma média de 89,4 milhões de barris por dia.
Contudo, a mesma entidade acrescenta que os dados preliminares “já revelam sinais de abrandamento da procura de petróleo” e que as reservas globais começam a parecer “escassas” depois de os conflitos na Líbia terem afectado a capacidade de produção da Organização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP).
Os 11 membros desta organização, responsável por cerca de 40% da produção mundial de petróleo, produziram 26,51 milhões de barris por dia no mês passado, o que significa o valor mais baixo desde Maio de 2010.
Câmara aprova aumento do valor pago ao Paraguai por energia de Itaipu
Eduardo Piovesan
Acordo triplica o valor dos repasses feitos pelo Brasil ao país vizinho pela energia produzida na usina que não é consumida pelos paraguaios.
O Plenário aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Decreto Legislativo 2600/10, que contém o acordo entre o Brasil e o Paraguai para triplicar o repasse financeiro feito ao país vizinho pelo consumo do excedente de energia produzida na usina hidrelétrica de Itaipu. A matéria deve ser analisada ainda pelo Senado.
O aumento nesse repasse foi definido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo presidente paraguaio Fernando Lugo em 2009. O Congresso do Paraguai já aprovou a mudança, mas ela somente pode entrar em vigor quando o legislativo brasileiro também referendá-la.
Segundo o relator da matéria pela comissão especial, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), uma das contrapartidas é a regularização dos agricultores brasileiros que vivem no Paraguai e também dos migrantes ilegais naquele país. “Pela primeira vez se reuniram as autoridades da migração paraguaia, o serviço consular e a Polícia Federal para resolver esse problema”, afirmou.
Continued fighting and the resultant sanctions in Cote d’Ivoire have put a strain on the country’s refining capacity. The West African country’s only refinery may have to close completely as sanctions imposed on the country following the dispute over its November elections have dried up its crude supply.
“By mid-April if we have no crude the whole refinery will be shut down,” Joel Dervain, managing director of the Societe Ivoirienne de Raffinage plant was quoted in a Bloomberg article. “We have no financial means to purchase the crude because all the assets were frozen. We have been under sanctions. We have filed legal proceedings. We are waiting for the results.”
The refinery, located in Abidjan, has a capacity of 80,000 bpd. The plant is currently operating at a rate of 25,000 to 30,000 bpd and is fast running out crude.
Libya is open for business according to the rebel coalition in Benghazi. The group claims to have worked out a deal with Qatar for the 100,000 bpd that it says is being produce from a field under rebel control. Although the Benghazi council claimed that Qatar would market oil from the eastern part of the country, analysts were skeptical, noting that Qatar had not confirmed those claims. However, the Qatar News Agency said that the country had recognized the rebel council as the “sole legitimate representative of the Libyan people.”